quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013

FHC grava vídeo pedindo para esquecerem o que ele disse em Florença


O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso divulgou um vídeo reclamando de balanços comparativos entre os governos do PT e dos tucanos. Chamou as comparações de picuinhas e disse "eles [petistas] pensam que o Brasil começou agora e não começou; no meu governo, eu mudei o rumo do Brasil, que estava muito desorganizado".


O problema é que o próprio ex-presidente fez um balanço desastroso de seu governo para outros chefes de governos da Europa e dos EUA, em 1999, durante uma conferência em Florença (Itália). Inclusive foi repreendido publicamente no evento pelo então presidente Bill Clinton, por querer dividir responsabilidades dos fracassos de seu governo com os demais países.

Os dois vídeos abaixo mostram o ocorrido.

O primeiro é um compacto de 5 minutos, legendado sem rigor profissional, com comentários críticos, mas que preservou o resumo do que foi dito lá.

O segundo vídeo (em inglês) mostra a íntegra dos discursos (2 horas e 24 minutos).





Fonte: Amigos do presidente Lula

terça-feira, 19 de fevereiro de 2013

Yoani não assina declaração contra bloqueio dos EUA a Cuba


 


Em debate realizado na cidade de Feira de Santana (BA) na noite desta segunda-feira (19), a blogueira cubana Yoani Sánchez foi convidada a assinar uma declaração em que atesta ser contra o bloqueio econômico imposto pelos EUA a Cuba e que defende a libertação dos cinco heróis cubanos presos em solo estadunidense. E se negou.

O desafio foi feito pelo estudante Caio Botelho, militante da União da Juventude Socialista (UJS) e da Associação Cultural José Martí (ACJM) – Bahia, que teve acesso ao microfone após muitos protestos exigindo pluralidade em um evento inicialmente programado apenas para “jogar confete” na blogueira, e que também contou com a presença do senador Eduardo Suplicy (PT-SP). Outros questionamentos também foram feitos, mas ficaram sem respostas.

“Essa Yoani serve os interesses dos americanos que bloqueiam a Cuba há 61 anos e ela nunca defendeu Cuba. Os americanos têm cinco heróis cubanos presos e ela nunca abriu a boca pra poder exigir a liberdade. Ela é uma farsa a serviço do imperialismo e da direita internacional contra seu próprio país, por isso protestamos”, afirmou Antonio Barreto, presidente da associação cultural José Martín.



Tanto no Recife como em Salvador, vários militantes também se manifestaram contra sua visita ao Brasil, defendendo a revolução cubana e mostrando fotografias de Fidel Castro e de Che Guevara, assim como cartazes nos quais chamavam Yoani de "mercenária" e "agente da CIA".

Da Redação Vermelho, com informações da UJS

Fonte: O terror do Nordeste

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013

Unimed nega internação a menino de 8 anos e é condenada


Empresa contrariou recomendação médica e não internou o paciente

MidiaNews/TJMT
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Desembargador João Ferreira Filho manteve a condenação da Unimed
KATIANA PEREIRA
DA REDAÇÃO
A Primeira Câmara Cível do Tribunal de Justiça de Mato Grosso condenou a Unimed Cuiabá a pagar uma indenização de R$ 15 mil por ter se recusado a internar um menino de oito anos, que submetido a um procedimento cirúrgico.

A empresa interpôs um embargo contra o acórdão proferido, que não foi acatado pela Primeira Turma de Câmaras Cíveis Reunidas de Direito Privado do TJMT, que manteve a decisão anterior.

O menino foi representado por sua mãe, que alegou que a Unimed Cuiabá negou a internação pós-cirúrgica do garoto, contrariando a recomendação da médica pediatra.

Consta dos autos que o menino foi submetido a uma cirurgia para retirada de um cisto epidérmico do braço esquerdo, procedimento considerado simples.

Por se tratar de paciente de oito anos de idade, a médica recomendou uma internação pós-cirúrgica. 
Ocorre que, assim que deixou o centro cirúrgico, o garoto foi encaminhado à sala de recuperação do hospital.

A administração da unidade hospitalar alegou que o plano de saúde se recusou a internar o paciente em um quarto, o que só seria providenciado em caso de complicações cirúrgicas.

Segundo a mãe da criança, a sala apresentava más condições de higiene e limpeza.

Defesa

Em sua defesa, a Unimed Cuiabá alegou que não existiu dano moral, argumentando que o procedimento ao qual foi submetido o menor é "meramente ambulatorial", não necessitando de internação. 
O empresa alegou como sendo o transtorno "mero dissabor da vida cotidiana”.

A Unimed justificou ainda que o autor fundamenta o dano supostamente ocorrido em fatos que fogem ao controle da empresa, como as más instalações do cômodo.

A empresa também pediu a redução do valor indenizatório fixado pelo acórdão.

