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quarta-feira, 21 de novembro de 2012

Governo aumentará preço dos combustíveis no momento certo, diz Mantega


21/11/2012 - 17h05

Mariana Branco
Repórter da Agência Brasil
Brasília - O ministro da Fazenda, Guido Mantega, disse hoje (21) que o governo aumentará o preço dos combustíveis "no momento certo". O ministro disse que não há demanda da Petrobras por um reajuste de até 15% para 2013. "Não há demanda nenhuma da Petrobras. A Petrobras não tem dificuldade de caixa, tem o maior caixa de todas as empresas brasileiras", disse.
Mantega deu as declarações em resposta à matéria do jornal Folha de S.Paulo publicada nesta quarta-feira, informando que executivos da Petrobras solicitam o aumento a fim de garantir investimentos. "Ela [Petrobras] não tem dificuldade de investimento, pelo contrário. A dificuldade é a de os fornecedores entregarem o produto que foi comprado. Nós temos brigado para que eles entreguem as sondas, as plataformas, os navios para que a gente possa fazer a exploração do petróleo", disse o ministro.
Segundo Mantega, o governo está satisfeito porque o preço do combustível vem se sustentando sem aumentos. Ele destacou que houve renúncia à arrecadação da Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico (Cide) para os combustíveis a fim de garantir que o preço da gasolina e derivados ficasse nos mesmos patamares.
O ministro comentou ainda o dólar valorizado em relação ao real, operando na faixa de R$ 2,09. "O câmbio está flutuando. A maioria das moedas desvalorizou porque houve uma apreensão maior com a situação das economias europeia e americana. Ele[real] está na sua trajetória normal. É uma tendência internacional que nós estamos acompanhado", disse.
Edição: Fábio Massalli

terça-feira, 30 de outubro de 2012

Estados e municípios não deverão cumprir meta de esforço fiscal em 2012, diz secretário do Tesouro


29/10/2012 - 17h42
Wellton Máximo
Repórter da Agência Brasil
Brasília – Os estados e municípios não deverão cumprir a meta de superávit primário – economia para pagar os juros da dívida pública – este ano, admitiu hoje (29) o secretário do Tesouro Nacional, Arno Augustin. Segundo ele, a crise econômica interferiu nas receitas das prefeituras e dos governos estaduais e impedirá esses entes públicos de economizar os R$ 42,85 bilhões estipulados para 2012.
“Os estados e municípios tendem a dar primário abaixo do previsto. A programação é nesse sentido. Minha estimativa, para estados e municípios, é de não cumprimento [da meta de superávit primário]. Isso tem a ver com as medidas normais em um ano de receitas baixas”, disse o secretário ao explicar o resultado primário de R$ 1,256 bilhão em setembro, o menor para o mês desde 2009.
De acordo com Augustin, as medidas de ajuda aos estados e municípios também dificultarão o cumprimento da meta. Isso porque o governo federal tem estimulado a manutenção dos investimentos das prefeituras e pelos governos estaduais, o que contribui para que os gastos não caiam. “Temos alguns programas de financiamento, que trabalhamos ao longo do ano, que têm por objetivo sustentar o investimento destes entes”, completou o secretário.
A meta fiscal para os estados e municípios prevista na Lei Orçamentária deste ano corresponde a R$ 42,85 bilhões. O Governo Central (União, Previdência Social e Banco Central) tem de economizar R$ 96,97 bilhões, o que totaliza um superávit primário de R$ 139,82 bilhões para o setor público, equivalente a 3,1% do Produto Interno Bruto (PIB).
Caso os estados e municípios não alcancem a meta, o Tesouro Nacional tem de fazer uma economia extra e compensar a diferença. No entanto, o superávit primário de janeiro a setembro do Governo Central totaliza R$ 54,7 bilhões, 27,3% abaixo do valor obtido nos mesmos meses do ano passado e equivalente a 56% da meta de R$ 96,97 bilhões fixada para a União.
Apesar de o Governo Central precisar economizar R$ 42,2 bilhões nos últimos três meses do ano para alcançar a meta cheia, sem contar um eventual reforço para compensar os estados e municípios, Augustin reiterou que o Tesouro Nacional continua mirando a meta cheia. Ele voltou a descartar a possibilidade de o governo federal usar o mecanismo que permite abater os gastos com o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) do esforço fiscal, que diminuiria o superávit a ser alcançado.
“Nos últimos meses, o superávit primário foi fraco, mas haverá recuperação das receitas nos meses subsequentes. Esperamos um resultado forte para outubro e para dezembro porque são meses em que há grande concentração de pagamento de impostos [que impulsionam a receita do Tesouro Nacional]”, declarou.
Na avaliação do secretário, as medidas de estímulo à economia anunciadas no início e no meio do ano somente agora começarão a fazer efeito de forma mais intensa. Apesar de várias dessas ações envolverem desonerações (redução de impostos que diminuem a receita do governo), Augustin assegurou que a arrecadação voltará a reagir nos próximos meses. “Nossa prioridade ao longo de 2012 tem sido medidas para melhorar a economia. Existe uma defasagem para elas fazerem efeito, mas os fatos econômicos indicam que haverá recuperação das receitas”, disse.
Fonte: Agencia Brasil

