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quinta-feira, 19 de junho de 2014

Pesquisa Ibope frustou investidores globais

Pesquisa Ibope frustou investidores globais


"Embora tenha sido feriado no Brasil, as ações de empresas brasileiras foram negociadas normalmente nos mercados internacionais; ADRs (recibos equivalentes a ações) da Petrobras caíram 2% em Nova York; para quem especula com ações torcendo contra a candidatura da presidente Dilma, a estabilidade dela na pesquisa Ibope, com 39% das intenções de votos, não agradou

Brasil 247

Apesar de revelar queda na popularidade da presidente Dilma Rousseff nesta quinta-feira (19), a pesquisa CNI/Ibope não animou quem investe nas ações das empresas brasileiras negociadas no exterior. Em dia sem negociações na Bovespa por conta do feriado de Corpus Christi, os investidores se mostraram pessimistas com os dados apresentados na nova pesquisa eleitoral e trouxeram reflexos nas ADRs (American Depositary Receipt) negociadas na Nyse da Petrobras (PETR3PETR4), Bradesco (BBDC3BBDC4), Itaú Unibanco (ITUB4) e Eletrobras (ELET3ELET6).

A relativa estabilidade da atual presidente na casa dos 39% das intenções de voto do eleitorado brasileiro, se usado como comparativo o último levantamento Ibope, não foi capaz de trazer um novo movimento eufórico nos papéis das empresas brasileiras. Ao contrário dos ralis eleitorais anteriores, com os investidores aproveitando para comprarmais ações a cada queda de Dilma na corrida às urnas, prevalece nesta sessão a maior aversão a riscos por boa parte do mercado - e esse movimento tem grandes chances de se refletir na abertura da Bovespa na volta do feriado.

Às 12h15 (horário de Brasília), os ADRs da Petrobras, sob os tickers PBR (para os ordinários) e PBR.A (equivalentes aos preferenciais), apresentavam queda entre 1,7% e 2,5%. Movimento negativo também foi visto nos papéis dos bancos Itaú Unibanco e Bradesco, ambas com perdas na casa de 1%. Nem mesmo os papéis da Eletrobras driblam o dia negativo. Após chegarem a registrar ganhos no pré-market e início do pregão regular, as ADRs EBR e EBR.B acumulam variações negativas similares às das ações da petrolífera. Vale lembrar que as ações das estatais costumam responder com mais sensibilidade aos resultados de pesquisas eleitorais, tendo em vista sua maior exposição a eventuais alterações no comando do País.

O indicador de mal humor do mercado com a pesquisa Ibope pode indicar abertura no vermelho para a Bovespa amanhã. No entanto, vale destacar que isso não necessariamente indica que o dia será de perdas para as principais ações da bolsa brasileira. De qualquer forma, ficar de olho no movimento das ADRs pode representar uma boa chance para antecipar o mercado e ganhar dinheiro com os movimentos das ações na volta do feriado no Brasil."
Fonte: Brasil Brasil

quinta-feira, 29 de maio de 2014

Cinco partidos declaram apoio à pré-candidatura de Taques

O prefeito Mauro Mendes, que esteve presente ao anúncio de adesão
RAFAEL COSTA
DO FOLHAMAX    

Anúncio ocorreu nesta quinta-feira, em Cuiabá, durante ato com prefeito Mauro Mendes

Cinco partidos anunciaram na tarde desta quinta-feira (29) apoio a pré-candidatura do senador Pedro Taques (PDT) ao governo do Estado. Trata-se do PV, PRB, PRP, PSC e PSDC, que contou com a presença de todos seus representantes.

O anúncio ocorreu no escritório político do vereador Lilo Pinheiro (PRP). O parlamentar, que é presidente do diretório estadual e presidente da juventude nacional do partido, afirmou que o partido segue a orientação nacional ao aliar-se ao PDT em Mato Grosso.

Taques não marcou presença no anúncio do apoio das legendas. Conforme sua assessoria de imprensa, ele estava em Brasília em um compromisso inadiável, mas estará presente na sexta-feira (30) durante a inauguração da nova sede do diretório estadual do PDT.

“Nacionalmente, o PRP decidiu apoiar a candidatura do Eduardo Campos (PSB) a presidência da República. Por isso, aceitamos convite do prefeito Mauro Mendes para agregar esse apoio ao Pedro Taques que consideramos ser uma renovação do cenário político de Mato Grosso”, disse.

O presidente do diretório estadual do PSC, Victório Galli, afirmou que o partido aposta em um novo modelo de gestão para Mato Grosso. “O senador Pedro Taques é uma opção confiável ao eleitor de Mato Grosso, conforme avaliado nas pesquisas, e estamos otimistas de construir um Estado mais justo socialmente”, afirma.

PR
O presidente do diretório estadual do PSB, prefeito de Cuiabá, Mauro Mendes, anunciou que ainda vai manter diálogos em busca do apoio do PR.

“O PR é um partido, e portanto, representa parte da sociedade. Nós vamos continuar dialogando porque entendo ser uma legenda importante para somar ao nosso projeto político”, garantiu.

Mendes ainda sinalizou que acredita também no apoio do PP diante das declarações das lideranças políticas da legenda em ter simpatia pelo projeto a ser encabeçado pelo PDT.

Em relação à escolha de vice-governador anteriormente programada para a segunda-feira (26), Mendes ressaltou que não há data definida e acredita somente numa definição de última hora.

“As conversas prosseguirão até o último instante e a definição deve sair mesmo um dia antes da data limite para as convenções partidárias que é 30 de junho”.

Anúncio ocorreu nesta quinta-feira, em Cuiabá, durante ato com prefeito Mauro Mendes

 Fonte Midia nwes

terça-feira, 20 de maio de 2014

Manifestantes que estavam em frente à Polícia Federal ‘comemorando’ a atuação da instituição com a deflagração da operação Ararath, chegaram a soltar fogos no momento em que o deputado José Riva (PSD) e o ex-secretário de Estado e atual presidente do Mixto Esporte Clube, Eder Moraes deixavam o local em comboio da POLICIA FEDERAL

Marechal Rondon

Da Reportagem Local- Laura Petraglia, Patrícia Neves e Jardel P. Arruda
Foto: Danilo Bezerra/ Olhar Direto
Riva e Eder são levados para aeroporto Marechal Rondon
18h31 - O deputado estadual José Riva e o ex-secretário de Estado Eder Moraes acabam de embarcar no avião da Polícia Federal. Segundo apurou o Olhar Direto, eles haviam voltado a entrar nas viaturas. A informação é de que iriam em outra aeronave, porém, depois de um tempo embarcaram no avião maior rumo a Brasília.

17h36 - 
Manifestantes que estavam em frente à Polícia Federal ‘comemorando’ a atuação da instituição com a deflagração da operação Ararath, chegaram a soltar fogos no momento em que o deputado José Riva (PSD) e o ex-secretário de Estado e atual presidente do Mixto Esporte Clube, Eder Moraes deixavam o local em comboio da Polícia Federal. Ambos seguirão em avião da Polícia Federal para Brasília, onde serão recambiados para uma unidade prisional por determinação do ministro Dias Tofolli, do STF.