Juízo de valor

O relator do embargo, desembargador João Ferreira Filho, entendeu que o paciente só foi encaminhado à sala de recuperação porque a empresa de saúde passou a julgar a necessidade ou não dos procedimentos solicitados por médicos, como se a ela coubesse tal análise.
"Decisões tomadas arbitrariamente pelas empresas de plano de saúde causam, além de severo dano moral aos pacientes, que, mesmo pagando as mensalidades, veem-se desamparados nos momentos em que têm sua saúde ameaçada"
“Tal situação deve ser repreendida pelo Poder Judiciário, pois essas decisões tomadas arbitrariamente pelas empresas de plano de saúde causam, além de severo dano moral aos pacientes, que, mesmo pagando as mensalidades, veem-se desamparados nos momentos em que têm sua saúde ameaçada, por vezes causam danos físicos aos pacientes, nos casos onde a intervenção médica não autorizada é medida de urgência ou emergência”, sustentou o magistrado, na decisão.

O magistrado salientou que não compete à empresa de plano de saúde julgar a necessidade ou não de qualquer ato médico.

“Logo, entendo caracterizado o dano, o nexo de causalidade e, principalmente, do ato ilícito, ou seja, é patente o dever de indenizar, devendo ser mantido o referido acórdão embargado, quanto a esse ponto”, ressaltou.

Quanto ao valor da indenização, fixado em R$ 15 mil, o magistrado afirmou que não merece reforma, já que observou o duplo caráter punitivo e pedagógico da condenação.

O desembargador salientou que o valor é suficientemente alto para demonstrar que a conduta da empresa foi reprovável, mas não acarreta enriquecimento da vítima do dano moral.

“Em decorrência da falta da embargante, o embargado foi privado do conforto que o hospital poderia propiciá-lo quando internado e, consequentemente, foi encaminhado para local de higiene questionável, ficando, inclusive, a mercê de novas enfermidades, já que naquele ambiente encontravam-se pessoas com as mais variadas doenças”, destacou o desembargador. 

Testemunha diz que viu Gil Rugai sair da casa do pai após o crime


MARINA GAMA
COLABORAÇÃO PARA A FOLHA
A primeira testemunha de acusação do julgamento de Gil Rugai começou a ser ouvida por volta das 13h20 desta segunda-feira (18). Ele é acusado de matar o pai, o empresário Luis Carlos Rugai, e a madrasta, Alessandra Troitino, 33. O crime aconteceu em 2004, em Perdizes (zona oeste de SP).

O então vigilante de rua Domingos Ramos Oliveira de Andrade confirmou um dos depoimentos dado à Polícia Civil, que afirmara ter visto o ex-seminarista saindo da casa onde o crime ocorreu junto com outra pessoa, que ele não conseguiu identificar.
No plenário, o vigia disse que não estava na guarita no momento, mas que, de onde estava, podia reconhecer Rugai, que atravessou a rua e se aproximou dele.
O réu acompanha a fala de Domingos no plenário. A testemunha, que está inserida no programa de proteção à testemunha, poderia pedir a saída de Rugai do plenário, mas não optou por esse direito.

O vigilante foi inserido no programa ao receber ameaças após seu segundo depoimento, quando disse reconheceu Rugai na noite do crime, segundo a Promotoria.
A sessão de julgamento começou com a escolha dos jurados que vão decidir o futuro de Gil Rugai. Foram convocadas 55 pessoas sendo que sete foram escolhidas para compor o júri --cinco homens e duas mulheres.
O advogado da família de Alessandra, Ubirajara Mangini, disse que os autos têm provas concretas e irrefutáveis de que Gil Rugai assassinou o pai e a madrasta.
Já a defesa promete surpreender o julgamento e apresentar nome de dois supostos assassinos do casal. Segundo os advogados de Gil Rugai, várias pessoas tinham motivos para querer o empresário morto.

A Promotoria criticou e disse que foi uma manobra para adiar o julgamento o fato de a defesa apresentar novos documentos dez dias antes do julgamento.
Por lei, ambas as partes podem anexar novos papéis aos autos até três dias antes do júri. "A própria Promotoria adicionou 300 folhas aos autos dias antes", afirmou o advogado de defesa, Marcelo Feller.

Gil Rugai fonte: Folha de  São Paulo

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JUSTIÇA PROÍBE VENDA DE LIVRO SOBRE LÍDER SINDICAL AMIGO DE LULA



José Carlos Werneck
O lançamento do livro “Companheiros – A Hora e a Vez dos Metalúrgicos de Sorocaba”, com apresentação escrita pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, teve sua distribuição proibida pela Justiça e está suspenso, há mais de um mês.
  Bolinha e Lula
A obra, do jornalista Carlos Araújo, seria lançada no final de janeiro, foi suspensa após o juiz fixar multa de R$ 1 mil por exemplar vendido ou doado, e de R$ 10 mil em caso de noite de autógrafos, divulgação ou ato semelhante.