sábado, 13 de outubro de 2012

Agricultura deve gerar R$ 38 bilhões de renda em MT, diz ministério


13 de Outubro, 2012 - 08:33

Estima-se que o aumento das safras agrícolas deverá desencadear a quebra de recordes produtivos e conseqüentemente o aumento da renda dos produtores mato-grossenses. Segundo dados da projeção do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), estima-se que a rentabilidade da produção agrícola seja 23,1% superior este ano em comparação com o ano passado.Assim, o Estado de Mato Grosso se mantém na liderança em relação aos demais estados do país, em termos de rendimento agrícola, por meio do Valor Bruto da Produção.O chamado VBP corresponde à renda total bruta produzida pelo campo. Soja (R$ 22,3 bilhões), milho (R$ 7,4 bilhões) e algodão (R$ 6,2 bilhões) são os produtos que mais vão contribuir com a geração de renda na agricultura em termos financeiros, de acordo com o Mapa.

Beneficiado por um cenário favorável, o estado conseguiu alavancar a produção agrícola dos três itens. Somente a produção de milho (2ª safra) cresceu 107% na atual temporada e bateu a barreira das 15 milhões de toneladas. Enquanto isso, algodão em pluma (+12%) e soja (+7%) somaram mais de 1 milhão de tonelada e 21,8 milhões de toneladas, respectivamente.

Somente Mato Grosso será responsável em 2012 por gerar 16,4% de toda renda bruta agrícola no país.

No Brasil a renda bruta deve atingir neste ano R$ 235,5 bilhões. Segundo o Mapa, o ano será favorável para o milho (29,2%), algodão (23,5%), feijão (16,6%), soja (16,4%), cebola (14%) e trigo (7,3%).

Por sua vez, laranja (-45,4%), tomate (-45,4%), batata-inglesa (-32,8%), mandioca (-13,6%), uva (-12,2%) e arroz (-8,6%) serão os produtos com maior redução da produção.