17h28- 
Via assessoria de imprensa, o advogado do deputado José Riva (PSB),  Valber Mello,  informou que ainda não teve acesso aos autos de investigação e que ainda não sabe informar para qual unidade penitenciária em Brasília seu cliente será encaminhado. A defesa irá até Brasília para ter acesso aos autos.

17h12 - 
O deputado estadual José Riva (PSD) e  ex-secretário Eder Moraes seguem nesse momento para o aeroporto Marechal Rondon, em Várzea Grande. Eles deixaram a  sede da Polícia Federal em um comboio e irão embarcar em uma aeronave da instituição.  Ao sair do prédio, o deputado não falou com  à imprensa e ao entrar no veículo da Federal ele se mostrou incomodado. Já o ex-secretário Eder Moraes chegou a acenar para os jornalistas demonstrando confiança ao deixar à Superintendência. Ambos seguem para interrogatório em  Brasília onde devem ser cautelados em uma unidade penitenciária, conforme decisão do ministro Dias Tóffoli, do STF.

16h24 - 
O advogado do governador, Silval Barbosa (PMDB), Ulisses Rabaneda acaba de confirmar que foi efetuado o pagamento de fiança pelo chefe do Executivo pelo crime de posse ilegal de arma de fogo já que durante cumprimento de mandado de busca e apreensão, a Polícia Federal encontrou uma pistola (com registro vencido) no imóvel. Ulisses reiterou que o governador está tranquilo e que não entende o porquê do cumprimento de mandados de busca e apreensão, autorizado pelo ministro Dias Tóffoli, do STF. O valor do pagamento da fiança não foi informado pela defesa.

Rabaneda disse ainda que ao chegarem na residência, durante o cumprimento de mandado de busca  em um prédio de luxo no bairro Jardim das Américas, os policiais federais chegaram a questionar sobre a existência de armamento no local e Silval confirmou a existência da mesma e apresentou o registro, porém, vencido.  Ele informou ainda que o governador não irá para Brasília, como as demais pessoas detidas na ação. 

16h07- 
O governador Silval Barbosa (PMDB) acaba de deixar o prédio da Superintendência da Polícia Federal. Ele chegou
 por volta das 11h30 da manhã, após a Polícia Federal encontrar uma pistola 380 em sua residência. A pistola estava com registro vencido. O governador não falou com à imprensa e deixou a unidade acompanhado do atual secretário de segurança pública, Alexandre Bustamante, que é policial federal e está licenciado para exercer a função de secretário no staff de Barbosa.

15h58 - 
Quase 10 horas após o início da quinta fase da Operação Ararath, continuam na sede da Polícia Federal em Cuiabá, o governador Silval Barbosa (PMDB), o ex-presidente da Assembleia, deputado estadual José Riva (PSD) e o ex-secretário de estado Eder Moraes (PMDB). A esposa do deputado, Janete Riva, que também prestava depoimento deixou a sede da PF agora pouco. O governador Silval Barbosa foi encaminhado para a PF, depois do cumprimento do mandado de busca e apreensão, porque uma pistola 380 (com registro vencido) foi encontrada em sua casa. Ele foi encaminhado para unidade para prestar esclarecimentos do posse ilegal de arma de fogo.

15h53 - 
A esposa do deputado José Riva (PSD), preso na manhã de hoje,  Janete Riva acaba de deixar o prédio da Polícia Federal. Ela foi ouvido  na condição de testemunha e nao quis prestar declarações à imprensa ao sair do prédio. O advogado Fabian Feguri negou que ela tenha envolvimento na operação. 

15h17 - 
Fontes da Polícia Federal confirmaram que o governador Silval Barbosa foi preso por porte ilegal de arma na manhã de hoje. No entanto, o secretário de comunicação do Estado, Marcos Lemos, garante que Silval apenas estava com a documentação atrasada de uma pistola calibre 380 e que será liberado após pagamento de fiança.

15h10 - 
Duas professoras da rede privada de ensino foram protestar em frente à PF contra a corrupção. Adriana Reys e Flavia Chocair lançaram um movimento "chamado Operação Ararath" e se dizem cansadas com a atual situação da política. 

14h34 - 
O desembargador aposentado Paulo Lessa, que está atuando na defesa de Eder Moraes ficou cerca de uma hora e meia na Polícia Federal e infrmou que seu cliente não irá se pronunciar por enquanto. Eder foi preso preventivamente.

14h24 - 
O mestre de obras Silval Rodrigues foi à porta da Polícia Federal soltar fogos em comemoração a ação. Ele afirma que mora em Cuiabá há 30 anos que os fogos são uma maneira de parabenizar a PF pelo trabalho realizado na Operação Ararath. 

14H15 - 
Novas informações dão conta de que a Polícia Federal também cumpriu um mandado na residência do ex-conselheiro do Tribunal de Contas de Mato Grosso, Alencar Soares Filho, em Barra do Garças. Policiais chegaram cedo a residência de Alencar e pediram aos funcionários para entrarem na casa e contaram com apoio de um chaveiro. A informação é que o ex-conselheiro não estava na residência. A PF de Barra não especificou quais objetos foram apreendidos na casa do ex-conselheiro.

13h28 -
 Os dois advogados conduzidos durante a operação Ararath para prestar depoimento, identificados como sendo os irmãos, Alex Tocantins e Kleber Tocantins, atuaram há mais de uma década em um ação envolvendo a extinta Sanecap (Companhia de Saneamento de Cuiabá). O advogado Kleber já prestou depoimento a um delegado da Polícia Federal. 

13h27 - 
O desembargador aposentado, Paulo Lessa, acaba de chegar a sede da Polícia Federal em Cuiabá. Ele irá representar o ex-secretário de Fazenda, Eder Moraes, preso durante a operação Ararath, desencadeada na manhã de hoje (20). Ele informou à imprensa que iria tomar conhecimento do teor das investigações e que seu filho, Fábio Lessa, também iria atuar na mesma bancada de defesa.

13h12 - 
O deputado José Riva (PSD) acaba de chegar à Superintendência da Polícia Federal, em Cuiabá. Ele foi encaminhado à unidade em um carro descaracterizado e não prestou nenhuma informação à imprensa. Após a prisão em sua residência, no bairro Santa Rosa, o parlamentar estadual foi conduzido por uma escolta composta por seis veículos. A mulher dele, Janete Riva, acompanhou na manhã de hoje (20) o cumprimento do mandado de busca e apreensão em sua residência.

12h41 - 
A defesa de Janete Riva informou a pouco que sua cliente não é alvo da operação Ararath e que prestou depoimento à Polícia Federal na condição de testemunha.

11h58 - 
O secretário de comunicação do Estado, Marcos Lemos, acaba de chegar à Superintendência da Polícia Federal onde em uma rápida entrevista informou que conversou na manhã de hoje (20) com o governador Silval Barbosa e o mesmo disse estar tranquilo e por isso compareceu espontaneamente para prestar depoimento já que sua casa, no bairro Jardim das Américas, foi alvo de cumprimento de mandado de busca e apreensão na manhã. Barbosa informou ainda ao secretário de Estado que aguarda que tudo seja rapidamente esclarecido. Lemos negou que mandados tenham sido cumpridos na sede do Palácio do  Governo e ratificou que as informações sobre o cunho da operação Ararath são desencontradas até mesmo para os advogados.

