domingo, 29 de maio de 2011

O OUTRO LADO DA IGREJA - De noite, orgias, festas e bebedeiras. De dia, missa e oração. Livro escandaliza ao expor rotina de padres que agitam festas e saunas, engravidam mulheres e patrocinam abortos


28/05/2011 - 17:18:00 | Comentários ( 1 )







Padres, orgias e baladas

Livro escandaliza ao expor a rotina de sacerdotes que frequentam festas e saunas, engravidam mulheres e patrocinam abortos

João Loes
da revista ISTOÉ



De noite, orgias, festas e bebedeiras. De dia, missa, confessionário e oração. De noite, jeans, pele bronzeada à mostra e gel no cabelo. De dia, batina, estola e ascetismo. É assim a rotina de um sem-número de padres católicos que vivem uma vida dupla nas grandes capitais do mundo, Roma inclusive. Pelo menos é isso que garante, com vídeos, fotos e descrições dolorosamente ricas, um dossiê em forma de livro e site lançado em abril, na Europa. Batizado de “Sex and the Vatican”, uma alusão ao seriado “Sex and the City” – que conta as aventuras sexuais de quatro mulheres em Nova York &nd... (continuar lendo)

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fonte: Págian do E

sábado, 28 de maio de 2011

MULHERES PELA PAZ!. EU APOIO!

























SE VOCÊ APOIA ESTA CAMPANHA AJUDE A DIVULGAR.


ESTA  É UMA AÇÃO PROMOVIDA PELA AMEC/BRV ASSOCIAÇÃO DE MULHERES EM BUSCA DE CIDADANIA DO BAIRRO RIO VERDE. 


LUCAS DO RIO VERDE -MT

PRECISAMOS FALAR COM DEUS

MOMENTO ESPIRITUAL

Os problemas da emenda 164 do Código Florestal

Conheça a emenda “vilã” do Código Florestal

Entenda o que propõe a emenda 164, que dividiu ambientalistas e ruralistas e rachou a base de sustentação da presidenta Dilma Rousseff
Vila da votação do Código Florestal, a emenda 164 consolida plantações em áreas de preservação permanente
Considerada a vilã do projeto do novo Código Florestal, que tramita agora no Senado, a “emenda 164”, aprovada pelos deputados na última terça-feira (24), tem causado muita polêmica e desgastes políticos entre o governo e sua base no Congresso. Por ser uma proposta que reduzirá áreas de preservação no país, a emenda tem sido alvo de pressão de ambientalistas e sua derrubada se tornou a mais nova missão do Planalto no Legislativo.
Entre outras coisas, a emenda regulariza a situação de ocupações ilegais em áreas de preservação permanente (APPs), como beira de rios, topos de morros e encostas. Essas áreas foram desmatadas ilegalmente, ou foram sendo consideradas áreas de ocupação ilegal, a partir de modificações no atual Código Florestal (Lei 4.777/1965), feitas ao longo dos anos.
Nessa situação de ilegalidade estão plantações tradicionais como o café em Minas Gerais, a maçã em Santa Catarina e a uva e o arroz no Rio Grande do Sul. Algumas dessas culturas são lavouras .
fonte: congressoemfoco

quinta-feira, 26 de maio de 2011

CAMPANHA MULHERES PELA PAZ.

   

 ASSOCIAÇÃO DE MULHERES  EM BUSCA DE CIDADANIA DO BAIRRO RIO  VERDE.
 VAMOS JUNTOS CONSTRUIR UMA CULTURA DE PAZ.




  AJUDE A DIVULGAR ESTA CAMPANHA.

quarta-feira, 25 de maio de 2011

ASSOCIAÇÃO DE MULHERES DO BAIRRO RIO VERDE PASSA A INTEGRAR O PROJETO UNIÃO FAZ A VIDA DA ESCOLA ESTADUAL DOM BOSCO



















 Na segunda- feira 23/05/2011 estive em uma reunião promovida pela Escola Estadual Dom Bosco com lideres da comunidade e vários seguimento da sociedade.