Da Redação
Fonte: NN

sábado, 15 de setembro de 2012

Brasileiros passaram a comprometer mais de seus orçamentos com saúde


14/09/2012 - 10h01

Vitor Abdala
Repórter da Agência Brasil
Rio de Janeiro – O gasto dos brasileiros com saúde aumentou de 7% do orçamento familiar, no período de 2002 e 2003, para 7,2%, em 2008 e 2009. Os dados fazem parte da Pesquisa de Orçamentos Familiares 2008-2009 – Perfil das Despesas do Brasil, divulgada hoje (14) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
O aumento nesse tipo de despesa foi puxado pelas regiões Sudeste, cujos gastos passaram de 7,5% para 7,9% no período, e Sul, que passou de 6,6% para 7%. Já nas outras regiões, os gastos com saúde passaram a representar uma parte menor de seus orçamentos: Nordeste (que passaram de 5,4% para 4,9%), Nordeste (de 6,6% para 6,5%) e Centro-Oeste (de 6,8% para 6,4%).
Em termos absolutos, o brasileiro gastava, em média, R$ 153,81 por mês com saúde no período de 2008 e 2009. Na Região Sudeste, o gasto é maior: R$ 198,89. Já a Região Norte é o local onde os brasileiros gastam menos: R$ 82,22. Há diferença também entre áreas urbanas e rurais: os moradores das cidades gastam R$ 167,58 por mês, mais que o dobro gasto pelos moradores do campo (R$ 79,19).
A maior parte dos orçamentos de saúde dos brasileiros é gasta com remédios (48,6%) e planos de saúde (29,8%). Outras despesas representam menos de 5%, cada um, como consulta e tratamento dentário, consultas médicas e hospitalização.
Tanto os gastos com remédios quanto com planos de saúde aumentaram em relação ao período de 2002 e 2003, quando os itens representavam, respectivamente, 44,9% e 25,9% dos orçamentos destinados à saúde.
Na pesquisa de 2008 e 2009, o IBGE observou que há diferenças nos gastos com saúde por faixas de renda. As famílias de menor rendimento gastaram 74,2% de seus orçamentos de saúde com remédios, enquanto para aqueles de maior renda, os remédios representaram apenas 33,6% dos gastos com saúde.
“A gente vê que os remédios tiveram maior peso para as famílias com os menores rendimentos. Por outro lado, as despesas com planos de saúde são muito maiores para as famílias de maior rendimento”, afirma o pesquisador do IBGE José Mauro Freitas.
A Pesquisa de Orçamentos Familiares é realizada de cinco em cinco anos pelo IBGE e analisa a composição orçamentária das famílias brasileiras, investigando hábitos de consumo, alocação de gastos e distribuição dos rendimentos.

sexta-feira, 31 de agosto de 2012

Salário mínimo em 2013 será R$ 670,95, determina Ministério do Planejamento


30/08/2012 - 17h09

Luciene Cruz, Stênio Ribeiro e Wellton Máximo
Repórteres da Agência Brasil
Brasília – O Ministério do Planejamento fixou em R$ 670,95 o valor do salário mínimo a partir de janeiro de 2013. Essa é a proposta que o governo federal incluiu no Projeto de Lei Orçamentária Anual (Ploa) enviado hoje (30) ao Congresso Nacional. O novo valor é 7,9% maior que os R$ 622 pagos atualmente.
A Ploa traz a previsão de gastos do governo para o próximo ano. O novo valor do mínimo passa a ser pago a partir de fevereiro, referente ao mês de janeiro. O reajuste inclui a variação de 2,7% do Produto Interno Bruto (PIB) de 2011 e a estimativa de que a inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) previsto para o ano de 5%.
A estimativa do governo é que cada R$ 1 de avanço no mínimo gere despesas de R$ 308 milhões ao governo. Com isso, o aumento de R$ 48 concedido pelo governo causará impacto de cerca de R$ 15,1 bilhões aos cofres públicos.
O INPC é o índice utilizado nas negociações salariais dos sindicatos e faz parte do acordo de evolução do salário mínimo fechado entre governo e centrais sindicais
Edição: Fábio Massalli
 Fonte Agencia Brasil

quarta-feira, 8 de agosto de 2012

Receita libera hoje consulta ao terceiro lote de restituições do IR 2012

08/08/2012 - 6h33

Daniel Lima

Repórter da Agência Brasil
Brasília - A Receita Federal abre hoje (8), às 9h, a consulta terceiro lote de restituições do Imposto de Renda Pessoa Física (IRPF) 2012. Serão creditadas restituições para 2.286.395 contribuintes, com correção de 3,06%. O dinheiro será depositado no banco na próxima quarta-feira (15). Para saber se está no lote, o contribuinte deverá acessar a página da Receita na internet ou ligar para o Receitafone (146).
Também há restituições que caíram na malha fina em 2011, 2010, 2009 e 2008. No total, serão depositados R$ 2,2 bilhões, dos quais R$ 2,134 bilhões se referem ao exercício de 2012.
Para o exercício de 2011, serão creditadas restituições para 16.051 contribuintes, com correção de 13,81%. Do lote de 2010, serão creditadas restituições para 7.664 contribuintes, corrigidas em 23,96%. Em relação ao lote residual de 2009, serão creditadas restituições para um total de 5.427 contribuintes, corrigidas em 32,42%. No caso do de 2008, serão creditadas restituições para 2.582 contribuintes, com correção de 44,49%.
Se a restituição não for creditada no banco, o contribuinte poderá entrar em contato com qualquer agência do Banco do Brasil ou ligar para a Central de Atendimento da instituição por meio do telefone 4004-0001 (capitais),             0800-729-0001       (demais localidades) e             0800-729-0088       (pessoas com deficientes auditivos), para agendar o crédito em conta-corrente ou poupança, em seu nome, em qualquer banco.
Edição: Juliana Andrade

