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terça-feira, 6 de novembro de 2012
Câmara de Lucas do Rio Verde aprova aumento de 70% nos salários dos vereadores
Notas falsas: Um milhão de reais . Polícia não descarta que material poderia ter sido usado em campanha política
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Contribuintes terão atrativos para quitar débitos com a Prefeitura de Sinop
EM 05 DE NOVEMBRO DE 2012 AS 21H31
Refis VIII foi aprovado pela Câmara e prevê a redução de juros e multa e possibilita o parcelamento dos débitos em até 12 vezesFonte: Assessoria
Crédito: Divulgação/Assessoria
A Prefeitura de Sinop foi autorizada durante a 39ª Sessão Ordinária da Câmara de Vereadores, a executar a 8ª edição do Programa de Recuperação Fiscal (Refis VIII). O projeto de lei complementar, de autoria do Poder Executivo, foi aprovado em 1ª e única votação.
Conforme a matéria, o Refis VIII é para oportunizar aos contribuintes do município a regularização dos créditos tributários, incentivando, por meio do parcelamento, a quitação total dos débitos para com o Poder Público Municipal. O projeto prevê a redução substancial de juros e multa, bem como possibilita o parcelamento em até 12 vezes. O débito poderá ser reduzido em até 100% do valor da multa e dos juros. Esta edição do Refis deverá beneficiar um número considerável de contribuintes, com uma inexpressiva renúncia fiscal por indivíduos, já que se não for desta maneira, o custo operacional para cobrança de tais débitos seria totalmente inviável e antieconômico para o município. O Refiz VIII, ainda, é para os casos de adimplência de todos os tributos referentes ao exercício financeiro de 2012, bem como, o pagamento em dia do parcelamento, além do reconhecimento formal dos débitos tributários e da desistência de possíveis ações judiciais ou defesas e recursos administrativos.
Durante a sessão desta noite, ainda, os vereadores de Sinop aprovaram a mudança no quadro da mesa diretora para a próxima legislatura. Com a aprovação, em 2ª e última votação, da proposta de emenda à Lei Orgânica 003/2012 e do Projeto de Resolução 005/2012, a mesa diretora da legislatura 2013/2016 da Câmara de Vereadores de Sinop será composta de um presidente, um 1º vice-presidente, um 2º vice-presidente, um 1º secretário e um 2º secretário. Hoje, existe apenas o cargo de vice-presidente, além do presidente e dos secretários (1º e 2º).
Também foram aprovadas nesta noite, moção de aplauso à coordenadora do curso de Direito da Faculdade de Sinop (Fasipe), professora Fernanda Heloísa Macedo Soares e ao coordenador do Núcleo de Prática Jurídica da Fasipe, professor Cristiano Peixoto, ambas de autoria do vereador Gilson de Oliveira; e à equipe de basquetebol feminino da Fasipe, pelo título de campeã nos Jogos Universitários Brasileiros de 2012, de autoria da 1ª secretária Leozenir Severo. Os vereadores também aprovaram 14 indicações de melhorias para o município.
Fonte: expressomt
Jarbas, o fim de um ciclo na política de Pernambuco?

Por Ana Lúcia Andrade
No Jornal do Commercio deste domingo
Os 4.295 votos obtidos pelo debutante Jarbas Filho, 21 anos, na disputa para vereador do Recife, este ano, aumentaram o passivo eleitoral que seu pai, o senador Jarbas Vasconcelos (PMDB), acumula desde as duas derrotas estaduais consecutivas: a de 2006, quando não fez o sucessor, apesar do governo bem avaliado, e a de 2010, quando perdeu o governo do Estado por mais de dois milhões de votos.
Essa conta, segundo próprios aliados ouvidos pelo JC na última semana, Jarbas poderia não ter pago. Mas a obrigação de “pai-avô” foi mais forte e o levou a arcar com mais um ônus eleitoral. Pior, contribuiu para aumentar a sensação de que seu tempo político definitivamente passou.