11h24
 – Acabam de chegar à Polícia Federal dos advogados Ulisses Rabaneda e Válber Melo, ambos atuam na defesa do
governador Silval Barbosa. Instantes após a chegada dos advogados, o peemedebista também foi entrou no prédio para prestar depoimento.

11h14 - A esposa do deputado estadual José Riva, ex-secretária de Cultura do Estado Janete Riva chegou a Polícia Federal após o fim do cumprimento do mandado de busca e apreensão em sua residência em Cuiabá.

10h58 - O advogado Ricardo Monteiro, que defende Ricardo Neves deixou a sede da PF e informou que seu cliente foi chamado para prestar esclarecimentos porque é sócio de Mauro Carvalho em um Pequena Central Hidrelétrica (PCH) e fez uma transação com o Bic Banco. O empresário teria sido citado em um depoimento de Júnior Mendonça à Polícia Federal.

Acabaram de chegar na sede da Polícia Federal, na avenida do CPA, em Cuiabá, quatro grande empresários, encaminhados por agentes durante a quinta fase da Operação Ararath, deflagrada contra lavagem de dinheiro, para prestarem esclarecimentos sobre o esquema investigado.

Riva e Eder são escoltados por dezenas de agentes e seguem em avião da PF para Brasília

São eles Anildo Lima Barros, ex-prefeito de Cuiabá e dono de empreiteira; Altevir Magalhães, sócio-proprietário do grupo Modelo, Mauro Carvalho e Pérsio Briante. Além deles, foi encaminhado à PF o ex-secretário-adjunto da extinta Secretaria de Infraestrutura do Estado Eziquiel Lara.

De acordo com informações preliminares apuradas junto à Polícia Federal e a defesa de alguns dos empresários, o grupo não foi detido, apenas encaminhado para prestar esclarecimentos sobre um esquema com fraudes em um empréstimo do governo do Estado, para a aquisição de maquinários, durante a gestão do então ex-governador Blairo Maggi (PR), quando Eder Moraes (PMDB) era secretário de fazenda.

Este não é mesmo caso do já conhecido “Escândalo dos Maquinários”. A Polícia Federal investiga uma possível irregularidade em empréstimos do estado junto ao Bic Banco, instituição financeira a qual Eder Moraes teria influência. Os recursos teriam sido empregados para a aquisição dos caminhões. Busca e apreensão na casa de Eder Moraes teria encontrado uma planilha com quatro empresas relacionadas para a transação.
 Fonte Olhar Direto.

domingo, 18 de maio de 2014

Blairo Maggi pode anunciar candidatura

Blairo Maggi pode anunciar candidatura
» Política
Por Gazeta Digital em 18 de Maio de 2014 ás 08:30
Senador Blairo Maggi (PR), do exterior (Áustria), convocou reunião ampliada com a cúpula republicana, prevista para seu retorno, no dia 27 deste mês, em Cuiabá, que poderá mudar todo o processo de discussões sobre o embate eleitoral de 2014.
Ao entrar em contato com o suplente que ocupa sua vaga no Senado, José Aparecido dos Santos, o Cidinho, Maggi pediu à legenda que “aguarde sua volta ao Estado porque quer, junto com o partido, tomar a decisão sobre o projeto político da legenda”.
No PR, é crescente o movimento que admite a possibilidade de ele vir a assumir a corrida ao comando do Estado. Fonte do partido assegura que nos últimos dias Maggi teria olhado com outros olhos o tabuleiro político, admitindo a chance de ocupar o principal posto na chapa majoritária.
Na tarde de ontem, ao confirmar as informações do pedido da reunião entre republicanos, o presidente estadual e pré-candidato ao Senado, deputado federal Wellington Fagundes, preferiu não dar vazão a expectativa de que Maggi possa reavaliar. “Acho que essa questão está fechada. Mas ainda tem pessoas no partido que pedem ao senador Blairo Maggi uma reanálise da sua posição. Temos um projeto de disputar o Senado, inclusive com apoio do próprio senador, e por enquanto seguimos esse encaminhamento”, assinalou Fagundes.
Cidinho é um dos mais ferrenhos defensores do retorno de Maggi ao pleito geral deste ano. E não parte apenas dele essa postura, sendo acompanhado de outros membros da direção estadual, de prefeitos do interior e também de líderes de legendas aliadas. No atual quadro, Wellington fez questão de frisar que o partido ainda mantém conversas com o PDT do senador Pedro Taques, em que pese as críticas de pedetistas como o presidente, Zeca Viana, sobre a necessidade de os republicanos se posicionarem em relação a construção de uma aliança.
“O PR só tomará uma decisão com o senador Blairo Maggi que é uma das maiores lideranças do partido no Estado. E não estamos falando de oposição ou de situação. Estamos falando de um programa de construção para Mato Grosso que é um estado em desenvolvimento, que muito contribui para a balança comercial do país, mas que precisa de apoio do governo federal”. Ao mencionar esse panorama, Fagundes deixa aberto o ambiente para compor com Taques. “Um estado de dimensões como Mato Grosso precisa do respaldo de todos que possam ajudar, e por quê não estar num palanque suprapartidário?”.
Nessa análise, destacou ainda a crença de que poderão estar juntos, em Mato Grosso, boa parcela de presidenciáveis. Taques conta em seu bloco com siglas como o PSDB, do deputado federal Nilson Leitão e o PSB de Mauro Mendes, com os pré-candidatos à presidência da República, Aécio Neves e Eduardo Campos, respectivamente.
Fagundes, que já abriu mão de sua candidatura ao Senado em eleições passadas, não descarta repensar sobre o assunto. “Todas as decisões passam pela legenda. Já deixei esse projeto em outra conjuntura eleitoral e cabe somente ao partido dirigir os encaminhamentos. Neste momento, o plano é disputar o Senado e temos que discutir com todos, da oposição à situação”.
 com Fonte: Leia Lucas

Japoneses não querem dormir em colchonetes e temem por segurança em Mato Grosso durante estada em Cuiabá


Da Reportagem Local - Ronaldo Pacheco
Foto: Josi Pettengill / Secom-MT
Chico Daltro e Silval Barbosa   juntamente com o cônsul geral do Japão, Noriteru Fukishima, nesta sexta-feira (16/05)
Chico Daltro e Silval Barbosa juntamente com o cônsul geral do Japão, Noriteru Fukishima, nesta sexta-feira (16/05)
 Mesmo que todos os motéis e pousadas sejam inclusos como leitos convencionais de hotéis, parcela considerável dos mais de 15 mil torcedores do Japão que vierem a Cuiabá, entre 22 e 25 de junho, corre o sério risco de não acomodações adequadas. Além disso, existe uma preocupação exacerbada com a segurança, especialmente em Cuiabá e Recife (PE).

