segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014

Geller deve ser o novo ministro da Agricultura deDilma

Geller deve ser o novo ministro da Agricultura deDilma


Por folhamax em 21 de Fevereiro de 2014 ás 06:47

O atual secretário de Política Agrícola do Ministério da Agricultura, Neri Geller (PP), deve assumir na próxima segunda-feira o comando da pasta. A informação foi dada na noite desta quinta-feira, em um programa de TV em Cuiabá.
Geller deve ocupar a vaga aberta com a saída doministro Antônio Andrade. Ele será candidato a deputado estadual ou federal em Minas Gerais.
Atual suplente de deputado federal, Neri Geller não deve tentar se efetivar no cargo em outubro. A indicação do produtor rural que tem base política em Lucas do Rio Verde tem o total respaldo do senador Blairo Maggi (PR), que é hoje a maior liderança política do agronegócio brasileiro.
Em princípio, a presidente Dilma Roussef (PT) pretendia ter Maggi como ministro. No entanto, o senador declinou do convite alegando problemas de ordem empresarial e acabou indicando Neri que já conhece a estrutura da pasta.
Agricultor e empresário, o gaúcho de Selbach Neri Geller está na região de Lucas do Rio Verde, em Mato Grosso, desde 1984. Conhecedor do mercado agrícola, desenvolve atividade de plantio e comercialização de grãos, como soja e milho, em sua propriedade. Geller também tem empresa no setor de combustíveis e foi deputado federal em 2007 e 2011
 Fonte: Leia Lucas

Pelo menos 14 jornalistas foram agredidos pela PM durante protesto contra Copa em SP

Pelo menos 14 jornalistas foram agredidos pela PM durante protesto contra Copa em SP

Policiais investem contra manifestantes que protestavam contra a Copa no centro de São Paulo, sábado
'Levantamento da Abraji reforça números que apontam PM paulista como maior violadora da liberdade de imprensa durante protestos. Vídeo mostra policial impedindo filmagem

Redação RBA 

A Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo (Abraji) contabilizou até hoje (24) pelo menos 14 jornalistas agredidos ou detidos pela Polícia Militar de São Paulo no último sábado (22), durante cobertura da manifestação Se Não Tiver Direitos, Não Vai Ter Copa, realizada no centro da capital. De acordo com levantamento da entidade, ao menos cinco repórteres sofreram “violações” mesmo depois de terem se identificado como membros da imprensa.

“Com estes, chegam a 57 os casos de agressões e detenções de repórteres, fotógrafos e cinegrafistas cometidos por policiais militares desde junho de 2013 em São Paulo”, afirma a Abraji. De todas as ocorrências registradas nos últimos oito meses, em 56% das vezes o jornalista identificou-se como tal antes de ser agredido ou detido. Por isso, a entidade classifica a violência dos PMs como “deliberada”.

“São Paulo mostra-se a cidade mais violenta para repórteres em cobertura de manifestações: dos 133 casos de agressões registrados entre 13 de junho de 2013 e 22 de fevereiro de 2014, 63 ocorreram na capital paulista”, afirma nota publicada pela Abraji. Nesse período, ao menos 59 profissionais sofreram algum tipo de violação na cidade.

As agressões e prisões de 14 jornalistas no último sábado (22) fez com que subisse de 75,5% para 78% o número de casos em que as forças de segurança brasileiras são as responsáveis diretas pelo cerceamento do trabalho da imprensa durante manifestações no país. Policiais militares, civis e guardas municipais foram autores de 104 dos 133 casos registrados pela Abraji de junho até agora.

“A Abraji lamenta, mais uma vez, que jornalistas sejam detidos e agredidos enquanto realizam seu trabalho durante a cobertura de manifestações de protesto. Tentar impedir o trabalho da imprensa é atentar contra o direito da sociedade à informação e, em última análise, contra a democracia”, conclui.

Os jornalistas detidos temporariamente foram Sérgio Roxo (O Globo), Reynaldo Turollo (Folha de S. Paulo), Paulo Toledo Piza (G1), Bárbara Ferreira Santos (Estadão), Fábio Leite (Estadão), Victor Moriyama (freelancer) e Felipe Larozza (Vice). Os períodos de detenção variaram de alguns minutos a cerca de três horas. Roxo, Bárbara e Moriyama também sofreram agressões, sustenta a Abraji.

Bruno Santos (Terra) sofreu uma torção no tornozelo e foi atingido por golpes de cassetete enquanto tentava escapar de uma confusão em meio ao protesto. Evelson de Freitas (Estadão), Amanda Previdelli (Brasil Post), Mauro Donato (Diário do Centro do Mundo), Tarek Mahammed (Rede de Fotógrafos Ativistas), Alexandre Capozzoli (Grupo de Apoio Popular) e Alice Martins (Vice) foram agredidos com cassetetes, golpes de escudoou chutes.