Abraçar a causa do filho, num momento precoce, coincidiu com um movimento político feito por Jarbas de proporções, consequências e interpretação carregados de riscos. A “volta”, após vinte anos de rivalidade, ao campo político agora liderado fortemente pelo governador Eduardo Campos (PSB) até aparecia no horizonte de muitos que o acompanham como algo “natural”.
Pronto para ocorrer a qualquer momento, dado o único projeto político que move hoje o peemedebista, o de derrotar o PT, e considerando a promessa que fez a si mesmo: “Não terminarei minha vida política agarrada com a direita”.
Mas o roteiro da passagem “reduziu” a liderança de Jarbas para alguns, quando ainda era ele a base das oposições no Estado, e por não ter cumprido o percurso de forma gradual; ganhou contornos de conveniência eleitoral para outros, quando casou com o compromisso de eleger o filho vereador e com o “dever” de abrir uma “avenida” política para o deputado Raul Henry; e, por fim, sagrou o senador um coadjuvante da política de Pernambuco, totalmente dependente da conjuntura que venha a ser gerada em torno do projeto político futuro de Eduardo.
No Jornal do Commercio deste domingo
Os 4.295 votos obtidos pelo debutante Jarbas Filho, 21 anos, na disputa para vereador do Recife, este ano, aumentaram o passivo eleitoral que seu pai, o senador Jarbas Vasconcelos (PMDB), acumula desde as duas derrotas estaduais consecutivas: a de 2006, quando não fez o sucessor, apesar do governo bem avaliado, e a de 2010, quando perdeu o governo do Estado por mais de dois milhões de votos.
Essa conta, segundo próprios aliados ouvidos pelo JC na última semana, Jarbas poderia não ter pago. Mas a obrigação de “pai-avô” foi mais forte e o levou a arcar com mais um ônus eleitoral. Pior, contribuiu para aumentar a sensação de que seu tempo político definitivamente passou.
Abraçar a causa do filho, num momento precoce, coincidiu com um movimento político feito por Jarbas de proporções, consequências e interpretação carregados de riscos. A “volta”, após vinte anos de rivalidade, ao campo político agora liderado fortemente pelo governador Eduardo Campos (PSB) até aparecia no horizonte de muitos que o acompanham como algo “natural”.
Pronto para ocorrer a qualquer momento, dado o único projeto político que move hoje o peemedebista, o de derrotar o PT, e considerando a promessa que fez a si mesmo: “Não terminarei minha vida política agarrada com a direita”.
Mas o roteiro da passagem “reduziu” a liderança de Jarbas para alguns, quando ainda era ele a base das oposições no Estado, e por não ter cumprido o percurso de forma gradual; ganhou contornos de conveniência eleitoral para outros, quando casou com o compromisso de eleger o filho vereador e com o “dever” de abrir uma “avenida” política para o deputado Raul Henry; e, por fim, sagrou o senador um coadjuvante da política de Pernambuco, totalmente dependente da conjuntura que venha a ser gerada em torno do projeto político futuro de Eduardo.
Fonte: terras Brasilis
Como a vida, a política é feita de ciclos. Infeliz aquele que acredita, assentado no apogeu, que será eterno. O ocaso de Jarbas obedece a essa regra, avaliam observadores da cena política. Mas é impossível descolar a perda de seu protagonismo da contramão que guiou sua trajetória, depois de longas conversas com várias pessoas que o acompanham há anos, sobretudo quando ele desembarcou no Senado. Ressaltadas são as bandeiras que o senador ergueu no Legislativo combinadas com a ética na política.
Jarbas voltou ao Congresso como aquele combativo dos tempos ditatoriais. Só não entendeu, ou fez por escolha, que não podia deixar a política local no passado, mas, principalmente, não devia brigar contra uma realidade política maior que ele. A oposição frontal que decidiu fazer contra o ex-presidente Lula alia-se ao dever cívico de alimentar uma oposição no País. Mas no tom que bradou o grito do contra, o fez ser ouvido apenas como um porta-voz da reprovação aos bons ventos que sopravam no País, e em particular em Pernambuco, e que Eduardo Campos, sabiamente, soube surfar. O presente do político Jarbas guarda um passado respeitado, ainda capaz de prestar serviços. Mas não ao seu projeto, analisam. Que no campo eleitoral sofre.