segunda-feira, 6 de agosto de 2012

Candidatos e presidente do DEM batem boca e trocam ofensas por caixa de campanha


Da Redação - Lucas Bólico/ Da Reportagem Local - Jonas Da Silva
Foto: Ilustração
Candidatos e presidente do DEM batem boca e trocam ofensas por caixa de campanha
Dez candidatos a vereador do DEM provocaram uma crise interna no partido ao questionar a direção sobre repasse de recursos para a campanha municipal. Eles estão reunidos com o presidente municipal do DEM, Leonardo Leão. Durante cerca de 1 hora, os candidatos Muvuca, Ivan Paduim e os professores Euclides de Lima e Ana Ribeiro discutiram com Leão.

Lúdio Cabral e Faiad classificam iniciativa de Mendes como um ato de covardia

Foram ditas palavras de baixo calão e foram feitas cobranças. “Você é um moleque, você é um bosta”, disse Leonardo ao responder Muvuca sobre questionamento de falta de recursos. “Vou fazer outra acusação, você está pegando dinheiro daqui e colocando na campanha de Lucimar [Campos, em Várzea Grande]”, rebateu Muvuca.

O presidente do DEM informou que recebeu recurso oficialmente na sexta-feira e depositou no comitê financeiro. “Esse recurso é para fazer santinho, alugar carro e gasolina”, declarou.

Os candidatos a vereador informam que foi repassado R$ 200 por semana para gasolina, quando na verdade seria R$ 300, de acordo com o combinado previamente. Eles informam que em um mês de campanha receberam apenas R$ 400.

Mais informações em instantes.
 Fonte Olhar Direto

quinta-feira, 26 de julho de 2012

Juros para pessoas físicas são os mais baixos da série histórica do BC

  Kelly Oliveira, Agência Brasil

“As famílias pagaram, em junho, a taxa de juros mais baixa da série histórica do Banco Central (BC), iniciada em julho de 1994. A taxa caiu 2,3 pontos percentuais em relação ao mês anterior e ficou em 36,5% ao ano. No caso das empresas, houve redução de 1,2 ponto percentual, para 23,8% ao ano.
De acordo com o BC, a inadimplência (como são considerados os atrasos superiores a 90 dias) caiu 0,1 ponto percentual tanto para empresas quanto para pessoas físicas. No caso das famílias, a taxa de inadimplência ficou em 7,8% e das empresas, em 4%.
O spread (diferença entre a taxa de captação de recursos pelos bancos e a cobrada dos clientes) caiu 2 pontos percentuais para 28,5 pontos percentuais. O spread das operações com empresas teve redução de 0,9 ponto percentual, para 15,9 pontos percentuais.”


