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segunda-feira, 28 de abril de 2014

Município deve pagar escola se não tiver vaga na rede pública

Município deve pagar escola se não tiver vaga na rede pública

Hoje é dia da Educação e para lembrar a data segue jurisprudência interessante sobre direito da criança a ter acesso a educação:
22 abril 2014
A criança que não consegue vagas na rede municipal de ensino tem violado seu direito líquido e certo de ter acesso à educação, conforme estipula a Constituição e o Estatuto da Criança e do Adolescente. Com esse entendimento, a 6ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça de Goiás determinou que a Secretaria de Educação de Goiânia abra vaga para uma menina e, se a medida não for possível, banque a matrícula dela em estabelecimento de ensino particular.
“A garantia de atendimento ao menor, em estabelecimento de ensino infantil, compreendendo creche ou pré-escola, é um direito fundamental”, afirmou o desembargador Norival Santomé, relator do caso, ao atender Mandado de Segurança ajuizado pela mãe da garota em 2013. Ela já havia conseguido decisão favorável em primeira instância no ano passado, o que permitiu a matrícula em uma unidade do Centro Municipal de Educação Infantil (CMEI).
Segundo a advogada Floraci Santana Morais, que defendeu a menina, já houve mais de 250 casos desde 2012 em que pais cobraram na Justiça a matrícula em escolas municipais da capital goiana, após serem informadas pelas unidades que não havia vagas. A secretaria anunciou neste ano que vai construir novas escolas na cidade.Com informações da Assessoria de Imprensa do TJ-GO.
Processo 245502-39.2013.8.09.0052 

domingo, 17 de março de 2013

Mais de 700 escolas de MT estão em péssimo estado de infraestrutura, acusa sindicato


Mais de 700 escolas de MT estão em péssimo estado de infraestrutura, acusa sindicato
Comemorado nesta sexta-feira (15), o Dia da Escola fez com que o Sindicato dos Trabalhadores no Ensino Público de Mato Grosso (Sintep/MT) criticasse as condições da infraestrutura das instituições de ensino no estado.

Segundo dados do sindicato, as 720 unidades da rede estadual localizadas na zona urbana e rural sofrem com diversos problemas estruturais que comprometem o aprendizado e podem causar danos à saúde de crianças, adolescentes e o trabalho dos profissionais da educação.

Um exemplo dado pelo Sintep é a Escola Estadual de 1º e 2º Graus Maria Macedo Rodrigues, localizada no Mapim em Várzea Grande. A unidade, fundada em 1983, nunca passou por nenhum tipo de reforma estrutural. O prédio ainda é baseado em madeira, e a cobertura é com telhas de amianto, o que é proibido, pois o material causa sérios problemas de saúde.

Outras escolas apresentam danos na instalação elétrica e parte hidráulica. Em 2012, o Corpo de Bombeiros apontou inadequações em unidades que guardavam de botijões de gás em salas fechadas com outros materiais, ao lado de fios elétricos desencapados, e forros com goteira.

Problemas também ocorrem em cidades que servem de referência em regiões como Sinop, Sorriso e Barra do Garças.

A escola da zona rural Florestan Fernandes, fixada no assentamento Doze de Outubro em Claudia foi construído à base de madeiras de compensado, telha de amianto e forro. A comunidade escolar não tem condições mínimas para enfrentar o calor e a cozinha apresenta sérios problemas.

Até hoje o projeto de construção da unidade não tem expectativa de sair do papel.

Segundo o sindicato, “mesmo as escolas construídas recentemente estão em péssimas condições. Apesar de terem estrutura nova, já apresentam necessidade de reformas, pois a qualidade empregada nas obras precisa ser revista, da mesma forma a contratação das empresas que estão sendo responsáveis pelas construções e reformas”, finalizou.

Os dados levantados pelo sindicato vêm de encontro com as críticas feitas pelo parlamentar na tribuna do Senado Federal por Pedro Taques (PDT), que ressaltou o potencial econômico do Estado, mas em contrapartida não tem preparo para o futuro. “Nós, cidadãos do pobre estado rico, não podemos mais sofrer os efeitos desastrosos da má gestão da educação publico”, ponderou. O senador relembrou, ainda, vários índices que podem apontar MT com a pior educação do Brasil.