E no campo da política dependerá do “se” seu novo aliado contra o PT, Eduardo, estiver mesmo disposto a encarar voo solo. O passaporte que levou o senador a fazer a travessia foi a sinalização do governador de se confrontar com o PT. O tempo dirá se ele escolheu o caminho certo ou, mais uma vez, entrou numa contramão. O JC procurou ouvir o senador, mas não obteve retorno.
Como a vida, a política é feita de ciclos. Infeliz aquele que acredita, assentado no apogeu, que será eterno. O ocaso de Jarbas obedece a essa regra, avaliam observadores da cena política. Mas é impossível descolar a perda de seu protagonismo da contramão que guiou sua trajetória, depois de longas conversas com várias pessoas que o acompanham há anos, sobretudo quando ele desembarcou no Senado. Ressaltadas são as bandeiras que o senador ergueu no Legislativo combinadas com a ética na política.
Jarbas voltou ao Congresso como aquele combativo dos tempos ditatoriais. Só não entendeu, ou fez por escolha, que não podia deixar a política local no passado, mas, principalmente, não devia brigar contra uma realidade política maior que ele. A oposição frontal que decidiu fazer contra o ex-presidente Lula alia-se ao dever cívico de alimentar uma oposição no País. Mas no tom que bradou o grito do contra, o fez ser ouvido apenas como um porta-voz da reprovação aos bons ventos que sopravam no País, e em particular em Pernambuco, e que Eduardo Campos, sabiamente, soube surfar. O presente do político Jarbas guarda um passado respeitado, ainda capaz de prestar serviços. Mas não ao seu projeto, analisam. Que no campo eleitoral sofre.
E no campo da política dependerá do “se” seu novo aliado contra o PT, Eduardo, estiver mesmo disposto a encarar voo solo. O passaporte que levou o senador a fazer a travessia foi a sinalização do governador de se confrontar com o PT. O tempo dirá se ele escolheu o caminho certo ou, mais uma vez, entrou numa contramão. O JC procurou ouvir o senador, mas não obteve retorno.
sábado, 3 de novembro de 2012
Enem: 5,7 milhões fazem a prova
Mais de 5,7 milhões de estudantes se inscreveram e fizeram a prova do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), neste sábado, dia 3.
Esta é a primeira edição do Enem após a aprovação da Lei de Cotas que reserva um percentual de vagas para negros, pardos e indígenas.
Dos inscritos, apenas 1,5 milhão terminou o ensino médio e 80% vem de escolas públicas.
Esta é a primeira edição do Enem após a aprovação da Lei de Cotas que reserva um percentual de vagas para negros, pardos e indígenas.
Dos inscritos, apenas 1,5 milhão terminou o ensino médio e 80% vem de escolas públicas.
Deputado Pedro Henry pode cumprir até 25 anos de prisão em regime fechado
Com previsão de término até o final deste mês, o julgamento do mensalão está concentrado em determinar as penas para os condenados pelo STF (Supremo Tribunal Federal). Até agora, apenas Marcos Valério teve sua pena estimada. Ele pode ser condenado a mais de 40 anos de prisão e a pagar multa de R$ 3 milhões.
As sessões estão suspensas até o dia 7 devido ao afastamento do relator. O ministro Joaquim Barbosa viaja para a Alemanha para realizar uma cirurgia na coluna. Barbosa assume a presidência da Corte no dia 22 deste mês.
Até agora, nenhuma das penas está completamente definida. Nesta fase do julgamento, conhecida por dosimetria, os magistrados analisam os crimes e determinam quanto tempo cada um deve cumprir da pena. Entretanto, até o término da dosimetria, estes valores podem ser alterados livremente.