terça-feira, 17 de julho de 2012

Seis capitais registram alta no IPC-S na segunda semana de julho

17/07/2012 - 9h15

Vitor Abdala
Repórter da Agência Brasil
Rio de Janeiro – O Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC-S) teve alta em seis das sete capitais pesquisadas pela Fundação Getulio Vargas (FGV), entre a primeira e a segunda semanas de julho deste ano. O maior aumento da taxa foi observado em Brasília: 0,13 ponto percentual, ao passar de 0,16% na primeira semana para 0,29% na semana seguinte.
Já Salvador é a única capital que teve queda na inflação medida pelo IPC-S no período: 0,26 ponto percentual, ao passar de 0,48% para 0,22%.
Mais quatro capitais tiveram alta na inflação, assim como Brasília: Rio de Janeiro (0,08 ponto percentual, ao passar de 0,41% para 0,49%), São Paulo (0,08 ponto percentual, ao passar de 0,09% para 0,17%), Belo Horizonte (0,01 ponto percentual, ao passar de 0,14% para 0,15%) e Porto Alegre (0,01 ponto percentual, ao passar de 0,08% para 0,09%).
Recife também teve acréscimo na taxa, mas continuou registrando deflação (queda de preços). A taxa passou de -0,07% para -0,03%, ou seja, um aumento de 0,04 ponto percentual. O IPC-S é medido semanalmente e registra a variação de preços no período de um mês. A média nacional na segunda semana de julho foi 0,22%, 0,03 ponto percentual acima da verificada na semana anterior.
Edição: Juliana Andrade
 FONTE> AGENCIA BRASIL

quinta-feira, 12 de julho de 2012

Copom diminui taxa básica de juros para 8% ao ano

11/07/2012 - 20h37

Stênio Ribeiro
Repórter da Agência Brasil

Brasília – A taxa básica de juros (Selic), que já era a mais baixa da história em 8,5%, caiu hoje (11) mais um pouco, e a partir de amanhã (12) será 8% ao ano, valendo pelos próximos 45 dias. A oitava diminuição seguida da taxa, que serve de parâmetro para os juros da economia, foi anunciada há pouco pelo Comitê de Política Monetária (Copom), ao fim da quinta reunião do colegiado de diretores do Banco Central (BC) no ano.
O Copom reduziu a Selic, de 8,5% para 8% ao ano, porque entendeu que no momento “permanecem limitados os riscos para a trajetória de inflação”. Além disso, o colegiado de diretores do BC considera que a contribuição do setor externo tem sido desinflacionária, em razão da fragilidade da economia global.
O diagnóstico faz parte da nota que o comitê divulgou logo após o término da reunião, e acrescenta que em virtude da ausência de pressões inflacionária decidiu, por unanimidade, prosseguir o processo de ajuste das condições monetárias. Com isso, deixa em aberto a possibilidade de novas reduções nas reuniões futuras.
A taxa de 8% é a mais baixa da história do Copom, criado em 1996,  vale para os próximos 45 dias, uma vez que a decisão foi "sem viés". Significa dizer que a taxa básica de juros não poderá mudar até a próxima reunião do comitê, agendada para os dias 28 e 29 de agosto.
A decisão era esperada pela maioria dos analistas financeiros que todas as semanas são consultados pela pesquisa boletim Focus do BC. Alguns torciam, inclusive, por uma redução mais ousada, para 7,75%, por entenderem que o cenário atual, de inflação em queda e atividade econômica fraca, cria condições favoráveis para o BC afrouxar, tanto quanto possível, a política monetária.
A taxa Selic caiu 4,5 pontos percentuais nas oito reuniões que o Copom realizou do final de agosto de 2011 até hoje, o que resulta em uma queda de 36%. Essa redução, porém, não foi acompanhada na mesma proporção pelo sistema financeiro nacional (SFN), em que pese a determinação governamental, no último mês de abril, para que os bancos oficiais baixassem seus juros como forma de estimular os bancos privadas a fazerem o mesmo.
Pesquisa da Fundação Procon de São Paulo mostra que, com base nos dados dos sete maiores bancos do país, mesmo considerando as reduções feitas pela Caixa Econômica Federal e pelo Banco do Brasil, os juros nos bancos caíram muito pouco nos últimos 12 meses: 6,30% na taxa média mensal do empréstimo pessoal, que estava em 5,50% no mês passado, e 12,55% na taxa média do cheque especial, que era 8,36%. Esta é mais alta, em um mês, do que a Selic anual.
 Fonte: Agencia Brasil

sexta-feira, 22 de junho de 2012

Petrobras anuncia aumento da gasolina e do diesel nas refinarias, mas preço não sobe nas bombas