O cônsul geral do Japão, Noriteru Fukishima, disse para a reportagem do Olhar Direto que recebeu diversos questionamentos de agências de viagem e mesmo de entidades desportivas sobre a decisão de Mato Grosso disponibilizar “alojamentos em escolas públicas” para receber os turistas que não tiverem vagas em hotéis, na Copa do Pantanal Fifa 2014, que se inicia no próximo dia 12.

“Certamente o jogo Japão x Colômbia é o que receberá maior público em Cuiabá. A fase de grupos da Copa 2014 terá uma disputa acirrada”, observou o cônsul geral. “O Japão é uma das seleções mais fortes do futebol asiático e quer manter essa reputação intacta, especialmente no evento futebolístico mais importante do mundo”, emendou Noriteru Fukishima, evitando se referir especificamente ao confronto Japão x Colômbia, que provavelmente deve decidir qual dos dois irá avançar à próxima fase do Mundial.


A proximidade da Copa do Mundo 2014, em especial a partida entre as seleções do Japão e Colômbia que acontece na Arena Pantanal – Governador José Fragelli, deve atrair um dos maiores públicos. Isso porque são esperados cerca de 15 mil japoneses e quase 20 mil colombianos.

O governador Silval Barbosa (PMDB) e o vice-governador Chico Daltro (PSD) recepcionaram, nesta sexta-feira (16/05), executivos que estão em missão por Mato Grosso até este sábado (17/05), e o cônsul geral do Japão, Noriteru Fukishima.

Outro lado

O vice-governador Chico Daltro afiançou que haverá “acomodações dignas”, na Região Metropolitana de Cuiabá, para todos os visitantes, durante a Copa do Pantanal Fifa 2014. Todavia, não soube precisar o número geral de leitos disponíveis e disse que iria consultar a Secretaria de Estado de Turismo (Sedtur). A Câmara de Comércio e Indústria Japonesa no Brasil aguarda uma posição do governo de Mato Grosso.

Chido Daltro assegurou também que a segurança estará funcionando à altura do evento, em Mato Grosso. "Creio que não ficaremos devendo nada a nenhuma das outras sedes. Vamos ter uma atuação exemplar, na segurança", afiançou Daltro.

O secretário de Turismo, Jairo Pradela, não estava em Cuiabá e, ainda, não atendeu nem retornou às ligações da reportagem do Olhar Direto. Através da assessoria da Sedtur, Pradela garantiu 
 Fonte: Olhar Direto

terça-feira, 13 de maio de 2014

Ciro Gomes, acusa o próprio partido de chantagear a presidente Dilma


Um dos principais nomes do Pros, o secretário de Saúde do Ceará, Ciro Gomes, acusou o próprio partido de chantagear a presidente Dilma  para "colocar um corrupto" no Ministério da Integração Nacional, controlado pela sigla. Ciro fez as declarações, durante visita ao Hospital Geral de Fortaleza com o ministro da Saúde, Arthur Chioro.

"Não vou aceitar que alguém coloque faca no pescoço da presidente Dilma para colocar um corrupto no Ministério da Integração", disse Ciro. O irmão do governador Cid Gomes (Pros) ameaçou deixar o partido caso a mudança se concretize: "Não aceito ficar em um partido que use a chantagem como ferramenta política".

As afirmações de Ciro foram encaradas como uma resposta ao setor da bancada de deputados do Pros que articula a substituição do ministro da Integração Nacional, Francisco Teixeira (Pros).

Teixeira assumiu o cargo interinamente em fevereiro em substituição ao ex-ministro Fernando Bezerra Coelho (PSB) e permaneceu no cargo, mas não se opuseram ao desejo da presidente Dilma em mantê-lo no cargo.

Embaraço 

A ação para substituição do ministro Francisco Teixeira está sendo articulada pelo líder do Pros no Congresso, deputado federal Givaldo Carimbão (AL), que quer emplacar no cargo Marcos Fireman, ex-secretário de Infraestrutura de Alagoas no governo Teotônio Vilela (PSDB).

O nome de Fireman foi apresentado ao Planalto pelo próprio Carimbão, numa reunião esta semana com o ministro da Casa Civil, Aloizio Mercadante. A reportagem não conseguiu contato com Carimbão hoje.

Deputados do partido ameaçam deixar a base aliada e apoiar a candidatura de Eduardo Campos (PSB) caso o Planalto não atenda o pedido.

Um possível apoio a Campos criaria uma situação embaraçosa para Ciro e Cid Gomes, que deixaram o PSB no ano passado por não concordarem com a candidatura presidencial de Campos e por defenderem a reeleição de Dilma.
Fonte; AMIGOS DO PRESIDENTE LULA

segunda-feira, 28 de abril de 2014

POLÍTICA - "eu vou pra rua, ser cabo eleitoral da Dilma. Lula: “eu vou pra rua, ser cabo eleitoral da Dilma”


"Em entrevista à TV RTP, de Portugal, ex-presidente reafirma que não será candidato nas eleições de outubro, mas garante que trabalhará para reeleger a presidente Dilma Rousseff, que "vai vencer"; "Em política, a gente nunca pode dizer nunca, mas eu acho que eu já cumpri com a minha tarefa no Brasil. Eu sonhava em ser presidente porque eu queria provar que eu tinha mais competência para governar o País do que a elite brasileira. E provei", declarou Lula; sobre o chamado 'mensalão', segundo ele, "um massacre que visava destruir o PT", afirmou que o julgamento teve "80% de decisão política e 20% jurídica"

Brasil 247

Apesar da queda da presidente Dilma Rousseff nas pesquisas e a insistência da pergunta sobre seu retorno à política, o ex-presidente Lula reafirmou que não será candidato nas eleições de outubro. "Eu vou ser cabo eleitoral da Dilma, vou pra rua fazer campanha pra Dilma", disse o petista em entrevista à RTP, de Portugal. A conversa com a jornalista Cristina Esteves foi gravada na última sexta-feira, durante visita de Lula a Lisboa pelos 40 anos da Revolução dos Cravos, e divulgada neste domingo pelo Instituto Lula.

"Em política, a gente nunca pode dizer nunca, mas eu acho que eu já cumpri com a minha tarefa no Brasil. Eu sonhava em ser presidente porque eu queria provar que eu tinha mais competência para governar o País do que a elite brasileira. E provei", afirmou o ex-presidente. Questionado sobre críticas à gestão de sua sucessora na presidência do País, respondeu, com confiança: "a Dilma é uma mulher de extrema competência. Ela vai ganhar as eleições".

Lula falou sobre o julgamento da Ação Penal 470, o chamado 'mensalão', segundo ele, "um massacre que visava destruir o PT". Em sua avaliação, o julgamento do Supremo Tribunal Federal teve "80% de decisão política e 20% jurídica". Questionado sobre o fato de que a corte prendeu seus companheiros de partido, ele acrescentou: "tem companheiro do PT preso, eu indiquei seis pessoas da corte que julgaram, eu acho que cada um cumpre o seu papel. Mas eu acho que não houve mensalão, essa história vai ser recontada".