O levantamento mostra que o deputado federal Pedro Henry (PP) pode pegar de seis a 25 anos de prisão. O deputado mato-grossense, que era líder do PP na época do escândalo, foi condenado pelos crimes de formação de quadrilha, corrupção passiva e lavagem de dinheiro. Ele poderá cumprir a pena em regime semiaberto ou fechado
Fonte; Cenariomt
MPE investiga denúncia contra deputado Sebastião Rezende
3 de Novembro, 2012 - 08:32
O Ministério Público Estadual instaurou inquérito civil para apurar denúncia apresentada pela ONG Moral sobre suposta ilegalidade na realização de convênio entre a Sociedade Beneficente Evangélica, que seria de propriedade do deputado estadual Sebastião Rezende (PR), e a Secretaria de Estado de Transporte e Pavimentação Urbana (Setpu), com a finalidade de unir esforços e recursos para construção de 150 casas estilo Bolsa de Material para Construção (BMC) em diversas cidades do Estado.
Além da suspeita do não-cumprimento do acordo, a ONG questiona a moralidade desse tipo de convênio, que, segundo seu presidente, Ademar Adams, possui cunho eleitoreiro.
“Como pode o estado de Mato Grosso firmar convênio com recursos públicos para uma entidade cuja existência visa nítida politicagem com finalidade de conquistar eleitores?”, ressalta trecho da denúncia encaminhada pela ONG.
Ao Ministério Público, foi solicitada averiguação acerca da efetiva construção das casas e se os valores liberados correspondem ao material adquirido.
Segundo a denúncia, foram programadas em 2011 a construção de 74 casas em Rondonópolis, dez em Barra do Bugres, seis em Campo Novo do Parecis, dez em Campo Verde, seis em Peixoto de Azevedo, seis em São Pedro da Cipa e 40 em Várzea Grande.
Instaurado em setembro deste ano, o inquérito está sob responsabilidade do promotor de justiça Gilberto Gomes.
Além da suspeita do não-cumprimento do acordo, a ONG questiona a moralidade desse tipo de convênio, que, segundo seu presidente, Ademar Adams, possui cunho eleitoreiro.
“Como pode o estado de Mato Grosso firmar convênio com recursos públicos para uma entidade cuja existência visa nítida politicagem com finalidade de conquistar eleitores?”, ressalta trecho da denúncia encaminhada pela ONG.
Ao Ministério Público, foi solicitada averiguação acerca da efetiva construção das casas e se os valores liberados correspondem ao material adquirido.
Segundo a denúncia, foram programadas em 2011 a construção de 74 casas em Rondonópolis, dez em Barra do Bugres, seis em Campo Novo do Parecis, dez em Campo Verde, seis em Peixoto de Azevedo, seis em São Pedro da Cipa e 40 em Várzea Grande.
Instaurado em setembro deste ano, o inquérito está sob responsabilidade do promotor de justiça Gilberto Gomes.