A equipe responsável pelos projetos da escola está buscando parcerias para trabalhar o projeto união faz a vida  fora dos muros da escola.
  A reunião  ocorreu com representantes da saúde,  Instituto Padre João Peter, Associação de Mulheres , representantes da  Igreja católica com  objetivo de  discutirem um projeto social voltado para a comunidade local, visando a cooperação, solidariedade e cidadania   


 Para nós foi muito positivo, pois  tive oportunidade de apresentar  o projeto Mulheres pela Paz e vai ser possível desenvolver muitas ações conjuntas.


 Este trabalho vai envolver os  alunos professores  e a comunidade.

terça-feira, 24 de maio de 2011

É PRECISO MOBILIZAÇÃO DE TODA A CATEGORIA. EM PROL DA CONQUISTA DOS SEUS DIREITOS.

CIGANOS UM POVO INVISÍVEL.

Daniella Jinkings e Marcos Chagas
Repórteres da Agência Brasil

Brasília – Apesar de viverem no país desde o século 16, os ciganos ainda são uma parcela da população pouco conhecida pelos brasileiros e até mesmo pelo Poder Público. Faltam informações oficiais precisas sobre o número de ciganos que vivem no território nacional. As estimativas variam de 800 mil – a mais adotada por órgãos do governo e entidades não governamentais – até 1,2 milhão de pessoas.

A Agência Brasil publica hoje (24) uma série de matérias para mostrar um pouco dos costumes e da história desse “povo invisível”, como definem estudiosos do tema, representantes do governo e os próprios ciganos. De acordo com o diretor executivo da Pastoral dos Nômades, padre Wallace Zanon, os ciganos ainda não têm seus direitos respeitados. “Eles ainda estão um passo atrás, pois nunca foram reconhecidos.”

Para a presidenta da Associação Cigana das Etnias Calons do Distrito Federal e Entorno, Marlete Queiroz, há descaso tanto da sociedade e quanto do governo. “Os ciganos fazem parte de um Brasil invisível.”

O desconhecimento acaba levando à discriminação em relação a esses povos, tratados, muitas vezes, como ladrões e vagabundos. Um dos exemplos do preconceito está guardado no arquivo histórico do Senado Federal: o Decreto 3.010, assinado pelo então presidente Getúlio Vargas em 1938, um ano após instalação do Estado Novo. A norma restringia a entrada de estrangeiros no país e impedia que “indigentes, vagabundos, ciganos e congêneres” ingressassem em território brasileiro.

No Brasil, atualmente, predominam três clãs ciganos: os Rom (vindos da ex-Iugoslávia, Sérvia e de outros países do Leste Europeu), os Calom (que vieram da Espanha e de Portugal) e os Sinti (vindos da Alemanha, Itália e França).

Entretanto, não há consenso entre esses grupos sobre a identidade cigana. “Calom não é cigano, é brasileiro que quer ser cigano”, afirmou o rom Maicon Martins, descendente de iugoslavos.

Residentes em Caxias do Sul (RS), os Martins não perderam o hábito de fazer do comércio sua principal atividade econômica. Eles também mantêm o costume de viajar pelo país em grupos familiares. A reportagem da Agência Brasil encontrou a família de Maicon em um centro comercial afastado da região central de Brasília. Ele e mais 15 parentes vieram para a capital federal em cinco caminhonetes de luxo. Apesar de o nomadismo não fazer mais parte de suas vidas, Maicon diz que as viagens ajudam a preservar a identidade cultural.

Líder de uma comunidade Calom, Elias Alves da Costa confirma a discriminação sofrida pelo seu clã. “O cigano Rom é rico e o Calom é pobre. Eles [Rom] acham que só eles são ciganos, mas nós também somos.”

Segundo ele, o que diferencia um clã de outro é a cultura. Diferentemente dos Rom e dos Sinti, os Calom não cultuam Santa Sara Kali e adotaram Nossa Senhora Aparecida, padroeira do Brasil, como sua santa protetora.