O problema na falta de estrutura de algumas escolas também foi abordado pelo secretário Estadual de Educação, Ságuas Moraes, durante entrevista concedida a uma rádio local. De acordo com ele, “o ano letivo já começou, mas atualmente existem 80 escolas que não passaram por reformas, porém 30 delas já foram licitadas restando assim 50 escolas”.
Fonte: Olhar Direto

sábado, 15 de setembro de 2012

PROFESSOR EM FINAL DE CARREIRA. Onde está valor do professor? Educação é só prédio aparência?

PROFESSOR EM FINAL DE CARREIRA

Para o professor em final de carreira sobra; estresse, pressão alta, distúrbio emocional, artrose, artrite, fibromialgia, depressão, tendinite, bursite e tantos outros “itens” decorrentes do trabalho. Entretanto  , o difícil mesmo é provar que todos estes problemas foram decorrentes da profissão.
  Depois de lutar, para provar que não tem condições de continuar no trabalho, só lhe resta ir para o chamado ‘ desvio de função,  readaptação. . Vira uma confusão. E o professor segue o seu caminho com a sua saúde totalmente comprometida, além de ter que lidar com crises de depressão, de angustia e desespero, por não conseguir fazer aquilo que sempre sonhou  ministras suas aulas, ver os seus alunos desabrocharem . Para este professor que aprendeu , ensinou, construiu e reconstruiu com o seus alunos é desesperador se deparar com esta situação de “querer e não poder.”

Logo vai passando por vários caminhos da humilhação, quando necessita de um atestado médico de mais de quinze dias tem que fazer a “via sacra” pelos postos de saúde, pegando assinaturas da chamada junta médica., que “junta apenas as assinaturas”.
 Depois de passar por várias fases da humilhação, do auxílio doença vai para o chamado desvio de função: Biblioteca da escola, padaria, contar estoque da merenda escolar, auxiliar do professor regente das creches etc.

Nestes momentos nos sentimos o menor dos profissionais, como se não tivéssemos mais nenhum valor e por falta de opção te jogam em qualquer lugar, sem o menor respeito. 
O professor chora em seu interior, sente o peso da falta de valorização e o descaso com a educação. Mas, continua a sua jornada inglória de entra e sai da sala de aula. Pais reclamam colegas, alunos e todos com razão, pois estas idas e vindas causam transtornos na escola.
O mesmo continua lá, tentado se adaptar e desenvolver o trabalho, mesmo não tendo condições.   O professor neste  momento deveria está cuidando de sua saúde , melhorando a sua qualidade de vida.
 Por que é tão difícil a chamada aposentadoria de um  professor literalmente doente? Com tantos exames, atestados, laudos médicos que comprovam que o mesmo já não tem condições de exercer as suas funções? “Está na fase do CONDOR, com dores para todo lado. A sua carreira profissional acabou,  não progride mais na carreira, o seu salário está praticamente estagnado.
Enquanto isto para essa aposentadoria vem gorda e fácil ( políticos, juízes, apadrinhados de políticos importantes ) Tem casos que basta ferir os princípios básicos legais que recebe de castigo uma gorda aposentadoria. Enquanto   os professores  trabalham  até o último suspiro.
 Onde está valor do professor?
Educação é só prédio aparência? Que política de valorização profissional é está?

 Professora Maria Dalva

quarta-feira, 15 de agosto de 2012

Com ensino médio estagnado, MEC já planeja mudanças no currículo

FÁBIO TAKAHASHI
ENVIADO ESPECIAL A BRASÍLIA
FLÁVIA FOREQUE
DE BRASÍLIA
TALITA BEDINELLI
DE SÃO PAULO


O governo federal pretende mudar a grade curricular do ensino médio público e diminuir o número de disciplinas na grade das escolas.