Fonte: ODocument
Os desesperados esperneiam
Marcos Valério de Souza teve inúmeras oportunidades durante 7 anos para envolver o presidente Lula no famigerado mensalão. Eu me lembro porque pois assisti as oitivas nas CPIs, verdadeiras torturas psicológicas. A oposição interrogou Marcos Valério com ameaças, com truculência. Queria que ele dissesse que o presidente Lula estava envolvido no esquema, que ele manteve encontros com o presidente Lula, que ouviu de Delúbio, Dirceu ou de quem quer que fosse que Lula sabia do esquema. A resposta sempre foi NÃO. Confesso que na época fiquei com pena de Marcos Valério e de sua esposa Renilda, assistindo eles sofrerem todo tipo de ameaça, violência e humilhação. Passaram por verdadeiras sessões de tortura porque a oposição feroz e virulenta queria um nome, Lula. Nenhum depoente, nenhum, nem mesmo o delator Roberto Jefferson, citou o nome do presidente Lula. Muito ao contrario, afirmou que ele não sabia o que ocorria. Disse com todas as letras que Lula era inocente. Na CPI dos Bingos, a CPI do Fim do Mundo, estiveram depondo os irmão do prefeito assassinado Celso Daniel, e NÃO citaram o nome do presidente Lula; citaram o nome do Dirceu, mas na presença do juiz, após um processo movido por Dirceu, recuou e desmentiu todas as acusações feitas a Dirceu. Agora, depois de 7 anos, sabendo muito bem durante todos esses anos que seria condenado também pelo mensalão do PSDB de MG, de Eduardo Azeredo, Valério resolveu achar uma alternativa para não cumprir a pena: "delação premiada" pedindo proteção. Por trás da esperteza de Marcos Valério tem gente da oposição feroz e virulenta infiltrada na Procuradoria. Ele sabe, o advogado sabe, que se receber as benesses da "delação premiada" e entrar no programa de proteção a testemunha, fica livre, muda de nome, muda para um endereço desconhecido, e vai viver livre e rico. Mas para conseguir isso Marcos Valério sabe, e seu advogado também sabe, que precisa de provas, provas cabais do que relatar, para apresentar ao MP e ao STF, provas verdadeiras, não fabricadas e falsificadas. Ele tem essas provas, elas existem? Ele tem as tais gravações tão anunciadas pela Veja, que durante 7 anos ficaram escondidas? Não tem, tudo não passa de um jogo de cena, de uma tentativa de enganar, de tumultuar o processo e postergar a sua prisão. Mas como um fax sigiloso do STF foi parar na mídia? Quem vazou? Quem mais está em conluio com Marcos Valério para prejudicar o presidente Lula? Durante mais de 7 anos a vida de Lula, foi investigada à exaustão: com quem falava, o que falava, aonde ia, com quem ia, como dormia, como acordava, para quem telefonava, de quem recebia telefonemas, e nada, absolutamente nada, deu ao menos algum indício que Lula houvesse cometido algo ilícito. O desespero de Marcos Valério prestes a ir para a prisão somou-se ao desespero da oposição, do PIG, que não sabe como disputar o poder em 2014. Os desesperados esperneiam a caminho do fim.
Jussara Seixas
Fonte terra Brasilis
sexta-feira, 2 de novembro de 2012
Pivetta anuncia primeiro secretário. Prefeito eleito diz que outros nomes estão em análise
EM 02 DE NOVEMBRO DE 2012 AS 05H35
.Fonte: ExpressoMT / Celso Ferreira NeryCrédito: ExpressoMTSecretário que deve permanecer na pasta é Maria Rossato, que responde pelas Finanças do município
Em entrevista coletiva na tarde desta quinta-feira, o prefeito eleito por Lucas do Rio Verde, Otaviano Pivetta (PDT), anunciou o nome do primeiro integrante de seu governo. Na verdade, da primeira integrante. Maria Rossato, atual secretária de Finanças, deve permanecer no cargo na gestão Pivetta, que inicia em 01 de janeiro de 2013. Rossato, aliás, ocupou a função quando Otaviano cumpriu seu segundo mandato como prefeito municipal.
Além da secretária de Finanças, outro que deve permanecer na função é Márcio Pandolfi. Pivetta disse que ainda não conversou com o atual secretário de Saúde, mas deve oficializar convite para a sua permanência na pasta. Pandolfi ocupa o cargo desde a saída de Pascoal Oliveira Junior, em setembro.
Em relação a Secretaria de Educação, o futuro ocupante deve ser conhecido em breve. A categoria foi consultada, através do Sintep, e sugeriu três nomes que serão avaliados nos próximos dias.
Otaviano assegurou que os vereadores eleitos não ocuparão cargos comissionados no primeiro escalão. “Eles foram eleitos pra serem vereadores”, analisou. Ele assumiu que postulares que concorreram ao legislativo podem assumir funções na administração municipal. “Será por capacidade, não por consolação, não”, definiu.