O livro destaca a trajetória do sindicalista Wilson Fernando da Silva, o “Bolinha”, falecido em 2008, que foi colega de trabalho do ex-presidente e ajudou Lula a interiorizar a CUT . O juiz da 3ª Vara Cível de Sorocaba, Mário Gaiara Neto, concedeu liminar em ação de indenização movida por uma filha de “Bolinha” que alegou não ter autorizado a publicação, nem o uso de fotos do acervo pessoal do sindicalista e que que a obra viola a intimidade e desrespeita a memória do pai.
Além do jornalista, são réus do processo o Sindicato dos Metalúrgicos de Sorocaba, que patrocinou o livro, e a editora Loja de Idéias. A publicação descreve os últimos 40 anos da luta sindical em Sorocaba e destaca a participação do ex-presidente na trajetória que levou seu ex-colega da Indústria Villares, em São Bernardo do Campo, à presidência do sindicato de Sorocaba.
Em sua apresentação, Lula enfatiza o “grau de companheirismo” de “Bolinha” e os 40 anos de amizade entre os dois. O sindicalista participou com o ex-presidente, em 1983, da fundação da Central Única dos Trabalhadores, ano em que venceu as eleições sindicais em Sorocaba e filiou o sindicato à nova central.
Entre as 32 imagens que ilustram a publicação, estão fotos do velório de “Bolinha” em 8 de dezembro de 2008, quando Lula já presidente da República viajou de Brasília à Sorocaba, causando atraso de uma hora e meia no sepultamento.
Ronaldo Stange, advogado da editora e de Carlos Araújo, classificou a decisão da Justiça como censura. “Além do direito de informar e da liberdade de expressão, o que está em jogo é o direito da coletividade de ser informada sobre fatos históricos. Não se pode ocultar a história”.
Segundo Stange, as fotos usadas no livro são do acervo do sindicato. A viúva de “Bolinha”, Lucília Rocha da Silva, e dois dos filhos do casal, Francis e Camila, assinaram declarações autorizando a publicação e defendendo o conteúdo do livro.
A outra filha, Daniela Silva Fernandes, autora da ação, alega que alguns fatos narrados, como a prisão de “Bolinha” por liderar greves, são vexatórios à família. Seu defensor, Reinaldo José Fernandes, sustenta que os herdeiros têm direitos sobre a imagem do pai, que está sendo explorada comercialmente sem a autorização de todos.
“O livro estava à venda e geraria lucro”. Ele pede indenização de R$ 31 mil por danos morais em favor de Daniela. Os advogados do sindicato entraram com recurso de agravo contra a liminar, que será apreciado pelo Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo.
Fonte: Blog de um sem Mídia

“Se o Gurgel não abrir inquérito contra o Aécio, estará prevaricando”, afirma deputado



Aécio foi citado em denúncia à Procuradoria Geral da República
Conceição Lemes, de Viomundo / Correio do Brasil

“Em Minas, o ex-procurador Alceu Marques Torres arquivou duas representações contra Aécio e Andrea Neves. Em 31 de maio de 2011, os deputados Rogério Correia, Sávio Souza Cruz e Antonio Júlio entregaram a Roberto Gurgel outra denúncia. Ela está na gaveta do procurador-geral da República há 22 meses e 17 dias

17 de abril de 2011. Madrugada de domingo, Leblon, Zona Sul carioca. O senador Aécio Neves (PSDB-MG), dirigindo uma Land Rover, é parado pela polícia numa blitz de trânsito. Convidado a fazer o teste do bafômetro, ele se recusa. A carteira de habilitação, vencida, é apreendida. Leva duas multas.

A partir daí, o poderoso bunker montado para protegê-lo foi sofrendo alguns abalos.

O Movimento Minas Sem Censura (MSC), bloco de oposição que reúne parlamentares do PT, PMDB, PCdoB e movimentos sociais, descobriu fatos até então desconhecidos. Além de denunciá-los publicamente, fez representações a várias instâncias, pedindo que fossem investigados. Essas ações não deram em nada até agora.

Na Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG), as tentativas para instalar CPIs não prosperaram. Lá, como em São Paulo, vige a lei da mordaça tucana.”
Matéria Completa, ::AQUI::
Fonte:Brasil Brasil