O plano de mudança foi desenhado pelo Ministério da Educação após a divulgação dos resultados do Ideb, o índice que mede o desempenho da educação básica nacional.
Segundo os dados referentes ao ano passado divulgados ontem, o ensino médio, antigo colegial, estagnou no país. A nota, que vai de zero a dez, considera o desempenho em português e matemática e também a taxa de aprovação dos estudantes (quantos passaram de ano).
Editoria de Arte/Folhapress
legenda
Clique e entenda como funciona o Ideb, quais são as notas principais e confira o ranking com todos os Estados
Divulgado a cada dois anos, o índice estagnou em 3,4 no ensino médio público, o mesmo indicador de 2009, dentro da meta de 2011, mas muito abaixo dos dez pontos, a nota máxima.
Na rede privada, por exemplo, a nota média nessa etapa de ensino foi de 5,7. A meta estipulada é de 5,8.
O Ideb mostra também que o desempenho de estudantes do ensino médio público em português e matemática foi inferior ao atingido por alunos do último ano do fundamental particular. Em matemática, a nota foi 265 pontos na rede pública contra 298 na particular, por exemplo.
Para o ministro da Educação, Aloizio Mercadante, é grande o número de matérias obrigatórias no ensino médio -atualmente são 13.
"É uma sobrecarga muito grande. Não contribui para formar melhor o aluno", afirma. A proposta de redução do currículo nessa etapa do ensino público será apreciada pelo Conselho Nacional de Educação.

MELHOR DESEMPENHO
O desempenho dos alunos do ensino fundamental em escolas públicas foi mais animador.
Os estudantes do 5º ano do fundamental melhoraram e chegaram ao patamar que era esperado apenas para 2013: média 4,7.
"As gerações mais novas tiveram muitos fatores que beneficiaram o aprendizado, como o aumento de estudantes na pré-escola, melhoria da renda familiar e da educação dos pais. Então, é natural que o ensino evolua mais nessas séries", diz coordenador do Centro de Políticas Públicas do Insper, Naercio Menezes Filho.

Fonte: Folha de São Paulo

quinta-feira, 26 de julho de 2012

Andes divulga comunicado rejeitando proposta de reajuste do governo

26/07/2012 - 12h54

Mariana Branco

Repórter da Agência Brasil
Brasília - A Associação Nacional dos Docentes do Ensino Superior  (Andes), principal entidade representativa dos professores de instituições federais de ensino, divulgou hoje (26) comunicado oficial rejeitando a nova proposta do Ministério do Planejamento.
De acordo com o sindicato, o texto foi encaminhado às universidades de todo o país, a fim de embasar assembleias que acontecerão entre hoje e segunda-feira (30). Nos encontros, será votado o posicionamento de cada instituição sobre o fim ou continuidade da greve dos docentes, que já dura 71 dias.
O comando nacional de greve da Andes reuniu-se ontem ainda pela manhã para debater a proposta do governo, e as discussões se estenderam até a madrugada de hoje. O documento afirma que as alterações nos percentuais de aumento apresentadas pelo Planejamento "foram dirigidas às situações que demonstravam maior perda de valor real até 2015", mas que, mesmo assim, "a maioria dos docentes terá valor real reduzido nos seus salários".
O texto alega ainda que questões consideradas importantes pelos docentes, tais como a estruturação e a progressão de carreira; a gratificação por projetos institucionais e atividade de preceptoria; e os critérios para promoção de professores foram jogadas para frente, ficando sob a dependência da criação de grupos de trabalho.
Para a Andes, isso evidencia "o esforço do governo para retirar os pontos polêmicos da mesa de negociações durante a greve, avocando a si, no futuro, a discricionariedade para tomar as decisões".
Marinalva Oliveira, presidenta da Andes, afirma que os percentuais de reajuste apresentados pelo governo - de 25% a 40%, segundo a nova proposta - aparentam ser elevados, mas têm como referência o mês de julho de 2010. "Além disso, a proposta é parcelada em três anos. Se considerada a inflação do período, esses reajustes não cobrem", disse.
A Federação de Sindicatos de Professores de Instituições Federais de Ensino Superior (Proifes), sindicato que representa parcela menor da categoria dos docentes, decidiu apoiar a proposta governamental e recomendar o encerramento da greve. A Agência Brasil tentou contato com membros da diretoria da entidade, mas não houve retorno até o fechamento desta matéria.
Edição: Davi Oliveira 
  Agencia  Brasil

quarta-feira, 4 de julho de 2012

Cuiabá deixa de arrecadar R$ 8 milhões e MPE manda acabar com Bolsa Universitária