Durante a entrevista, o prefeito eleito, que estava acompanhado do vice Miguel Vaz Ribeiro, adiantou que pretende fazer uma reforma administrativa, evitando entrar em detalhes sobre a criação ou extinção de secretarias. “Entendemos que há necessidade real de uma reforma administrativa. Iniciamos os estudos, nomeamos uma comissão que vai ser liderada pelo (Carlos) Girotto, também pra fazer uma proposta, e no dia 16 a gente se reúne e elabora uma proposta única que vai ser encaminhada pra Câmara”, explicou.
Entre as ações já empreendidas como propostas de campanha, Otaviano disse que a equipe já começou a discutir a elaboração de um novo Plano de Cargos, Carreiras e Salários que deve ser coordenado por Miguel. “Vamos fazer isso bem estudado, bem discutido com todos os segmentos. Vamos procurar um modelo no Brasil que possa ser usado como referência”, antecipou.
Enquanto discute a formação do primeiro escalão, Otaviano e Miguel têm discutido propostas de campanha junto a setores do município. Um grupo de trabalho foi formado para discutir a implantação de uma maternidade no Hospital São Lucas. Outra iniciativa foi discutir junto ao SAAE (Serviço Autônomo de Água e Esgoto) e Caixa Econômica Federal de buscar financiamento para universalizar a oferta de rede de esgoto em Lucas do Rio Verde. “Não é só em 20%, mas fazer o esgoto em 100% da cidade nos próximos quatro anos e eliminar de vez as fossas sépticas. É um programa de saúde pública. A certeza é os 20% que assumimos”, ressaltou.
Pivetta lembrou as conversações acerca da cadeia produtiva do algodão, sendo definido que uma comissão visitará a cidade de Brusque, em Santa Catarina, onde vai conhecer o sistema produtivo.
No próximo dia 12, Pivetta e Miguel devem se reunir com o presidente da BRF para discutir a possibilidade da empresa comercialize as residências do bairro Tessele Junior junto aos colaboradores que ocupam os imóveis. O assunto também foi discutido com a CEF, que se dispôs a negociar com os mutuários.
“O que assumimos de compromisso, está sendo viabilizado”, ressaltou Pivetta.
Ação regional
Otaviano já manteve contato com os prefeitos eleitos por Sorriso, Dilceu Rossato, Nova Mutum, Adriano Pivetta, e de Tapurah, Luiz Eickhoff, e deve se reunir com os futuros gestores nos próximos dias para alinhar ações de interesse comum dos municípios. O encontro, classificado pelo prefeito eleito como reunião de integração regional, deve acontecer até o dia 20 deste mês. “Vamos discutir os interesses comuns e planejar o futuro daquelas ações e dos projetos que podemos e faremos juntos, em bloco”, pontuou.
Irmãos são identificados como piloto e copiloto de avião que colidiu na Serra do Roncador veja fotos
Da Redação - Julia Munhoz/ Da Reportagem Local - Victor Cabral
Foto: Victor Cabral
Avião bate em serra e quatro morrem
Os irmãos Thiago e Lucas Santoro, do Mato Grosso do Sul, foram identificados pela Polícia Civil na tarde desta sexta-feira (02) como piloto e copiloto, respectivamente, do avião monomotor VRV que bateu na Serra do Roncador no final da tarde de ontem vitimando quatro pessoas, dentre elas dois engenheiros civis da Secretaria Estadual de Transporte e Pavimentação Urbana (Setpu).
De acordo com algumas testemunhas, por volta das 17h30 foi possível perceber que o avião sobrevoava a área para tentar pousar devido a forte chuva no local. A aeronave acabou batendo com a ponta da Serra do Roncador e caiu. Os quatro morreram na hora e os corpos só foram removidos do local no final desta tarde.
Engenheiros do Estado são vítimas de acidente com avião em serra
Avião monomotor colide em serra e quatro ocupantes morrem no local
Além dos irmãos morreram no acidente os engenheiros civis Orlando Monteiro da Silva, 58 anos, e Sifney Benedito Nunes, 57, da Setpu. Eles seguiam de Confresa para Cuiabá. Os servidores viajavam a trabalho e tinham participado de uma reunião com a Associação dos Produtores Rurais da MT 322.