domingo, 17 de fevereiro de 2013

Ex-bicheiro e servidores devem depor sobre desvio de verba da AL-MT


Comentário meu: Dentre as dezesseis pessoas que a reportagem abaixo, do G1, cita que são acusadas de peculato e lavagem de dinheiro por conta de cheques emitidos pela Assembleia de Mato Grosso, em 2002, a empresas de fachada, está o deputado estadual José Riva (PSD), que preside a Assembleia e responde a mais de cem ações de improbidade. São diversas empresas fantasmas. Uma delas foi aberta em nome de uma pessoa que já estava morta. O morto abriu a empresa um mês depois de enterrado, participou da licitação, venceu, e foi descontar o cheque na boca do caixa. Esse é o presidente da Assembleia, de quem eu não posso comentar por estar sobre censura desde 2009, para não denegrir sua honra.
(Pollyana Araújo – G1O ex-bicheiro João Arcanjo Ribeiro, preso há mais de 10 anos, deve vir a Cuiabá para participar de audiência de instrução na 15ª Vara Especializada contra o Crime Organizado, Ordem Tributária, Econômica e Crimes contra a Administração Pública, no Fórum da capital. Além dele, outros nove réus foram intimados, bem como as testemunhas de defesa e acusação, a depor a partir desta segunda-feira (18), às 9h30, sobre suposto desvio de dinheiro da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) em 2002.
G1 tentou entrar em contato com o advogado de Arcanjo e dos servidores da Assembleia que são réus na ação, mas nenhum deles atendeu às ligações até o fechamento dessa reportagem.
Os primeiros a serem ouvidos, nos dias 18 e 19, serão as testemunhas de acusação e no dia 20 testemunhas de defesa, entre eles servidores do Legislativo estadual. Já na próxima quinta-feira (21), o juiz José Arimatéia Neves deve ouvir os acusados. A audiência é uma continuação da  que foi iniciada em novembro do ano passado.
Na ação, o Ministério Público Estadual apontou que havia “indícios robustos de que João Arcanjo Ribeiro sabia que estava contribuindo decisivamente na prática dos delitos a si imputados, uma vez que tinha conhecimento do desvio de recursos do erário”. O MPE argumenta ainda que supostamente ele teria se mantido omisso ou colaborado efetivamente dos crimes de peculato, por meio de uma factoring de propriedade dele.
Pelo menos 16 pessoas são acusadas de peculato e lavagem de dinheiro por conta de cheques emitidos pela Assembleia, em 2002, a empresas de fachada.
Arcanjo cumpre pena na Penitenciária Federal de Campo Grande (MS) após ter sido preso por suspeita de ser o mandante do assassinato do empresário Domingos Sávio Brandão de Lima Junior, em 2002. Ele foi detido em 2003 em Montevidéu, no Uruguai, depois que foi deflagrada a operação Arca de Noé, para desarticular o crime organizado em Mato Grosso.
As polícias de Mato Grosso não confirmaram esquema de segurança para escoltar João Arcanjo caso ele compareça à audiência.
 Fonte: Prosa Política

sábado, 16 de fevereiro de 2013

PT define por candidatura própria em MT


Gláucio Nogueira, repórter do GD

O Partido dos Trabalhadores iniciou o processo de construção de uma candidatura própria ao governo de Mato Grosso em 2014. A decisão, tomada neste sábado (16), durante encontro da sigla, em Cuiabá, faz parte das 13 resoluções políticas publicadas durante o evento.
Neste cenário, despontam como postulantes à condição de candidato o secretário de Educação de Mato Grosso, Ságuas Moraes, o ex-vereador Lúdio Cabral e o juiz federal Julier Sebastião da Silva. A ausência de “candidatos naturais” ao cargo de chefe do Executivo foi o fator que mais motivou a decisão, aponta o presidente nacional da sigla, Rui Falcão, que esteve no evento.
Falcão destacou que a escolha do nome e a construção de alianças com vistas ao Palácio Paiaguás serão os próximos passos tomados pelo partido. “Quem decidirá a viabilidade da chapa que será formada na eleição é o eleitor”. Além de colocar o partido em posição de destaque, o presidente do PT pontua que estar na cabeça de uma chapa funcionaria como um palanque para a presidente Dilma Rousseff.
Dos 3 nomes, Lúdio e Julier são os mais cotados. Quem garante isso é o terceiro postulante, Ságuas. “Minha intenção original será o de sair como candidato a deputado federal, mas sou um militante do partido e se houver a necessidade serei o candidato”.

Embora evitem comentar em público, a “bola da vez” para a disputa é mesmo o juiz Julier. Militante do partido na juventude, o magistrado é cortejado e já teria sinalizado favoravelmente ao convite, pedindo apenas a ressalva de que aguardem o momento certo, 6 meses antes das eleições.
Um dos grandes entusiastas da candidatura de Julier, o deputado Alexandre César (PT) pontua que o nome do magistrado agregaria à chapa vários partidos, viabilizando uma aliança. “Mas ainda não é hora de iniciarmos a campanha. Estamos viabilizando uma candidatura e o nome dele, claro, pesa, mas não queremos colocar a ‘faca no pescoço’ de ninguém”.

Caso Julier não seja o candidato, Lúdio seria o melhor nome, apontam os mesmos petistas que hoje cortejam Julier. Fenômeno eleitoral, responsável pelo ressurgimento da sigla, o ex-vereador conta com a simpatia de todas as alas do PT. “Vamos com calma. Dar um passo de cada vez é a melhor forma para mantermos a unidade do partido e conseguirmos estar em boas condições nas eleições”, afirmou um membro do Diretório Estadual.