Da Redação
O Ministério Público do Estado de Mato Grosso, por meio da 8ª Promotoria de Justiça Cível de Cuiabá, notificou o prefeito municipal, Francisco Belo Galindo Filho, a suspender definitivamente a execução do programa Crédito Educativo Municipal, mais conhecido como Bolsa Universitária. A medida foi adotada após constatação de que o município não está priorizando o ensino fundamental e a educação infantil, conforme determina a Constituição Federal.
“Os municípios somente podem atuar em outros níveis de ensino quando estiverem atendidas plenamente as necessidades de sua área de competência, que é o ensino fundamental e a educação infantil, e com recursos acima dos percentuais mínimos vinculados pela Constituição Federal à manutenção e desenvolvimento do ensino”, afirmou o promotor de Justiça Miguel Slhessarenko Junior.
Segundo ele, a demanda reprimida de vagas para creche e educação infantil existente em Cuiabá é enorme. Em contrapartida, nos anos de 2009 e 2010, o município de Cuiabá deixou de arrecadar mais de R$ 8 milhões com renúncia fiscal de recolhimento do Imposto Sobre Serviços de Qualquer Natureza (ISSQN) para execução do Bolsa Universitária. “Esta renúncia importou em diminuição da receita e consequentemente diminuição do percentual constitucional reservado para investimento na educação, em etapa do ensino superior, que não é de competência constitucional deste município”, ressaltou.
Para evitar a continuidade do programa em outras administrações, o MPE recomenda a revogação da Lei Complementar 173/2008, que instituiu o Bolsa Universitária. Sugere, ainda, que sejam estabelecidas regras de transição para não prejudicar os alunos que já estão sendo beneficiados com o programa.
Na notificação recomendatória, foi estabelecido um prazo de 90 dias, a contar da data de seu recebimento, ocorrido em 28 de junho, para que o município informe ao Ministério Público sobre as providências tomadas para a suspensão do programa. “O não acolhimento desta notificação implicará na adoção de medidas judiciais cabíveis com o mesmo objetivo que constitui o objeto desta recomendação”, concluiu o promotor de Justiça

Fonte O Documento

segunda-feira, 18 de junho de 2012

Greve dos professores federais completa um mês sem previsão de término


17/06/2012 - 15h46

Ivan Richard
Repórter da Agência Brasil
Brasília - A greve dos professores das universidades federais completa um mês hoje (17) sem nenhuma perspectiva para o fim do movimento. O Ministério do Planejamento prometeu apresentar na próxima terça-feira (12) uma proposta para o plano de carreira dos docentes. Contudo, o Sindicato Nacional dos Docentes das Instituições de Ensino Superior (Andes) avalia que a greve não será encerrada, mesmo se a proposta for considerada boa.
“Esperamos que o governo pare de enrolar e apresente uma proposta concreta. Esperamos que haja algo objetivo para que, a partir daí, possamos iniciar um processo de negociação. O fim da greve sequer está na nossa pauta”, disse à Agência Brasil o primeiro-vice-presidente da Andes, Luiz Henrique Schuch.
Segundo ele, apesar dos transtornos causados pela greve, o movimento tem recebido apoio da sociedade. “Temos recebido uma resposta de acolhimento por parte da sociedade. Esse é um movimento vitorioso porque a sociedade não se engana mais com discursos vazios. A sociedade está percebendo que a pior crise do país é a da falta de políticas públicas para a educação”, argumentou Schuch.
Na última terça-feira (12), o governo federal chegou a pediu, sem sucesso, uma “trégua” de 20 dias aos professores federais para continuar as negociações. O secretário de Relações do Trabalho do Ministério do Planejamento, Sérgio Mendonça, disse que o governo se comprometeria a apresentar ao fim desse prazo uma proposta para solucionar o impasse em torno da reestruturação da carreira, principal reivindicação dos professores.
Além de não concordar com a “trégua”, os grevistas criticaram a postura do governo. “Estamos, desde o segundo semestre de 2010, esperando propostas concretas do governo para podermos conversar com a categoria e isso não aconteceu. Não deu para acreditar que o governo chegou falando em “trégua”. Foi uma coisa fora da realidade.”
A greve já atinge 55 instituições federais de ensino em todo o país. Também em busca da reestruturação de carreira, os servidores vinculados ao Sindicato Nacional dos Servidores Federais da Educação Básica, Profissional e Tecnológica (Sinasefe) anunciaram greve geral a partir de amanhã (13), entre docentes e técnicos. A paralisação deve atingir 40 mil servidores.
Edição: Andréa Quintiere
Fonte Agencia Brasil

quarta-feira, 13 de junho de 2012

UFMT integra ranking das melhores universidades da América Latina

De Brasília - Vinícius Tavares
Foto: Reprodução
UFMT integra ranking das melhores universidades da América Latina
A Universidde Federal de Mato Grosso (UFMT) foi selecionada no ranking das 250 melhores universidades da América Latina. A lista foi divulgada nesta quarta-feira (13) pela QS Quacquarelli Symonds University Rankings, uma organização internacional de pesquisa educacional que avalia o desempenho de instituições de ensino médio, superior e pós-graduação.