Ao comentar as manifestações, voltou a dizer que as pessoas estão saindo para as ruas porque "querem mais", ressaltando as políticas sociais do governo, que tirou 36 milhões de brasileiros da miséria absoluta. Segundo Lula, não há por que temer os protestos durante a Copa do Mundo. "Deixa o povo ir pras ruas, um povo vai pra rua protestar e outro pra assistir um jogo. O importante é garantir a segurança dos jogadores", disse. Rebatendo críticas a respeito de gastos com obras para o Mundial, disse que tudo o que tem sido construído "vai ficar para o País, a Fifa não vai levar embora".

Assista aqui à integra da entrevista.
Fonte : Blog de Sem  Mídia 

sexta-feira, 1 de novembro de 2013

Executiva Nacional libera PDT para coligar nos estados com partidos de oposição a Dilma

Executiva Nacional libera PDT para coligar nos estados com partidos de oposição a Dilma

Da Redação - Laura Petraglia
Executiva Nacional libera PDT para coligar nos estados com partidos de oposição a Dilma
A Executiva Nacional do PDT não irá interferir na aliança partidária nos estados, ou seja, caso a candidatura do senador Pedro Taques ao governo do Estado se concretize, a sigla em Mato Grosso está autorizada coligar com agremiações de oposição a presidente Dilma Rousseff (PT) como o Democratas e o PSDB, por exemplo.

O consenso sobre o assunto surgiu durante reunião realizada nesta quinta-feira (31.10) entre os presidentes da sigla dos 27 estados com as principais lideranças e a Executiva Nacional, em Brasília. Segundo o senador Pedro Taques (PDT), em oito estados o PDT é coligado com partidos de oposição à presidenta Dilma.

Cúpula de Dilma projeta ‘chapa dos sonhos’ em MT com Julier para governador e Silval para o Senado em 2014

Em Mato Grosso o PDT já estabeleceu diálogo com o PSDB e com DEM para a formação de um possível arco de alianças em torno da candidatura de Taques.

Durante a reunião, mais uma vez, o senador defendeu seu posicionamento pela saída da base do governo Dilma e pela discussão de um candidato próprio do PDT em nível Nacional ou de quem apoiar à presidência.

“Esse é meu posicionamento pro que acho que não precisamos de ministério para apoiar a Dilma. Eu defendi que devemos entregar o Ministério do Trabalho”, afirmou ao Olhar Direto.

O presidente estadual do PDT, deputado estadual Zeca Viana, irá promover até o fim do ano cinco encontros regionais visando mais filiações.
Fonte> OLHAR DIRETO

quarta-feira, 30 de outubro de 2013

Na Câmara, Lula cobra reforma política, “a mais importante de todas”

 

Durante discurso ao receber uma homenagem dos deputados, ex-presidente defendeu financiamento público de campanha, requalificação dos partidos e o fim dos balcões de negócios. Também criticou a “desqualificação” da política




O ex-presidente Lula cobrou nesta terça-feira (29) a realização da reforma política pelo Congresso e pediu coragem dos parlamentares para tratar do tema. Ao receber uma homenagem da Câmara, ele defendeu a aprovação do financiamento público de campanha e criticou a desqualificação da política ocorrida nas manifestações que assolaram o país em junho e julho. Também fez um balanço dos dez anos do PT no Palácio do Planalto e falou dos avanços permitidos pela Constituição de 1988.

“A Câmara não pode temer esse desafio”, afirmou Lula durante discurso após receber a medalha Suprema Distinção, criada pela Câmara em 2002. A ideia da homenagem é agraciar os soberanos, os chefes de Estado, o presidente do Senado Federal, o presidente da República, o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF) e altas personalidades estrangeiras e nacionais que, pelos serviços relevantes realizados em sua atuação pública, “tenham-se tornado merecedores de especial reconhecimento”.
Para ele, a reforma política precisa ocorrer pra “aprofundar e qualificar” os partidos e as instituições brasileiras. Ele entende que as legendas devem ter programas para o país e criticou a quantidade de agremiações partidárias – atualmente são 32, podendo chegar até 36 em 2014. “Hoje temos partidos atuando como meros balcões de negócios”, disse, dizendo que eles são formados apenas para negociar o tempo de propaganda eleitoral e o acesso ao Fundo Partidário.
“A reforma política é a mais importante de todas as reformas que precisamos”, disse, ao defender o financiamento público de campanha. Na visão do ex-presidente, o modelo é “a forma mais republicana” de garantir condições de igualdade nas eleições. A mudança no sistema brasileiro é discutido há pelo menos dez anos no Congresso. No entanto, alterações na forma de escolher os candidatos e financiar as campanhas não chegam a ser votadas nas duas Casas.
Negação da política
Para Lula, as manifestações de junho e julho mostraram uma diferente faceta do brasileiro. Elas não pediam “a cabeça de um político”, mas melhorias no que já existe. No entanto, Lula entende que houve uma negação da política durante os protestos. “A desqualificação [da política] tem servido aos tiranos e aqueles que não são capazes de chegar ao poder por meio do voto”, disparou.
Ele acredita que os descontentes com a atual política e seus representantes, especialmente os jovens, devem usar justamente os partidos políticos como mecanismo de mudança. “O jovem não pode negar a política, ele tem que vir para a política. Ao invés de nos negarem, é melhor que eles venham nos substituir”, disse Lula, ressaltando que os políticos devem ouvir as reivindicações da população.
Durante o discurso, ele defendeu a atuação do Congresso Nacional. Disse que o Legislativo é o poder que “mais se expõe à crítica da mídia” e que “tornou-se banal criticar o congresso e tentar desmoralizar a instituição”. Como forma de mostrar a importância da Câmara e do Senado, citou projetos aprovados durante seus oito anos de mandato e os quase três de Dilma Rousseff, como a criação do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) e a aprovação da Lei do Mais Médicos.
Outros textos sobre a reforma política
Fonte> Congresso em Foco

sábado, 14 de setembro de 2013

TSE permite propaganda eleitoral antecipada no Twitter

sábado, 14/9/2013


 