A língua também é um diferencial. Os Rom e os Sinti falam o romanês (língua dos ciganos). Os Calom falam o shib kalé, uma fusão do romanês com o espanhol e o português. Os ciganos que vivem no Brasil também falam português.

Edição: Juliana Andrade e Lílian Beraldo.

Fonte: agencia Brasil

VIOLÊNCIA DOMÉSTICA


Projeto 'Lá em casa quem manda é o respeito' já apresenta resultados positivos

Por CLÊNIA GORETTH 
Segunda, 23 de maio de 2011, 16h16 


Recém-criado, o projeto 'Lá em casa quem Manda é o Respeito', desenvolvido no Centro de Ressocialização de Cuiabá, o antigo Carumbé, já demonstra resultados positivos. Alguns reeducandos que participam do projeto querem que a iniciativa seja estendida para as escolas. Com isso, pretendem evitar que seus filhos cometam os mesmos erros.

“O agressor doméstico não é um bandido. Embora ele tenha feito mal para a própria família, tem todas as possibilidades de não retornar ao crime. De uma maneira geral, são filhos de pais violentos que foram treinados para serem agressores”, ressaltou a promotora de Justiça Lindinalva Rodrigues Dalla Costa.

Nesta segunda-feira(23.05), ela e a promotora de Justiça Elizamara Sigles Vodonós Portela proferiram uma nova palestra a cerca de 70 reeducandos, no Centro de Ressocialização de Cuiabá. A iniciativa faz parte do projeto 'Lá em Casa quem Manda é o Respeito'.

Segundo as promotoras de Justiça, desde que o projeto foi lançado, em março deste ano, já foram realizadas várias 'rodas de conversas' entre psicóloga, assistente social e os reeducandos. Os encontros acontecem três vezes por semana e uma vez por mês as duas promotoras de Justiça se dirigem ao antigo Carumbé para falar com os presos. O grupo inclui reeducandos provisórios e definitivos.



“O projeto está tendo uma boa aceitação. Apenas os que estão presos pela prática de abuso sexual são mais resistentes”, informou a promotora de Justiça Lindinalva Rodrigues Dalla Costa. Além disso, segundo ela, a rotatividade também é grande. Nesta segunda-feira, pelo menos 20 presos que acompanharam os trabalhos não participaram da palestra ocorrida no mês passado.

“Isso significa que, além das mulheres estarem buscando ajuda, nós estamos agindo com rigor nos crimes de lesão leve e ameaça. A violência doméstica é complexa e exige o encarceramento nos crimes mais leves para evitarmos que a situação se agrave, chegando ao homicídio”, afirmou a promotora de Justiça.

Durante a palestra, que se estendeu por quase duas horas, as promotoras de Justiça falaram sobre as penalidades previstas na Lei Maria da Penha, esteriótipos e educação machista, relação entre pais e filhos e a união dos homens pelo fim da violência doméstica contra a mulher.

Como instrumentos de sensibilização, além de apresentar fotos extraídas dos processos judiciais que tramitam na Vara da Violência Doméstica da Capital, as promotoras de Justiça também falaram sobre a valorização da família e as possibilidades de mudança.



O projeto 'Lá em Casa quem manda é o Respeio' é desenvolvido pelo Ministério Público e o Governo do Estado, com apoio da Assembleia Legislativa e Fundação Escola Superior do MP.

fonte: MPE

domingo, 22 de maio de 2011

O depoimento da professora reflete a realidade da educação em todo o país, inclusive em Lucas do Rio Verde _MT

Ajude a combater a violência contra a mulher.

Sete municípios de Mato Grosso entram na “lista suja” do desmatamento

Edilson Almeida
Redação 24 Horas News



Pelo menos mais sete municípios de Mato Grosso devem entrar na chamada “lista suja” do desmtamento. São eles: Alto Boa Vista, Bom Jesus do Araguaia, Cláudia, Santa Carmem, Tapurah e Nova Mutum. A lista bloqueia novas autorizações para corte de vegetação nativa e aplica punições aos desmatadores, além de receber um monitoramento de fiscalização por parte das forças de segurança, lideradas pelo sistema de fiscalização do Instituto Brasileiro de Meio Ambiente (Ibama).