Por encontrar-se no final da lista, a pontuação da UFMT não foi divulgada pela entidade. O ranking considera, entre outros quesitos, a reputação acadêmica, reputação com empregadores, média de artigos por professor, citações por artigo, docentes com pós-doutorado e impacto na internet.

A Universidade de São Paulo (USP) aparece pelo segundo ano consecutivo como a primeira colocada no ranking. A Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) aparece em terceiro lugar, atrás da Pontifícia Universidade Católica do Chile. Entre as dez primeiras colocadas, destaque para a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), que saltou do 19º para o oitavo lugar.

Já entre as 30 melhores colocadas, aparecem também a Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), na 13ª posição; Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), em 14º; Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), em 15º; Universidade Estadual Paulista (Unesp), em 17º; Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio), em 18º; Universidade de Brasília (UnB), em 25º; e Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP).

Segundo informações do portal G1, o Brasil tem 65 universidades no ranking das 250 melhores instituições da América Latina, sendo o país mais representado. Em seguida aparecem México (46), Colômbia (34), Chile (30), Argentina (26), Peru (10), Equador (6), Venezuela (6), Cuba (5), Uruguai (4), Costa Rica (3), Paraguai (3), República Dominicana ( 3) Bolívia (2) El Salvador ( 2) Panamá (2) Guatemala (1) Nicarágua (1) e Porto Rico (1).

No ranking mundial, o Brasil tem 11 universidades entre as 600 melhores, um desempenho inferior ao da China (17 universidades entre as top 600), mas melhor do que o da Rússia e da Índia (9 universidades cada). Ao mesmo tempo, o desempenho do Brasil está bem atrás de países como a Alemanha (42 universidades), França (25), Japão (27), e Coreia do Sul (17).


Fonte: Olhar Direto

sexta-feira, 1 de junho de 2012

Ságuas Moraes garante construção de escola estadual em novo bairro de Lucas do Rio Verde

Ascom/Ley Magalhães

Secretário estadual de educação acerta com prefeito Marino Franz construção da escola estadual 4 de Julho no Jardim das Américas (antigo Venturini)


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 Em reunião com o secretário estadual de educação Ságuas Moraes (PT), o prefeito Marino Franz acertou a construção da Escola Estadual 4 de Julho que será construída no bairro Jardim das Américas (antigo Venturini) em terreno doado pela prefeitura ao lado da Escola Infantil Aquarela. O projeto da Escola Estadual está pronto desde de 2009 e a construção é com recursos do governo federal. Estão 3.899 alunos na rede estadual de ensino em Lucas do Rio Verde e a previsão é de crescimento para o próximo ano.

Hoje a rede municipal de ensino de Lucas do Rio Verde atende 70% dos alunos do ensino fundamental, com um excedente de 20% que deveriam ser atendidos pelo Estado. Constitucionalmente a clientela deve ser dividida em 50% para cada esfera (município e estado, respectivamente). A secretária municipal de Educação Solimara Lígia, que também participou da reunião em Cuiabá manifestou preocupação ao constatar que no próximo ano o município não terá condições de absorver os alunos que subiram para o ensino fundamental, já que faz o atendimento de excedentes e esclarece: “nós não temos onde colocar essas crianças, estamos com nossa capacidade esgotada e não fizemos expansão porque já atendemos 20% a mais do que seria de nossa responsabilidade” explica Solimara.


Apesar de não determinar um prazo, o secretário Ságuas que mantem boas relações com o prefeito Marino Franz fez questão assegurar seu empenho para tornar possível ainda para este ano a construção da nova escola estadual. O projeto prevê um prédio no mesmo padrão da escola Dom Bosco, com 18 salas de aula, o que ajudaria a desafogar o sistema municipal.