O TSE decidiu que manifestações políticas feitas por meio do Twitter não são passíveis de ser denunciadas como propaganda eleitoral antecipada. O entendimento seguiu voto do ministro Toffoli, relator de um recurso apresentado pelo deputado Federal Rogério Marinho contra multa aplicada pela Justiça Eleitoral do RN por mensagens postadas por ele em sua conta do Twitter quando era pré-candidato a prefeito de Natal nas eleições do ano passado.
Essa rede social não leva ao conhecimento geral e indeterminado as manifestações nela divulgadas”, afirmou o relator. Para ele, as mensagens postadas no Twitter, os chamados tuites, “possuem caráter de conversa restrita aos seus usuários previamente aceitos entre si”.
Os ministros Castro Meira, Luciana Lóssio, Admar Gonzaga e Cármen Lúcia concordaram com o relator. Castro Meira também destacou que, no Twitter, é preciso antes que as pessoas manifestem o desejo de receber as mensagens. “Nesse caso, é uma comunicação restrita, fechada e que não implica no meio de comunicação que é amplamente acessível. O destinatário só recebe se quiser”, disse.
Na mesma linha, a ministra Luciana Lóssio afirmou que, no caso do Twitter, só recebe mensagens “quem vai atrás da informação”, o que é totalmente diferente de um outdoor colocado no meio de uma grande avenida ou de uma rua. “Você passa e é obrigado a ver aquela propaganda.”
O ministro Admar Gonzaga, por sua vez, observou que o Twitter é diferente, por exemplo, de uma propaganda feita por meio de mensagens de spam. “Aí estou sendo invadido na minha privacidade. Eu não autorizei, não forneci o meu e-mail e sou chateado diariamente com propagandas, muitas desagradáveis”, disse.
A presidente Cármen Lúcia reafirmou sua posição no sentido de que o Twitter não se presta como instrumento de veiculação de propaganda eleitoral. “Para mim, é apenas uma mesa de bar virtual.” Ela acrescentou ainda que querer controlar as mensagens trocadas pelo Twitter “é uma guerra previamente perdida, porque não há a menor possibilidade de se ter controle disso”.
Divergência
Divergiram a ministra Laurita Vaz e o ministro Marco Aurélio. A ministra Laurita disse que se manteria fiel à jurisprudência firmada em julgamento (Representação 1825) realizado pelo TSE em março de 2012, quando foi determinado que é ilícita e passível de multa a propaganda eleitoral feita por candidato e partido político pelo Twitter antes do dia 6 de julho do ano do pleito, data a partir da qual a lei das eleições (9.504/97) permite a propaganda eleitoral.
Ela observou que a decisão da Justiça Eleitoral do RN considerou que as mensagens postadas por Rogério Marinho demonstram de forma induvidosa a pretensão de promover a sua candidatura ao cargo de prefeito de Natal nas eleições de 2012.
No julgamento da Representação 1825, de que foi relator o ministro Aldir Passarinho Junior, ficou aqui assentado que o Twitter é meio apto à divulgação de propaganda eleitoral extemporânea porque é amplamente utilizado para divulgação de ideias e informações ao conhecimento geral”, disse.
O ministro Marco Aurélio ressaltou ser necessário reconhecer “a alta penetração” da comunicação via internet e citou a decisão da Justiça Eleitoral do RN que apontou a divulgação de discursos proferidos em evento partidário por meio do Twitter de apoio à pré-candidatura de Rogério Marinho. “O fato de se dizer que só recebe a comunicação quem quer não descaracteriza a propaganda antecipada”, concluiu.
  • Processo Relacionado : Respe 7464
Fonte migalhas Quente

domingo, 18 de agosto de 2013

Chance de disputar Senado pesa na escolha e Serys se filia ao PTB na sexta-feira

 

Da Redação - Lucas Bólico
Foto: Ilustração
Chance de disputar Senado pesa na escolha e Serys se filia ao PTB na sexta-feira
A ex-senadora petista Serys Slhessarenko optou por se filiar ao PTB após meses de namoro com diversas legendas – algumas que sequer existem oficialmente, como é o caso da Rede de Marina Silva. A filiação será oficializada na próxima sexta-feira, em uma ato na capital.

"Noiva" Serys pretere PDT por PTB por possibilidade de se lançar ao Senado

Em entrevista ao Olhar Direto, Serys alegou que a possibilidade de disputar novamente o Senado em 2014 pesou na escolha. “Os partidos que eu mais conversei foram o PDT e o PTB”, alegou Serys. Mas a provável candidatura do senador Pedro Taques (PDT) ao governo impediria, durante a construção do arco de alianças, que a legenda também brigasse pelo Senado e ela acabou optando pela segunda legenda.

“O meu pensamento era de ir pra um partido novo, mas não deu pra concretizar, está complicado. Então eu decidi que ia para um partido já existente”, relembra. A ex-senadora afirma que consultou sua base mais próxima do tempo em que era parlamentar e foi orientada a escolher um partido no qual houvesse uma clara possibilidade de ela disputar o senado mais uma vez.

“Mas isso não quer dizer que eu vá ser candidata”, desconversa Serys. Ela acrescenta que além da chance de poder voltar ao Senado, o intenso “assédio” petebista também foi decisivo. “Eles fecharam o cerco”, brinca. Ela conta que recebeu convite do presidente nacional da legenda, Benito Gama, de Luis Antonio Pagot, Chico Galindo, Carlos Haddad, vereadores, prefeitos e vice-prefeitos de todo o Estado.

A futura petebista também recorre a argumentos históricos para justificar sua escolha. “É um partido com um perfil diferente [do PT], mas todos têm suas dificuldades. O PTB é o partido mais antigo do país, responsável pelas leis trabalhistas, voto da mulher. Tem muita história”, sustenta.

A desfiliação

A ex-senadora deixou o PT três dias antes da eleição do segundo turno da Prefeitura de Cuiabá em 2010, quando a legenda disputava com Lúdio Cabral o Alencastro contra Mauro Mendes (PSB), que se sagrou eleito. “Eu sai do PT há um ano e fiquei sem partido esse tempo todo, mais de 10 partidos me convidaram”, sustenta.

Em sua debandada, Serys justificou que sofria um isolamento na legenda. De acordo com ela, na ocasião, a direção estadual do PT, capitaneada por Carlos Abicalil e Alexandre César, a hostilizava. “Lutei até onde pude”, justificou-se a senadora.

As mágoas com o grupo de Abicalil e Cesar começaram a se acumular em 1996, diz Serys. A situação ficou mais crítica em 2010, quando o PT escolheu Carlos Abicalil para concorrer ao Senado ao invés dela ir para a reeleição. “Fui a primeira senadora da história bem avaliada impedida de disputar a reeleição”, reclamou. Na ocasião, Serys acabou brigando por uma cadeira na Câmara dos Deputados e Abicalil ao Senado. Tanto ela quanto Abicalil não se elegeram
Fonte Olhar Direto

domingo, 7 de julho de 2013

Polícias Federal e Militar são convocadas pelo TRE para acompanhar eleições em Juara

 Da Redação - Lidiane Barros

Foto: Reprodução / Ilustração
O Tribunal Regional Eleitoral pediu ao delegado da Polícia Federal, Samir Zugaib que intensifique policiamento
O Tribunal Regional Eleitoral pediu ao delegado da Polícia Federal, Samir Zugaib que intensifique policiamento
 Depois do incidente em Juara, em que o ex-prefeito Oscar Bezerra (PSB) agrediu o deputado Dilmar Dal’Bosco (DEM) com uma borduna – arma indígena feita de madeira – o Tribunal Regional Eleitoral pediu ao delegado da Polícia Federal, Samir Zugaib, que intensifique o policiamento ostensivo e o serviço de inteligência, em Juara. O efetivo da Polícia Militar também foi ampliado.

Oscar Bezerra afirma que agressão a deputado não interfere nos rumos da eleiçãoPesquisa OD e Access Brasil aponta vatangem de Edson Piovesan nas eleições suplementares de Juara

Oscar Bezerra, que trabalha para eleger Edson Piovesan (PMDB), desferiu golpes com uma borduna, arma indígena feita de madeira, no deputado democrata, que apoia Nei Drogas (DEM) na disputa.