A aeronave caiu em uma região de difícil acesso, próximo a Fazenda Roncador, entre as cidades de Chapada dos Guimarães e Nova Brasilândia. As Polícias Civil e Militar, bem como o Corpo de Bombeiros e a Politec estiveram no local para resgatar os corpos.
Até o final desta tarde a equipe Aeronáutica, que ficará responsável pelas investigação não havia chego ao local ainda para iniciar os trabalhos de perícia.
Os corpos das quatro vítimas foram removidos e encaminhados ao Instituto Médico Legal (IML) de Cuiabá.
Orlando e Sifney eram servidores públicos do Estado há 35 e 31 anos, respectivamente. A secretaria já entrou em contato com as famílias, que aguardam a chegada dos corpos para definir local e horário do velório.
De acordo com a assessoria de imprensa, a secretaria irá arcar com todas as despesas do velório, já que os dois engenheiros estavam em serviço. O governador Silval Barbosa (PMDB) decretou luto oficial de três dias.
De acordo com algumas testemunhas, por volta das 17h30 foi possível perceber que o avião sobrevoava a área para tentar pousar devido a forte chuva no local. A aeronave acabou batendo com a ponta da Serra do Roncador e caiu. Os quatro morreram na hora e os corpos só foram removidos do local no final desta tarde.
Engenheiros do Estado são vítimas de acidente com avião em serra
Avião monomotor colide em serra e quatro ocupantes morrem no local
Além dos irmãos morreram no acidente os engenheiros civis Orlando Monteiro da Silva, 58 anos, e Sifney Benedito Nunes, 57, da Setpu. Eles seguiam de Confresa para Cuiabá. Os servidores viajavam a trabalho e tinham participado de uma reunião com a Associação dos Produtores Rurais da MT 322.
A aeronave caiu em uma região de difícil acesso, próximo a Fazenda Roncador, entre as cidades de Chapada dos Guimarães e Nova Brasilândia. As Polícias Civil e Militar, bem como o Corpo de Bombeiros e a Politec estiveram no local para resgatar os corpos.
Até o final desta tarde a equipe Aeronáutica, que ficará responsável pelas investigação não havia chego ao local ainda para iniciar os trabalhos de perícia.
Os corpos das quatro vítimas foram removidos e encaminhados ao Instituto Médico Legal (IML) de Cuiabá.
Orlando e Sifney eram servidores públicos do Estado há 35 e 31 anos, respectivamente. A secretaria já entrou em contato com as famílias, que aguardam a chegada dos corpos para definir local e horário do velório.
De acordo com a assessoria de imprensa, a secretaria irá arcar com todas as despesas do velório, já que os dois engenheiros estavam em serviço. O governador Silval Barbosa (PMDB) decretou luto oficial de três dias.
quinta-feira, 1 de novembro de 2012
MP denuncia Rossato e Miltinho por compra de votos, republicano nega
Patrícia Sanches
Prefeito eleito de Sorriso Dilceu Rossato (PR) é investigado por compra de votos
A Justiça apura denúncia de que o republicano, eleito com 20.448 votos, teria comprado votos por meio da entrega de vales combustível no dia da eleição.
No último dia 7, Reginaldo Francisco Padilha, o Padilha, foi preso depois que uma testemunha denunciou que ele estaria distribuindo santinhos com vales combustível de Miltinho, que teve 557 votos ficando na suplência. Ao ser interrogado, preferiu manter o silêncio, sendo liberado no mesmo dia após pagamento de fiança no valor de R$ 6,2 mil.
Com ele, foram apreendidos 547 panfletos de Dilceu Rossato e de Miltinho, além de 19 adesivos; e 28 vales combustível. Após a detenção, delegado Thiago Garcia Damasceno passou a investigar o caso, colhendo depoimentos das pessoas citadas no B.O.