Equilíbrio – Falcão aproveitou o evento para falar também das eleições presidenciais. Para o presidente do PT, o maior desafio, em 2014, será o de equilibrar na mesma base o PMDB, atualmente com a vice-presidência, ocupada por Michel Temer, e o PSB, partido em ascensão que tem como líder Eduardo Campos.
“Mas antes disso pretendemos continuar a manter baixos os níveis de desemprego, a retomar o crescimento das indústrias e a tira mais famílias da extrema pobreza”, finaliza.
Fonte:Gazeta Digital

Marino Franz deixa o PPS rumo ao ninho tucano


T+ T-

Foto por: Divulgação

Ex-prefeito de Lucas do Rio Verde por dois mandatos, o empresário Marino Franz vai deixar o PPS e assinar a ficha de filiação no PSDB na próxima semana.


A informação é do presidente regional da agremiação tucana, deputado federal Nilson Leitão. Segundo ele, Marino vai ajudar a fortalecer o partido na região.


Sobre a disputa eleitoral de 2014, o líder tucano nega a negociação por cargos, mas não deixa de ponderar que Marino tem condições de encampar candidatura a qualquer posto.

Fonte: Leialucas.com.br
Fonte : Repórter MT

Racha no PDT ameaça apoio do partido ao governo Dilma



Por Ana Flor

BRASÍLIA, (Reuters) - As disputas internas no PDT, aprofundadas desde que Brizola Neto assumiu a pasta do Trabalho, já são vistas pelo Planalto como um racha que ameaça o apoio da sigla ao governo no Congresso e sua permanência na base aliada, segundo fontes políticas ouvidas pela Reuters.

Preocupada com a divisão, a presidente Dilma Rousseff chamou o presidente do partido, Carlos Lupi, na última semana para tentar uma reaproximação e falar das dificuldades que o partido vem impondo ao governo no Congresso, trancando votações no colégio de líderes e nem sempre votando com a base aliada.

O presidente do PDT reclamou que o partido tem sido pouco atendido pelo Planalto e da difícil relação com Brizola Neto, que assumiu o ministério depois de Lupi ter sido alvejado por denúncias de irregularidades em 2011, segundo disse o deputado Paulo Pereira da Silva (PDT-SP), o aulinho da Força.

Além disso, Lupi reclamou da interferência de Carlos Araújo, ex-marido de Dilma, fundador da sigla e ex-deputado pedetista.

"Ele tem dado opiniões hostis", disse Lupi à Reuters nesta sexta-feira, acrescentando que Araújo tem alimentado "animosidades" entre a atual direção pedetista e o grupo liderado por Brizola Neto.

Segundo ele, o ex-integrante do partido vem "há tempos" alimentando divisões, desde que começou a apadrinhar o atual ministro do Trabalho, com quem Lupi trava uma disputa.

O advogado gaúcho, quatro vezes deputado estadual pelo PDT, foi, ao lado de Dilma, com quem se casou na década de 70 e teve uma filha, um dos fundadores da sigla e muito próximo de Leonel Brizola. Dilma deixou o PDT em 2000 para depois se filiar ao PT.

Lupi indicou à presidente que seu ex-marido tem alimentado tensões "desnecessárias" e prejudiciais à relação do PDT com o governo, relatou uma fonte do governo à Reuters.

Desde a saída de Lupi da pasta do Trabalho, a fidelidade do partido ao governo diminuiu drasticamente. O deputado Paulo Pereira da Silva chega a ser apontado como "membro da oposição" por articuladores do governo na Câmara.

O Planalto precisou intervir na tentativa de Brizola Neto retirar Lupi do Conselho de Administração do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), cargo que já ocupava quando ministro.

O grupo do ministro também tentou vencer a liderança do partido na Câmara dos Deputados, para desafiar a atual direção, mas não teve sucesso.

"Esta disputa faz com que, depois do DEM e do PSDB, o PDT esteja entre nossos maiores problemas no Congresso", disse uma fonte da área da articulação política do governo.

A ministra Relações Institucionais, Ideli Salvatti, segundo Lupi, citou na reunião com Dilma a dificuldade de apoio que o governo encontra no partido.

Um exemplo foi o projeto do Funpresp -que mudou as regras da previdência do funcionalismo público-, que teve apenas dois votos a favor da proposta do governo em uma bancada de mais de 20 deputados.

Um próximo round na disputa dentro do partido pode ocorrer no dia 22 de março, quando está marcada a eleição para a presidência do PDT. O Planalto já fez chegar aos ouvidos de Brizola Neto que, caso ele decida concorrer contra Lupi e perca o posto por ampla vantagem, terá poucas condições de se manter à frente do ministério.