22/06/2012 - 19h11

Repórter da Agência Brasil
Brasília – A gasolina e o diesel vão ficar mais caros nas refinarias. A Petrobras anunciou há pouco um reajuste de 7,83% para a gasolina e 3,94% para o diesel. O aumento, no entanto, não terá impacto sobre o preço nas bombas porque a equipe econômica zerou a alíquota da Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico (Cide) para os dois combustíveis.
Em nota oficial, o Ministério da Fazenda anunciou a diminuição do imposto para evitar que o aumento chegue aos consumidores e afete a inflação. A pasta não informou o impacto da desoneração sobre os cofres públicos.
“Para neutralizar os impactos dos reajustes dos preços da gasolina e do diesel anunciados pela Petrobras, o governo federal decidiu reduzir a zero as alíquotas da Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico incidente na comercialização destes combustíveis. Dessa forma, os preços, com impostos, cobrados das distribuidoras e pagos pelos consumidores não terão aumento”, informou o comunicado.
Desde novembro do ano passado, o litro da gasolina pagava R$ 0,091 de Cide. Para o óleo diesel, a alíquota era R$ 0,047 por litro.
 Edição: Aécio Amado
Agencia Brasil

quinta-feira, 24 de maio de 2012

Banco Central desmente Miriam Leitão

  No telejornal "Bom Dia Brasil" da TV Globo, desta quarta-feira (23), Miriam Leitão (ou os banqueiros, tanto faz) inventou essa lorota:


"...um levantamento do Banco Central mostra dados preocupantes. Quase metade da renda anual dos brasileiros já está comprometida com dívidas". 


O diretor de Política Econômica do Banco Central, Carlos Hamilton Araújo, em entrevista, desmentiu esse número.

O mais recente boletim do Banco Central mostra que 21,99% da renda mensal das famílias estavam comprometidos com o pagamento de dívidas, e não 50% como afirmou Leitão (ou os banqueiros).

E o mais importante: teve queda, pois chegou a 22,5% no final do ano passado.

É preciso lembrar que nesses números incluem financiamentos da casa própria que, se não houvesse, obrigaria ao pagamento de aluguel, não aliviando em nada o orçamento familiar.

Carlos Hamilton ainda afirmou que o endividamento das famílias brasileiras é menor que em outras economias sustentáveis, e que “a queda nas taxas de juros vai tornar mais leve o carregamento das dívidas”.



fonte: Amigos do Presidente Lula

segunda-feira, 14 de maio de 2012

Governo encaminha ao Congresso medida provisória com reajuste para servidores


 O Ministério do Planejamento encaminhou ao Congresso Nacional a Medida Provisória 568 para assegurar o pagamento de acordos fechados com os servidores federais no ano passado. De acordo com o ministério, serão beneficiados 937.675 servidores, entre ativos, aposentados e pensionistas. O valor, com as medidas, ficou estimado em R$ 1,5 bilhão neste ano e está previsto na Lei Orçamentária Anual (LOA) de 201
Fonte; Agencia Brasil

quinta-feira, 19 de abril de 2012

Copom reduz taxa básica de juros para 9% ao ano

19/04/2012 - 20h08

Stênio Ribeiro
Repórter da Agência Brasil
Brasília – O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central repetiu hoje (18) a dosagem de 0,75 ponto percentual (pp) aplicada em março e reduziu, por unanimidade, sem viés, a taxa básica de juros (Selic) de 9,75% para 9% ao ano.
Na ata da reunião anterior do colegiado de diretores do Banco Central (BC), a redução de 0,75 pp já havia sido sinalizada. A maioria dos analistas financeiros também manifestou a expectativa no boletim Focus, divulgado na última segunda-feira (16), pela autoridade monetária.
Foi a sexta redução consecutiva na taxa básica de juros desde o final de agosto do ano passado, quando a Selic estava em 12,5% e o Copom cortou 0,5 pp, dando início ao processo de afrouxamento da política monetária. A decisão dividiu a diretoria do BC à época e surpreendeu a maioria dos analistas financeiros, que apostavam na manutenção dos juros de então, depois de cinco altas, a partir de janeiro de 2011, quando a Selic estava em 10,75%.
Agora, o mercado trabalha com a expectativa de que o BC mantenha a Selic estável pelo resto do ano, do modo a avaliar os efeitos dos juros mais baixos em um ambiente sem pressões inflacionárias, apesar das preocupações com a crise econômica internacional. A leitura mais aprofundada do cenário econômico interno e externo, no entanto, só será conhecida com a divulgação da ata da reunião de hoje na próxima quinta-feira (26).
Edição: Lana Cristina
 

sábado, 14 de abril de 2012

Governo mantém disposição de negociar reajuste de servidor público só em 2013

A morte abrupta do secretário de Relações do Trabalho do Ministério do Planejamento, Duvanier Paiva, em janeiro, fez com que Sérgio Mendonça assumisse o cargo em meio a ameaças de greve no serviço público federal.