Tudo teria começado, segundo explicou Bezerra em entrevista por telefone ao Olhar Direto, na tentativa de Dal’Bosco de comprar votos para o seu candidato, Nei Drogas (DEM). “Ele estava indo nas casas e oferecendo dinheiro para comprar votos para o candidato dele”.

Bezerra sustenta que em Juara, os grupos políticos fazem um monitoramento das atividades eleitorais dos adversários. “Ele não está acostumado”, afirma. Quando foi abordado pelo grupo de Bezerra, Dal’Bosco teria puxado a arma para intimidar o irmão do agressor.

Dal’Bosco, por sua vez, nega tanto a acusação de compra de votos como a de ter intimidado o irmão de Bezerra com uma arma. “Ele está faltando com a verdade, eu não puxei arma pra ninguém. A polícia me revistou e não encontrou nada e me liberou”, sustenta o democrata. A agressão aconteceu instantes após o parlamentar ter passado pela revista policial.

Segundo Dal’Bosco, o grupo político de Oscar Bezerra foi quem denunciou à Polícia Militar que o democrata estaria armado. “Ele [Bezerra] já chegou pra cima de mim sem falar nada, me agredindo. Agora imagina se eu tivesse mesmo armado”, declara.

“Ele tentou acertar a minha cabeça, mas eu me defendi e acabei machucando o braço”, conta Dal’Bosco. “Isso mostra que ele quer o poder pelo poder”, completa. “É desequilibrado”.
 
Fonte: Olhar Direto

terça-feira, 25 de junho de 2013

Em primeiro turno, Câmara rejeita PEC 37

 

 

 

 

Proposta de emenda constitucional impedia o Ministério Público de investigar crimes. Derrubada ocorreu após pressão das últimas manifestações nas últimas três semanas


Gustavo Lima/Câmara dos Deputados
Com pressão de fora do Congresso, deputados derrubaram a PEC 37
Em primeiro turno, a Câmara rejeitou, por 430 votos não, nove sim e duas abstenções, a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 37/11, que colocava como exclusiva das polícias judiciárias a fase do inquérito criminal. Na prática, a PEC 37 acabava com qualquer possibilidade de o Ministério Público participar ou conduzir investigações. Como a matéria foi derrubada, não haverá votação em segundo turno.
A derrubada da proposta só foi possível por causa das recentes manifestações por diversas cidades brasileiras. Uma das demandas dos manifestantes era a rejeição da PEC. Com o barulho das ruas, deputados que eram a favor à limitação do trabalho do Ministério Público (que ficaria apenas com a condução da ação penal), mudaram de posição. Também pesou pela derrubada a campanha feita por entidades de promotores e procuradores, que rotularam a matéria como “PEC da Impunidade”.
“Toda unanimidade é burra e toda a hipocrisia é inimiga da democracia”, disse o líder do PR, Anthony Garotinho (RJ). Ele disse que sua bancada estava dividida até hoje. E esse cenário, disse, repetiu-se em todos os partidos. “Mostramos que é necessário fortalecer tanto a polícia quanto o Ministério úblico. Não interessa à sociedade brasileira uma polícia fraca ou um Ministério Público fraco”, afirmou.
Durante a tramitação da proposta, antes das manifestações comentárias, havia amplo apoio à mudança na constitucional. Na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), que tem 66 integrantes, apenas oito votaram contra: Luiz Couto (PT-PB), Paes Landim (PTB-PI), Onyx Lorenzoni (DEM-RS), Vieira da Cunha (PDT-RS), João Paulo Lima (PT-SP), Mendonça Filho (DEM-PE), Alessandro Molon (PT-RJ) e Marina Santanna (PT-GO).
Depois, na comissão especial, a grande maioria, mais uma vez, aprovou a proposta. Em dezembro do ano passado, somente o deputado Alessandro Molon (PT-RJ) se posicionou contra. Já o deputado Fábio Trad (PMDB-MS) apresentou uma sugestão meio termo. A polícia judiciária teria a exclusividade na investigação criminal, enquanto o MP poderia investigar determinados crimes.
Reclamações
A proposta acrescentava ao artigo 144 da Constituição Federal o parágrafo dez. Ele previa que a apuração das infrações penais são privativamente das policiais federal e civis dos Estados e do Distrito Federal. “A falta de regras claras definindo a atuação dos órgãos de segurança pública neste processo tem causado grandes problemas ao processo jurídico no Brasil”, disse o autor da PEC, Lourival Mendes (PTdoB-MA). Em plenário, ele rejeitou que a proposta seja a “PEC da Impunidade”, como associações de classe do Ministério Público classificaram.
Durante todo o dia, deputados subiram e desceram da tribuna para criticar a proposta. Somente o deputado Delegado Protógenes (PCdoB-SP) discursou pela aprovação da matéria. No entanto, a bancada do PCdoB se reuniu e fechou questão pela derrubada da PEC. “Neste momento, muitas informações inverídicas surgem. A bancada do PCdoB vai votar unânime contra a PEC”, disse a líder do partido, Manuela D’Ávila (RS).
Na tribuna, além de criticar a PEC, deputados também reclamavam da distribuição, pela internet, de listas com os nomes dos parlamentares que assinaram o requerimento que possibilitou o início da tramitação da proposta. “Quero informar que eu estou nessa lista, eu fui um dos primeiros gaúchos a visitar o Ministério Público do Rio Grande do Sul, empenhar o meu apoio contrário à PEC 37. Lamentavelmente, vemos a posição desses movimentos que estão denunciando esses Deputados”, reclamou o deputado José Stédile (PSB-RS).
Mais sobre a PEC 37
 Fonte: Congresso em Foco

quarta-feira, 1 de maio de 2013

Pede para sair, Taques!

Pede para sair, Taques!

Esse é o tipo de político que entra na política para levar vantagem, um sujeito sem nenhuma consistência ideológica, chupão de colhões dos poderosos.Vergonha para o povo do Mato Grosso.Leia artigo de Marco Damiani.

“Colocar o Congresso nos eixos” é a pior frase política desde a redemocratização. Assim como Marcio Moreira Alves entrou para a história como defensor da autonomia parlamentar, Pedro Taques abriu a porta dos fundos ao bajular um juiz parcial.


É inclassificável a frase "o STF vai colocar o Congresso nos eixos", pronunciada com a boca cheia de ranço pelo senador Pedro Taques (PDT-MT). Com ela, o líder do beija mão bajulatório ao ministro Gilmar Mendes, do STF, promovido ontem, em Brasília, garante, pela porta dos fundos e do avesso, seu lugar na história do parlamento. Um lugar diametralmente oposto ao que sempre terá o deputado Marcio Moreira Alves (1936-2009), que no tempo mais duro da regime militar autoritário e assassino ergueu sua voz pela defesa do parlamento livre, soberano e autônomo, despertando a ira traduzida na decretação do AI-5. Apesar do revés imediato, Marcito, como era chamado, mostrou a importância do não ter medo, escrevendo talvez a página mais heroica da história do Congresso.