A inclusão dos sete municípios na “lista suja” dos desmatamentos foi discutido no Gabinete de Crise do Governo Federal. As sete cidades – de nove listadas na Amazônia - e registraram o maior ritmo de desmatamentos nos últimos meses. De acordo com dados do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais, em março Mato Grosso foi o Estado que mais contribuiu para a perda da floresta, com 480,3 km2 de área desmatada – o que representa 80,9% de tudo o que foi desmatado.


As Forças Armadas deverão  participar do combate ao desmatamento em Mato Grosso, atuando no bloqueio da comercialização de madeiras exploradas ilegalmente no Estado. O governo de Mato Grosso colocou, como parte da Operação Disparada, cerca de 800 homens para procurar, no interior do Estado, desmatadores. "A meta é desmate ilegal zero", afirma o superintendente do Ibama, Ramiro Martins Costa.
A região mais crítica está no médio norte do Estado, perto de município de Sinop. Até esta quinta-feira, o sistema de detecção de desmatamento em tempo real usado pelo Governo apontou 120 polígonos de grandes desmatamentos. Ao todo, 66 áreas no Estado estão embargadas. Desse total, 16 áreas embargadas pela Secretaria de Meio Ambiente. O Ibama embargou mais 50, totalizando 19.455,24 hectares.
Até as 18 horas de hoje, somente na região de Sinop, o Ibama havia embargado uma serraria, apreendido um barco, sete caminhões, oito motosserras, 40 máquinas pesadas (esteiras, tratores de grande porte, colheitadeiras) e 3.020,07 metros cúbicos de madeiras em tora.  Dois helicópteros e um avião bimotor estão sobrevoando a região.



fonte: 24 horasnews 

Jornais: Palocci faturou R$ 20 milhões em ano eleitora

FOLHA DE S.PAULO

Empresa de Palocci faturou R$ 20 mi no ano da eleiçãoA empresa de consultoria do ministro da Casa Civil, Antonio Palocci, faturou R$ 20 milhões no ano passado, quando ele era deputado federal e atuou como principal coordenador da campanha de Dilma Rousseff à Presidência da República. Segundo duas pessoas que examinaram números da empresa e foram ouvidas pela Folha, o desempenho do ano passado representou um salto significativo para a a consultoria, que faturou pouco mais de R$ 160 mil no ano de sua fundação, 2006.

Batizada como Projeto, a empresa de consultoria de Palocci foi aberta em julho de 2006 e transformada numa administradora de imóveis no fim de 2010, dias antes da posse do novo governo. A Folha revelou no domingo que a Projeto comprou um apartamento de R$ 6,6 milhões no ano passado e um escritório de R$ 882 mil em 2009. Os dois imóveis ficam em São Paulo, perto da avenida Paulista, uma das áreas mais valorizadas da cidade.

As aquisições ajudaram Palocci a multiplicar por 20 seu patrimônio. Ao registrar sua candidatura a deputado em 2006, ele declarou à Justiça Eleitoral a propriedade de bens avaliados em R$ 356 mil, em valores corrigidos. Palocci afirmou nesta semana que adquiriu os dois imóveis com recursos que sua consultoria obteve nos anos em que ele exerceu o mandato de deputado federal. O faturamento de 2010 é suficiente para comprar três apartamentos iguais ao que ele adquiriu no fim do ano.
A Folha solicitou à Casa Civil várias vezes nos últimos dias informações sobre a Projeto, seus clientes e seu faturamento, mas a Casa Civil e a assessoria da empresa disseram que não divulgariam nenhuma dessas informações.

Receita é similar à das maiores do ramo no paísO faturamento da empresa de Antonio Palocci está no mesmo patamar do das maiores consultorias econômicas do país, empresas com dezenas de funcionários, especializados em diferentes áreas. A Folha apurou que a LCA Consultores, líder do mercado, fatura pouco mais de R$ 20 milhões por ano. Sua equipe é de mais de cem pessoas e atende quase cem empresas.



fonte: Congressoemfoco