 A paralisação está prevista para o início de maio, mas, diante do cenário de crise econômica, a ordem é “cautela”, diz Mendonça. “Qualquer crescimento da despesa com a folha de pagamento não deve ultrapassar a relação com o PIB.” Segundo o secretário, o governo só negociará reajuste com os servidores em 2013

sexta-feira, 6 de abril de 2012

Bancos privados acham que brasileiro é otário

A presidenta Dilma resolveu enquadrar os bancos e atacar os juros escorchantes cobrados dos clientes, como medida para aquecer o mercado interno, pois menos juros, mais dinheiro no orçamento familiar para poder consumir melhor, reformar a casa, comprar algo que faltava, ou substituir o que está funcionando mal, etc. Não é preciso dizer que isso faz a roda da economia girar e gerar empregos.


Os bancos estatais BNB, Banco do Brasil e a Caixa Econômica Federal já anunciaram redução de até 75% sobre os juros cobrados dos clientes - pessoas físicas e empresas.

O BB reduziu os juros do crédito rotativo do cartão de crédito de 12,25% para 3% ao mês. No crédito para financiamento de veículos, os juros caíram de 1,70% para 0,99% ao mês (nos bancos privados essa taxa varia de 1,73% a 1,85% ao mês). Nas linhas de crédito para consumo em lojas deve cair para menos de 2%.

Os bancos públicos ainda vão estimular a troca de financiamento mais caros antigos, pelos novos com juros menores. Estas medidas devem levar muita gente a trocar de banco. Já pensou pagar uma prestação menor sobre um financiamento já existente?

Os bancos privados estão catimbando diante da ofensiva, e a FEBRABAN quer fazer lobby no Planalto na semana que vem.

No jornalão "O Globo", defensor dos bancos com o blá-blá-blá de que o valor das ações caem se os juros caírem, saiu essa pérola:
"Eles [bancos privados] acreditam ainda que, mesmo com os cortes significativos nas taxas cobradas pelos bancos públicos, não vão perder clientes, porque há uma resistência natural em trocar de banco."
Pode até ter algumas pessoas acomodadas e outras com outros motivos que justifiquem não mudar de banco, mas diante dessa forma dos bancos privados tratarem os brasileiros, mudar para um banco público virou um ato de AÇÃO POLÍTICA, pela melhor distribuição de renda, de atitude pela prosperidade da nação e até de patriotismo, mesmo para quem não esteja utilizando financiamento.

Se os mais esclarecidos mudarem para os bancos públicos, mesmo sem precisar, ajudarão os mais vulneráveis ou receosos, pois ao sentir a perda de clientes, os bancos privados acompanharão a queda de juros.