O prefeito Marino Franz conhece Ságuas Moraes desde que foi prefeito em Juína e observa que ele conhece bem o sistema de gestão educacional no município e acredita que haverá realmente um dedicação maior para tornar realidade a nova escola. “Além do nosso bom relacionamento pessoal, o secretário Ságuas Moraes (PT que também esteve a frente do processo de eleição da presidente Dilma em Mato Grosso visitou várias vezes nosso município e eu que acreditei no projeto abracei a campanha nacional, então já temos uma jornada política que nos aproxima e isso é favorável para realizarmos importantes projetos, principalmente na área da educação a qual o Ságuas tem grande conhecimento e sabe das necessidades, explica Marino.

quinta-feira, 17 de maio de 2012

Projeto desenvolvido em escola municipal de Lucas é destaque na Revista Nova Escola

Em 17 de maio de 2012 as 09h16

O projeto “Matemática também é questão de cidadania”, começou em sala de aula com os alunos do 4º ano, mas envolveu toda a Escola Municipal Menino Deus.

Fonte: Ascom/Marcello Paulino

 
Crédito: Divulgação
Mais uma vez a educação pública de Lucas do Rio Verde é destaque no cenário nacional. Desta vez, um projeto desenvolvido em uma das escolas da rede municipal foi tema de reportagem na Revista Nova Escola, uma das mais importantes do País, no segmento de educação.

Intitulada “O que vai para o prato e para o lixo”, a reportagem aborda o projeto “Matemática também é questão de cidadania”, desenvolvido em 2010, com os alunos do 4º ano da Escola Municipal Menino Deus. A coordenadora, professora Anair Bongiovani explica que o projeto consiste em várias iniciativas, que vão desde a redução do desperdício de alimentos a construção de uma horta.

Segundo a professora, o projeto surgiu da observação do grande volume de alimentos que eram desperdiçados todos os dias com a merenda escolar. Com aproximadamente 700 alunos matriculados, eram jogados fora por dia em média 30 quilos de alimentos, volume que foi reduzido para 4 quilos em poucos meses.

A coordenadora explica que uma das primeiras ações foi a conscientização dos alunos, mostrando através da pesagem dos alimentos o quanto era descartado diariamente e o quanto poderia ser reduzido, caso os estudantes aprendessem a servir apenas o que vão comer.

Outra iniciativa foi a construção de uma composteira e a transformação dos alimentos descartados em adubo orgânico, utilizados na horta da escola.

De acordo com ela, além de conscientizar os alunos, o projeto serviu como pano de fundo para vários trabalhos nas disciplinas de matemática, geografia e ciências. “Eu consegui trabalhar cálculos matemáticos, gráficos, interpretação de texto e questões relacionadas ao meio ambiente de uma forma mais atraente e com certeza, o aprendizado foi melhor.”

Satisfeita com o resultado do trabalho em sala de aula, Anair revela que o projeto conseguiu ir muito mais longe do que ela esperava. “Com o envolvimento dos alunos, conseguimos mostrar o quanto era descartado diariamente e mudamos os hábitos de toda a escola.”
Fonte: Expressomt

segunda-feira, 16 de abril de 2012

Publicada lei que declara Paulo Freire patrono da educação brasileira

16/04/2012 - 9h13
Christina Machado
Repórter da Agência Brasil
Brasília - O Diário Oficial da União publica hoje (16) a lei que declara o educador Paulo Freire patrono da educação brasileira. O projeto de lei foi aprovado no início de março pela Comissão de Educação, Cultura e Esporte do Senado, em decisão terminativa, por unanimidade
.
Paulo Reglus Neves Freire (1921-1997) foi educador e filósofo. Considerado um dos principais pensadores da história da pedagogia mundial, influenciou o movimento chamado pedagogia crítica. Sua prática didática fundamentava-se na crença de que o estudante assimilaria o objeto de análise fazendo ele próprio o caminho, e não seguindo um já previamente construído.

Freire ganhou 41 títulos de doutor honoris causa de universidades como Harvard, Cambridge e Oxford. Foi preso em 1964, exilou-se depois no Chile e percorreu diversos países, sempre levando seu modelo de alfabetização, antes de retornar ao Brasil em 1979, após a publicação da Lei da Anistia.
Edição: Talita Cavalcante

domingo, 15 de abril de 2012

Prefeitura de Lucas do Rio Verde lança programa de qualificação profissional nesta segunda-feira (16

Ascom/Marcello Paulino
São oferecidas 500 vagas em nove cursos diferentes. As inscrições começam amanhã (16) e seguem até 16 de maio. A previsão é que as aulas comecem efetivamente em julho.