Taques é o antípoda de Marcito. Derrotado no voto direto e transparente de seus pares pelo senador Renan Calheiros, na disputa pela presidência do Senado, o dono de um carreira em tudo obscura na política do Mato Grosso, sempre amparada por ricos e poderosos, se fez de vítima. Tentou aparecer nas manchetes como paladino da ação política moderna. Bastaram poucas semanas, porém, até que ocorresse a deplorável cena do beija mão, como definiu corretamente o senador Cristovam Buarque (PDT-DF), para que Taques mostrasse quem verdadeiramente é: o mesmo sabujo dos poderosos de plantão, tal qual é reconhecido em seu Estado. Nacionalmente, e na lama da vergonha, a máscara caiu.

Na véspera, os presidentes da Câmara e do Senado, de maneira institucional, polida e, ao mesmo tempo, firme, foram a Gilmar, aí sim, num gesto formal para colocar o juiz nos eixos. Conseguiram emparedar o magistrado que, sozinho, derrubara a vontade de uma grande maioria que ia se formando, no parlamento, em torno do projeto de lei que determina novas regras à formação de partidos políticos. Uma tramitação corriqueira, mas que pela importância do assunto mereceu apelos pela interferência de Gilmar. Ele, por sua vez, mostrou que, para essas coisas, está sempre de plantão!

Ao passarem por cima da autoridade dos presidentes democraticamente eleitos, os políticos que ladearam Taques na romaria ao piedoso, digamos, Gilmar, ajudaram a escrever uma página torta da história do Congresso.

A foto divulgada diz tudo. Homens como o senador Pedro Simon indo de mãos juntas ao confessionário. Logo o 'valente' Pedro Simon! Mas não foi tudo. Com o, digamos, radical Randolfe Rodrigues, do PSOL – do PSOL, imagine! --, bem do lado esquerdo do juiz que se sobrepõe aos representantes do povo. No fundo, o tucano Aloysio Nunes Ferreira, nada a estranhar. E Taques que, não satisfeito com a cena, ainda jogou como promotor contra o Congresso, garantindo a recolocação, pelo STF, da casa do povo "nos eixos". Se lhe restar um pouco de hombridade, o senador tem de renunciar, como pedido de desculpas pela afronta à autonomia parlamentar. Um estafeta do Judiciário como Pedro Taques não tem nenhuma contribuição para dar ao Poder Legislativo.

sexta-feira, 26 de outubro de 2012

Lúdio e Alexandre ‘desmentem’ Serys; dizem que ela foi convidada a aderir



Da Redação - Lucas Bólico
Foto: Reprodução
Lúdio e Alexandre ‘desmentem’ Serys; dizem que ela foi convidada a aderir
O candidato a prefeito de Cuiabá Lúdio Cabral (PT) e o deputado estadual Alexandre César (PT), coordenador geral da Coligação Cuiabá, Mato Grosso, Brasil “desmentiram” a ex-senadora Serys Slhessarenko (PT) e afirmaram que ela foi sim convidada a participar da campanha de Lúdio Cabral ao contrário do que ela havia declarado na manhã de hoje ao se desfiliar do partido.

“Não é novidade nenhuma a postura da ex-senadora Serys, que nunca esteve na nossa campanha. As pessoas são livres para fazer as suas próprias escolhas. Apenas lamento o posicionamento dela neste momento, mas respeito sua opinião”, afirmou Lúdio.

"Encaro a saída dela com tranquilidade. Ela tomou a decisão, eu respeito e desejo que ela prossiga o caminho dela com felicidade. Na minha avaliação, não traz repercussão nenhuma para a campanha porque nós já esperávamos essa decisão dela", informa a reportagem do Olhar Direto sobre eventual impacto na disputa na reta final.

Serys afirmou que foi deixada de lado do processo sucessório da capital. Os petistas amentaram a desfiliação da ex-senadora Serys Slhessarenko e reafirmaram a tentativa de diálogo durante todo processo de construção da candidatura do petista.

Alexandre rechaçou as críticas da ex-senadora e destacou que ela é quem deixou de participar do processo por escolha própria e lembrou que a saída dela do partido não irá alterar o projeto, já que desde o primeiro turno ela estava ausente do processo eleitoral.

O deputado lamentou ainda que a história dela com a legenda termine desta forma após tanto investimento do partido em Serys, que chegou se eleger senadora pela legenda.

“O Lúdio a chamou por diversas vezes para ir para a campanha, mas ela nunca quis. É triste que a história termine assim pelo tanto que o partido investiu na ex-senadora, mas respeitamos a opção de cada um e ainda desejo que ela seja feliz”, declarou Alexandre César.

Mais informações em instantes.
fonte: olhar direto

domingo, 21 de outubro de 2012

Oposição ao Governo Silval, irmãos Pivetta não acreditam em retaliação


Gabriela Galvão

-- Otaviano e Adriano Pivetta retornam ao poder
Otaviano e Adriano Pivetta retornam ao poder
   Eleitos pelo grupo que faz oposição ao Governo Silval Barbosa (PMDB), os irmãos Otaviano e Adriano Pivetta, ambos PDT, acreditam que pela importância dos municípios que vão comandar pelos próximos quatro anos, sendo eles Lucas do Rio Verde e Nova Mutum, respectivamente, não enfrentarão dificuldades na gestão. A eleição dos dois fortalece o PDT e também o grupo do senador Pedro Taques.“A política acabou no dia da eleição. Não quero acreditar que haverá retaliação aos municípios onde o governador não elegeu o prefeito”, disse Adriano, em entrevista ao RDNews.
   De acordo com ele, a relação será igual quando foi prefeito no Governo Dante de Oliveira (já falecido), de quem também era oposição. Para Adriano, as diferenças fazem parte da democracia e o governador precisa honrar com os compromissos com a população, respeitando quem está no mandato, independente de partido.
   Otaviano, que será prefeito de Lucas do Rio Verde pelo terceiro mandato não consecutivo, já foi deputado estadual e disputou sem sucesso o cargo de vice-governador em 2010 na chapa encabeçada por Mauro Mendes (PSB), afirma que sua relação será estritamente de prefeito e governador. “Vou respeitá-lo e espero que ele me respeite”. O pedetista está viajando e considera cedo para se falar em processo de transição, embora afirme que tem mantido o diálogo com o prefeito Marino Franz (PPS), que pertence ao mesmo grupo.
   Adriano, por sua vez, ainda não conversou com Lírio Lautenschlager (PMDB), derrotado no pleito, mas pretende dar início a formação da equipe de transição na próxima semana. Ele garante que, de sua parte, não haverá problemas com o peemedebista. Em Lucas do Rio Verde, Pivetta foi eleito com 54% dos votos, numa diferença de pouco mais de 2 mil votos do primo e adversário Rogério Ferrarin (PMDB). Ao todo, Pivetta recebeu 13.587 votos. Adriano, que também foi eleito para o terceiro mandato não consecutivo, recebeu 56% dos votos. Curiosamente, ambos voltam ao poder juntos, tendo derrotado candidatos do PMDB de Silval.
Fonte RDNEWS