SUPLICY DIZ QUE FICOU “TENTADO A CAIR NA REDE”





Senador do PT esteve no evento de lançamento do novo partido de Marina Silva neste sábado, mas apesar da tentação, diz que ainda tem "compromisso com o PT"

16 DE FEVEREIRO DE 2013 

247 – Presente neste sábado no lançamento do novo partido de Marina Silva, o senador Eduardo Suplicy (PT-SP) declarou que ficou "tentado a cair na Rede", numa referência ao nome escolhido para a legenda: Rede Sustentabilidade. Ele afirma, porém, que não pode aceitar o convite da ex-ministra para mudar de partido, pois ainda tem "compromisso com o PT".

Dizendo-se "honrado" com o convite, tanto de Marina como da militância presente no evento, Suplicy assinou o documento que pretende reunir as 500 mil assinaturas necessárias para o registro da legenda no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) – o número tem de ser alcançado até outubro deste ano para que a sigla possa participar das eleições de 2014.

Na quinta-feira, durante discurso no plenário do Senado, Suplicy disse que tratou do assunto com lideranças petistas, como o ex-presidente Lula e o presidente do partido, Rui Falcão, a quem garantiu que permaneceria no PT. "Eu vejo meu ingresso no Partido dos Trabalhadores como uma decisão de vida, ademais eu também defendo a fidelidade partidária até o final de meu mandato. Não cogitaria, de forma alguma, mudar de partido político, como um compromisso de princípio", assegurou.
http://www.brasil247.com/pt/247/poder/93770/Suplicy-diz-que-ficou-%E2%80%9Ctentado-a-cair-na-Rede%E2%80%9D.htm 

Filiação de Serys no Semear pode reduzir ao meio petistas na AL e Câmara Municipal de Cuiabá



Da Redação - Lucas Bólico
Foto: Lucas Bólico/OD
Ex-senadora chorou ao anunciar saída do PT
Ex-senadora chorou ao anunciar saída do PT
Cortejada por diversas legendas, a ex-senadora e militante histórica do PT Serys Slhessarenko pode atrair dois parlamentares do partido e reduzir pela metade a representação da legenda na Assembleia Legislativa de Mato Grosso e na Câmara Municipal de Cuiabá caso escolha se filiar à agremiação Semear, arquitetada pela ex-senadora e pretensa candidata à Presidência da República Marina Silva (ex-PT e ex-PV).

"Noiva", Serys deve levar centenas de "camaradas" para novo partido
Serys confirma saída do PT e declara voto a candidato Mauro Mendes

A legislação eleitoral permite que parlamentares troquem de partido sem correr o risco de perda de mandato por infidelidade partidária quando a migração é feita para uma agremiação que está sendo fundada. Caso faça adesão ao partido de Marina, a ex-petista poderá atrair companheiros que continuaram sob a estrela vermelha após sua saída.

Na Assembleia Legislativa, o PT ocupa duas cadeiras. Uma delas é a do deputado estadual Alexandre Cesar, membro da divisão interna que hoje dá as cartas no partido em Mato Grosso. O outro representante é o ‘problemático’ Ademir Brunetto, que não poupa críticas ao governador Silval Barbosa (PMDB) e vem sendo ‘fritado’ no partido por seus discursos ácidos.

Brunetto era próximo do grupo de Serys no período em que a ex-senadora militava no partido e vem causando desconforto no PT pelo seu sistemático posicionamento crítico frente à atual gestão estadual. O parlamentar foi um dos que votou, ainda em 2010, pelo apoio do PT ao projeto político de reeleição de Silval Barbosa, mas vem aumentando o tom do discurso contra o peemedebista cada vez mais.

Brunetto hoje defende que o PT saia da base de sustentação de Barbosa. Seu posicionamento, inclusive, foi duramente repreendido por Alexandre Cesar, segundo o qual, o partido decidiu por apoiar Silval Barbosa e o estatuto do PT prevê que os integrantes das bancadas são subordinados às deliberações e diretrizes estabelecidas pelas instâncias de direção partidária.

A rebeldia de Brunetto em romper com o PMDB em Mato Grosso esbarra em um obstáculo ainda maior: a eleição presidenciável de 2014. Para a cúpula nacional do PT, manter os partidos da base é crucial para viabilizar a reeleição de Dilma Rousseff e o PMDB é o principal e indispensável aliado. Além do mais, não foi de graça que Silval Barbosa se empenhou em tentar eleger Lúdio Cabral e todas as lideranças nacionais que vieram a Cuiabá durante a eleição externaram gratidão ao governador pelo trabalho de cabo eleitoral.

Cogita-se ainda nos bastidores do PT que o vereador Arilson da Silva é outro parlamentar que poderia ‘seguir’ Serys na nova legenda. Ele compõe a bancada petista na Câmara Municipal de Cuiabá com Allan Kardec.