Clique para abrir a foto
A partir da próxima semana, a Prefeitura de Lucas do Rio Verde dá a largada ao Projovem Trabalhador – Juventude Cidadã. O programa do Ministério do Trabalho e Emprego, que visa a qualificação profissional de jovens, será lançado oficialmente nesta segunda-feira, às 9h, no Paço Municipal.
São oferecidas 500 vagas em nove cursos de capacitação nas áreas do  agronegócio, construção civil, indústria, turismo e serviços. As inscrições serão realizadas de 16 de abril a 16 de maio, pessoalmente na prefeitura, através do site www.lucasdorioverde.mt.gov.br, nas escolas municipais Vinícius de Moraes e Cecília Meireles e também na Escola Estadual Dom Bosco.
Podem participar jovens de 18 a 29 anos de idade, que estejam desempregados e tenham concluído ou esteja cursando o ensino fundamental ou médio. O secretário municipal de Desenvolvimento Econômico, Fábio Raabe explica que os cursos terão seis meses de duração e foram escolhidos de acordo com as necessidades do município.
O Projovem Trabalhador é totalmente gratuito e a previsão é que as aulas comecem no mês de julho. Para dar mais um incentivo aos jovens, o governo federal ainda irá conceder uma bolsa no valor de R$ 100, depositados mensalmente na conta bancária dos alunos que estiverem efetivamente frequentando as aulas.
No entanto, Raabe ressalta que para que o programa seja realizado no município, é necessário que todas as vagas sejam preenchidas. Se não, o recurso de aproximadamente R$ 1 milhão deverá ser devolvido ao governo  federal.  
Em todo o Estado de Mato Grosso serão investidos R$ 19 milhões em 10.200 bolsas de estudo. Além de Lucas do Rio Verde, os municípios de Cuiabá, Várzea Grande, Rondonópolis, Água Boa e Jaciara foram contemplados.  
Em contrapartida aos investimentos do governo federal, o poder  público local terá a responsabilidade de executar o projeto e ainda garantir que pelo menos 30% dos alunos sejam inseridos no mercado de trabalho.
Saiba mais
Serão oferecidos os cursos de Administração (45 vagas), Agroextrativista (20 vagas), Construção e Reparos (180 vagas), Metalmecânica (50 vagas), Madeira e Móveis (50 vagas), Serviços Domiciliares (25 vagas), Beleza e Estética (25 vagas), Informática e Telefonia (55 vagas) e Turismo e Hospitalidade (50 vagas). Outras informações 65 3549 8300 begin_of_the_skype_highlighting            65 3549 8300      end_of_the_skype_highlighting.

quarta-feira, 11 de abril de 2012

INDIGNAÇÃO.

                        
   Eu fico indignada com o posicionamento de alguns professores. Fico roxa quando ouço: “É melhor receber este salário do que nenhum”.
Este tipo de opinião só demonstra o grau de acomodação e alienação da grande maioria da classe.
Na minha “angustia paro para refletir e chego a triste conclusão:” são pouquíssimos professores que arregaçam as mangas e vão à luta por melhores salários e condições mais dignas de trabalho.

    Este pequeno grupo briga, grita se preciso for para mostrar o seu real valor.  Entretanto a maioria tem medo de protestar, de participar de movimentos sindicais. 
 Muitos se habituam a mesmice tanto do ponto de vista financeiro, quanto pedagógico. Seguem sem reclamar. Às vezes quando o fazem, são às escondidas, nos cochichos, com medo de serem ouvidos.

     Eu me pergunto: Como pode um professor deste falar de cidadania para os seus alunos?  Se mesmo não consegue se quer botar para fora suas angustias, seus medos e  o seu querer? Que tipo de ensinamento passa para os alunos?  A pedagogia do conformismo?
      É muito triste ver e ouvir colegas de trabalho com medo  de falarem o  que pensam. Muitos falando as escondidas e o que é pior, para a pessoa errada.
   " Este tipo de comportamento só reforça uma educação alienada, um produto, falsificado,  que apesar de ter um bom rótulo na realidade ainda está muito longe do ideal ". Para isto, basta lembrar os milhões de analfabetos funcionais que se multiplica por todo país.

     LEVANTE A CABEÇA PROFESSOR E MOSTRE O SEU VALOR!

 Autora:  Maria Dalva de Oliveira Fernandes