Fonte: Amigos do presidente Lula

terça-feira, 3 de abril de 2012

Pacote de ajuda à indústria custará R$ 60,4 bilhões para o governo em 2012

03/04/2012 - 16h50
Wellton Máximo e Luciene Cruz
Repórteres da Agência Brasil

Brasília – O pacote de ajuda à indústria custará R$ 60,4 bilhões para o governo em 2012, informou, há pouco, o secretário executivo do Ministério da Fazenda, Nelson Barbosa. A quantia vem tanto de reduções de impostos quanto da ampliação do orçamento de linhas de crédito e de aportes do Tesouro Nacional a bancos oficiais.
Desse montante, a maior quantia virá dos R$ 45 bilhões que o Tesouro emprestará ao Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). O dinheiro ampliará o capital da instituição para os empréstimos da quarta versão do Programa de Sustentação do Investimento (PSI) e começará a ser repassado em abril por meio de títulos públicos emitidos pelo Tesouro.
Por meio dessa operação, o Tesouro emite títulos públicos, que são transferidos ao BNDES. O banco vende os papéis no mercado conforme a necessidade de capital para oferecer os empréstimos do PSI. Essa modalidade não envolve recursos do Orçamento Geral da União, mas a ampliação da dívida pública.
As reduções de tributos farão o governo deixar de arrecadar R$ 3,1 bilhões neste ano. Barbosa explicou que a conta inclui as desonerações para a linha branca (eletrodomésticos) e alguns tipos de materiais de construção, anunciadas na semana passada, e a da folha de pagamento para 15 setores de indústria, que terão impacto de R$ 4,9 bilhões nas receitas do governo.
Do impacto total, foi descontado R$ 1,3 bilhão referente ao aumento do Programa de Integração Social/Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (PIS/Cofins) para produtos importados, que reduzirá a renúncia fiscal para R$ 6,2 bilhões por ano. Levando em consideração que a desoneração da folha de pagamento só entrará em vigor em julho, o valor final do impacto das medidas tributárias para 2012 ficou em R$ 3,1 bilhões.

O pacote envolve ainda R$ 3,9 bilhões previstos no orçamento para as compras do governo federal. A quantia será usada nas compras de produtos nacionais, que terão margem de preferência de até 25% sobre similares importados, ou seja, os produtos nacionais que forem até 25% mais caros que os concorrentes importados terão preferência nas licitações.

Barbosa informou ainda que R$ 1,9 bilhão vêm da ampliação do orçamento do Programa de Financiamento à Exportação (Proex) e R$ 6,5 bilhões, da equalização de juros em linhas de crédito do BNDES. Pelo mecanismo de equalização, o Tesouro cobre os juros mais baratos oferecidos pelo banco oficial.
Edição: Nádia Franco

quinta-feira, 22 de março de 2012

Maioria dos brasileiros está na classe C

No ano passado, 2,7 milhões de brasileiros deixaram as classes D e E e passaram para a classe C. Além disso, 230 mil saíram da classe C e foram para as faixas mais ricas (A e B). Em 2011, a maioria da população (54%) fazia parte da classe C, uma mudança em relação a 2005, quando 51% estavam na classe D/E. Em 2005, a classe A/B concentrava 15% dos brasileiros e, em 2011, o percentual foi para 22%, conforme a pesquisa Observador Brasil 2012, feita pela empresa Cetelem BGN, do Grupo BNP Paribas, em parceria com o instituto Ipsos Publics Affairs

segunda-feira, 19 de março de 2012

Índice Firjan de Gestão Fiscal confirma Lucas do Rio Verde em 1º lugar entre os municípios de Mato Grosso

Ascom/Marcello Paulino
Com índice 0,85, o município também aparece em 25º lugar no ranking nacional, a frente de Sinop, Rondonópolis e Cuiabá.

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Pelo 5º ano consecutivo, Lucas do Rio Verde obteve o melhor desempenho entre os municípios de Mato Grosso, no quesito gestão fiscal. No estudo, realizado pela Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan), o município aparece com média 0,85, seguido de Sapezal (0,83) e Santa Rita do Trivelato (0,80).
O Índice Firjan de Gestão Fiscal (IFGF) tem como objetivo contribuir para o desenvolvimento de uma gestão pública eficiente e democrática, estimulando a cultura da responsabilidade administrativa e o maior controle social da gestão fiscal dos municípios.

Composta por cinco indicadores, Receita Própria, Pessoal, Investimentos, Liquidez e Custo da Dívida, a pesquisa tem com base informações orçamentárias e patrimoniais prestadas pelos próprios municípios e disponibilizadas pela Secretaria do Tesouro Nacional, referentes ao ano de 2010.
Com a média alcançada, Lucas do Rio Verde garante ao prefeito Marino Franz mais um título de “Excelência em Gestão”. No ano passado, o município foi destaque nacional como a única cidade fora do Estado de São Paulo, com melhor Índice de Desenvolvimento Municipal, também pela Firjan.
Ainda em relação ao IFGF, no ranking nacional, o município mato-grossense aparece em 25º lugar, índice superior ao de Sinop, Rondonópolis e Cuiabá, que ocupa o último lugar entre as capitais brasileiras.