Trecho da denúncia formulada pelo MP contra Dilceu Rossato, Padilha, Miltinho e Dalmolin por suposta compra de votos em Sorriso
Caminhonete, em que estava Padilha, no dia da eleição
Ele declara que, já na delegacia, Reginaldo disse que “isso não iria ficar assim, pois Mauro Savi já estava sabendo”, numa referência ao deputado estadual, que era um dos principais cabos eleitorais de Dilceu. Nair confirma a versão.
Outro Lado
Em depoimento, Miltinho negou que Padilha tenha participado da campanha. Ele garante não ter conhecimento se Padilha pegou algum vale combustível de seu posto. Ponderou, no entanto, que vende sim por “vale, e que o vale é repassado, sempre que alguma pessoa compra e não abastece na hora”. Miltinho reconheceu ainda a autenticidade dos tickets combustível apreendidos com Padilha, mas assevera não ter conhecimento que o detido estava distribuindo o material.
Toda a documentação foi encaminhada para a Justiça no último dia 18. “Reginaldo foi flagrado por eleitores que indignados com a sua conduta inescrupulosa e despudorada, posto que panfletava e tentava aliciar eleitores a poucos metros das seções, o fotografaram e acionaram a polícia”, diz trecho do relatório do delegado.
Rossato, por sua vez, em entrevista aso RDNews alega não ter conhecimento a respeito da investigação. Ele pondera, entretanto, que sua campanha foi pautada pela legalidade. "Não tenho nada a dizer. Não fiz nada", afirmou o republicano. Rossato afirma ainda que , se for chamado, vai prestar todas as informações necessárias. "Por enquanto eu não estou preocupado com nada, só com a administração".
Trecho do relatório feito pelo delegado Thiago Damasceno sobre a prisão do cabo eleitoral Padilha e denúncia por compra de votos.
Fonte RDNEWS
Caravana JN no Ar aterrissa em Lucas do Rio Verde
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Assessor de Dilma acusa Globo de fazer política
No momento em que a Globo se mostra receosa em relação a uma eventual proposta para democratizar a comunicação, Marco Aurélio Garcia a acusa de partidarismo. “Quando você tem uma emissora que dedica 19 minutos do seu principal noticiário para fazer um resumo do mensalão às vésperas do segundo turno... não é uma questão que passa batido para nós”; comandada por Ali Kamel, emissora diz que "só faz jornalismo"
A Rede Globo, assim como os principais meios de comunicação do País, estão unidos contra uma eventual proposta que parta do governo para democratizar os meios de comunicação, a exemplo do que ocorreu com a Ley de Medios argentina, que entra em vigor em 7 de dezembro. TantoGlobo, Abril, Folha e Estado já dedicaram reportagens contra o que acusam ser um golpe contra a democracia.
Neste contexto, o assessor para Assuntos Internacionais da presidência da República, Marco Aurélio Garcia, entrou no debate. E acusou a Globo de agir de forma partidária. Leia na coluna de Mônica Bergamo, da Folha:
CLIMA
Marco Aurélio Garcia, assessor de assuntos internacionais do governo Dilma Rousseff, é direto ao criticar a mídia no julgamento do mensalão: "É isso: eu estou falando da TV Globo", disse ele em entrevista à rádio BandNews FM no domingo das eleições. "Houve concretamente uma tomada de posição por parte de analistas", o que, segundo ele, vai além dos limites de órgãos de concessão pública. "Vamos ter claro: não estou me referindo a jornais, mas a órgãos de concessão pública."
CLIMA 2
Garcia referiu-se ao resumo que o "Jornal Nacional" fez do mensalão no dia 23 de outubro, quando mais da metade de seus 32 minutos foi dedicada a um balanço do julgamento. "Quando você tem uma emissora que dedica 19 minutos do seu principal noticiário para fazer um resumo do mensalão às vésperas do segundo turno (...) Não é uma questão que passa batido para nós."
CLIMA 3
Procurada pela coluna, a TV Globo diz que "não tem lado e só fez jornalismo".
Fonte Terra Brasilis
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