Proveniente do movimento sindical, o bancário Arilson é vereador em Cuiabá em primeiro mandato e contou durante a campanha com o prestígio político da ex-senadora. Serys deu seu apoio a mais de um candidato a vereador do PT, mas declarou voto e apareceu seguidamente no horário eleitoral de Arilson. Aos mais próximos, quando pedia votos, Serys dizia, que Arilson era um dos poucos que ainda era ‘dos dela’ no PT.

A ex-senadora saiu do partido na reta final do segundo turno da campanha para prefeito de Cuiabá, polarizada entre Mauro Mendes (PSB) e Lúdio Cabral (PT), e declarou voto para o adversário de seu até então colega de partido. “Lutei o quanto pude”, afirmou na ocasião, quando acusou o grupo de Alexandre Cesar e Carlos Abicalil de terem-na ostracizado.

Além da possível adesão dos dois parlamentares, Serys deve levar consigo cerca de 300 militantes para o partido que escolher. Serys conta que já recebeu convites de pelo menos quatro siglas diferentes como PSB, PRB, PV e PDT, sem contar a Semear.
 Fonte: Olhar Direto

TJ/SC Aluguel por uso de imóvel comum só é devido por ex-cônjuge após a partilha


A 4ª câmara de Direito Civil do TJ/SC, em processo de relatoria do desembargador Luiz Fernando Boller, deu parcial provimento a recurso de apelação cível interposto por uma engenheira agrônoma contra decisão que, além de dissolver a união estável havida com um bancário, determinara a partilha do automóvel adquirido com esforço comum, e, do mesmo modo, do valor despendido para a reforma do segundo pavimento do imóvel de propriedade do varão.

Este, por sua vez, obtivera parcial êxito em sua reconvenção, com a condenação da ex-companheira ao pagamento de aluguel mensal, desde o fim do relacionamento, pelo uso exclusivo de um automóvel Fiat Uno e do imóvel que serviu de moradia ao casal. Irresignada, a mulher pediu o afastamento do dever de pagar mensalidade pela utilização do patrimônio comum. Destacou que, durante o período em que estiveram separados, suportou sozinha as despesas com a conservação dos bens e concluiu o projeto de expansão do imóvel.

Em seu voto, o relator ressaltou que o caso em contenda não configura condomínio, mas sim comunhão patrimonial, razão pela qual “somente é viável o arbitramento de aluguel pelo uso de bem que está na posse exclusiva de um dos consortes, depois de promovida a dissolução da união e efetivada a respectiva partilha de bens”. Como consequência, o termo inicial da verba acabou postergado para a data da decisão de 1º grau, solucionando de forma mais simétrica e ponderada o conflito de interesses. A decisão foi unânime.
Fonte: TJ/SC
 Migalhas Quente

sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013

MPE ingressa com ação para obrigar Defensoria Pública a atuar em processos criminais ambientais e de menor potencial ofensivo


Por CLÊNIA GORETTH 
Sexta, 15 de fevereiro de 2013, 16h00 

O Ministério Público do Estado de Mato Grosso ingressou com ação civil pública, com pedido liminar, contra o Estado, na tentativa de obrigar a Defensoria Pública a atuar em todos os atos de competência da instituição realizados perante a 5ª Vara, no município de Cáceres. O MPE alega que, embora existam cinco defensores públicos na referida comarca, nenhum atua nos processos criminais ambientais de rito ordinário e nos de menor potencial ofensivo do Juizado Especial. Por conta disso, somente entre os meses de setembro de 2009 a setembro de 2012, o Estado já gastou cerca de R$ 877,7 mil com a nomeação de advogados para oficiar nesses processos.

“Tal constatação, além de representar hipótese de não atendimento de todas as atribuições conferidas à instituição da Defensoria na comarca, representa a imposição de vultosos encargos ao erário do Estado de Mato Grosso, que, além de manter os órgãos da Defensoria Pública já instalados no município, ainda se vê obrigado a providenciar o pagamento de honorários advocatícios a profissionais da advocacia privada designados pelo juízo da 5ª Vara para atender aos feitos não recebidos pela Defensoria Pública”, ressaltou o promotor de Justiça Kledson Dionysio de Oliveira.

Consta na ação, que o valor da Unidade Referencial de Honorários (URH) utilizado para o cálculo dos valores a serem pagos aos defensores dativos é de R$ 504,21. Para cada audiência do Juizado Especial em que seja realizado um acordo com a participação de advogado nomeado, por exemplo, o Estado de Mato Grosso desembolsa R$ 1.008,42, o equivalente a 2 URH´s.

“Os valores dos atos processuais a que a Defensoria Pública deveria se fazer presente podem gerar ao Estado um custo de até sete URH's, equivalentes a R$ 3.529,47 para a instrução do processo do Juizado Especial, e mais R$ 2.521,05 para a confecção de recurso. Chegando a gerar, assim, um custo total de R$ 6.050,52 em um único processo com recurso perante o Juizado Especial”, informou o promotor de Justiça.

Segundo ele, a Defensoria Pública apresenta como justificativa para a recusa da atuação, o número reduzido de defensores para atender a demanda do Estado. “A justificativa para dispensar a atuação perante a 5ª Vara da comarca de Cáceres, representada por excesso de demanda, não se afigura juridicamente bastante para justificar o descumprimento de ordem legal de natureza pública”, observou o promotor de Justiça.

De acordo com levantamento realizado pelo MPE, em 2009, a Defensoria Pública de Cáceres contava com apenas três defensores, mas em 2012 o número subiu para cinco. “Mesmo após o aumento da lotação de mais dois defensores públicos nesta comarca, não se operou ainda a menor retomada por parte da Defensoria Pública quanto ao recebimento dos processos em tramitação perante a 5ª Vara local. Além disso, não se vislumbra nenhum planejamento para a regularização da situação apontada, a qual se estende há quase quatro anos”, acrescentou.

O promotor de Justiça sustenta que as Constituições Federal e Estadual e as legislações complementares dispõem que compete à Defensoria Pública a assistência jurídica integral de todos os necessitados, em todos os graus e instâncias e perante os Juizados Especiais e Criminais. “Esta é uma obrigação indispensável ao regular funcionamento dos órgãos do próprio Estado e do correto atendimento de direitos de natureza fundamental dos cidadãos. Assim, a Defensoria Pública deve realizar todas as suas atribuições previstas em lei; não podendo dispensá-las, mesmo que sob a alegação de excesso de carga de trabalho”, disse.
 Fonte:MPE

Termina no final de abril o prazo para o efetivo funcionamento do Hospital Municipal de Sinop


Por CLÊNIA GORETTH 
Quarta, 13 de fevereiro de 2013, 12h40 

Quinze de abril de 2013. Esse foi o prazo limite estabelecido pela Justiça para que o prefeito de Sinop, Juarez Costa, coloque em pleno e efetivo funcionamento o hospital municipal, sob pena de ter que arcar com o pagamento de multa diária personalíssima no valor de R$ 1 mil. A determinação consta em sentença judicial proferida em ação civil pública proposta pela Promotoria de Justiça de Defesa da Cidadania da cidade.

Na sentença, foi determinado, ainda, o bloqueio das verbas destinadas ao gabinete do prefeito para divulgação e publicidade no montante de R$ 9,5 milhões. Alternativamente, também foi estabelecido pelo juiz a demissão de servidores não estáveis, bem como a redução de pelo menos 20% dos cargos em comissão e funções de confiança, com a destinação da receita decorrente para o funcionamento do hospital.

De acordo com o MPE, tanto o município quanto os gestores públicos estão sujeitos às penalidades legais, inclusive, por desobediência se não cumprirem a sentença, dentro do prazo estabelecido pela Justiça. A sentença foi proferida pelo juiz Renan C. L.; Pereira do Nascimento, no dia 31 de janeiro de 2013.

'BATALHA JUDICIAL': A ação civil pública para garantir o funcionamento efetivo do Hospital Municipal de Sinop foi proposta em fevereiro de 2010. Na ocasião, o Judiciário atendeu ao pedido liminar efetuado pelo Ministério Público e estabeleceu o prazo de 120 dias para o funcionamento das alas destinadas ao atendimento ao público, consultas, internações e cirurgias e no prazo máximo de 180 dias para o efetivo funcionamento da ala destinada a UTI, bem como a regularização da situação do Pronto Atendimento Municipal de Sinop (PAM), anexo ao referido hospital.

Durante a instrução processual, a liminar foi revogada pelo juiz titular da 6ª Vara Cível de Sinop, que aceitou os documentos apresentados pela administração municipal que demonstravam a suposta inexistência de suporte financeiro. O MPE recorreu da decisão, por meio de agravo de instrumento no Tribunal de Justiça, e conseguiu restaurar os efeitos da primeira decisão liminar concedida na Ação Civil Pública 66/2010.

No julgamento de mérito da ação, ocorrido em 31 de janeiro deste ano, além de confirmar a decisão proferida no agravo, o juiz ressaltou que os prazos estabelecidos na liminar para cumprimento da decisão deverão ser considerados.

HISTÓRICO - As obras do hospital iniciaram em junho de 2003 e, somente em dezembro de 2008 foi inaugurada a estrutura física. A aquisição dos equipamentos hospitalares e a contratação de profissionais para o efetivo funcionamento do hospital ficaram a cargo do atual gestor público. Conforme o projeto inicial, o hospital contará com alas de consultas, internações, dois centros cirúrgicos e 11 leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI), sendo sete adultos e quatro neonatal e infantil. As respectivas estruturas correspondem aos contratos e convênios celebrados com a União.

 Fonte MPE