Um vídeo publicado ontem (23) no YouTube mostra um policial abordando um cinegrafista que filmava a prisão de um manifestante. Um jovem está sentado na rua, com as mãos para trás, rodeado por três PMs. Um deles revista sua mochila. De repente, um soldado se aproxima da câmera e pergunta: “Vocês são da imprensa? Você está com crachá da imprensa?” Ao ouvir a negativa do cinegrafista, decreta: “Então você também está preso.”

Fonte: Brasil Brasil
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sábado, 8 de fevereiro de 2014

Pedro Taques faz giro por cidades da Baixada Cuiabana em nova rodada do “Fala Mato Grosso”


Da Redação - Ronaldo Pacheco
Foto: Ana Rosa Fagundes / Assessoria
Pedro Taques faz giro por cidades da Baixada Cuiabana em nova rodada do “Fala Mato Grosso”
Principal pré-candidato ao governo do Estado até o momento, o senador José Pedro Taques (PDT) vai passar o final de semana em reuniões e debates sobre o projeto ‘Fala Mato Grosso’, em oito cidades da Baixada Cuiabana. É o segundo giro do senador pedetista, neste ano – o primeiro durou 13 dias, em janeiro, quando percorreu 27 municípios do Vale do Araguaia.

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“É um contato direto com a população. No Vale do Araguaia, por exemplo, ficaram claras as assimetrias regionais”, observou Taques, através da assessoria, fazendo a comparação de uma cidades pobres do Araguaia, em contraste com municípios ricos dos pólos do agronegócio, como Sorriso, Lucas do Rio Verde e Nova Mutum, entre outros.

A jornada começou por na Câmara de Acorizal, a partir das 9 horas desta sexta-feira (07). A caravana de Taques foi ainda até Jangada , Rosário Oeste e Nobres.

No dia seguinte, Pedro Taques e comitiva começam o dia às 9 horas, em Diamantino. Depois vão a Alto Paraguaia (14 horas), Nortelândia (17 horas) e, finalmente, Arenápolis (19 horas), encerrando a etapa de visitas à região do Vale do Cuiabá, com o programa ‘Fala Mato Grosso’.

No ataque

Nas andanças por Mato Grosso, além de coletar sugestões, Taques não tem poupado críticas ao governador Silval Barbosa (PMDB).

Nesta semana, o presidente estadual do PDT, deputado Zeca Viana, disse que Silval divulga um “Estado de ficção”.
“O discurso é bonito. Mas está muito aquém da realidade. A sociedade não está acreditando nesse tipo de discurso, porque a realidade ‘in loco’ é muito mais avassaladora”, reclamou Zeca Viana, em entrevista aoOlhar Direto, nesta semana.

Nos últimos meses, Zeca Viana tem comandado o tom de críticas da oposição a Silval Brbosa, na Assembleia Legislativa de Mato Grosso. E a perspectiva é que haja recrudescimento nos ataques ao governo Silval
Fonte: Olhar Direto

Frigorífico de pré-candidato ao Paiaguás assume operações do maior abatedouro de frangos da BRF em Goiás


Da Redação - Ronaldo Pacheco
Foto: Cairo Lustoza / Pauta Pronta
Cidinho Santos e Maria Becker com Abílio Diniz e Cláudio Galeazzi, na reunião em São Paulo
Cidinho Santos e Maria Becker com Abílio Diniz e Cláudio Galeazzi, na reunião em São Paulo
Uma das maiores plantas de abate de aves do país, pertencente à Brasil Foods (BRF), em Buriti Alegre (GO), foi assumida pela União Avícola Agroindustrial, de Nova Marilândia, médio Norte de Mato Grosso. “Essa é uma oportunidade que a empresa tem para expandir as atividades, lançando e consolidando a marca própria no mercado”, argumenta José Aparecido Cidinho Santos, diretor da União Avícola.

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“Em breve vamos ampliar as operações, pois a meta é crescer para atender a demanda interna e externa”, afirmou Cidinho Santos e, durante a reunião realizada em São Paulo, com Marli Becker e o presidente do conselho da BRF, Abílio Diniz, e o CEO global do grupo, Claudio Galeazzi.

Desta forma, a União Avícola Agroindustrial de Nova Marilândia, 214 quilômetros de Cuiabá, vai dobrar a capacidade de abate de frangos, a partir deste mês, com a aquisição de um frigorífico do grupo BRF, em Buriti Alegre.
O contrato de arrendamento gestão compartilhada e com opção de compra foi assinado pelos diretores da União Avícola, José Aparecido dos Santos (Cidinho) e Marli Becker, com Abílio Diniz e Claudio Galeazzi.

De acordo com o diretor da empresa mato-grossense, Cidinho Santos, além da planta instalada em 28 mil m² de área, no contrato também constam as 180 granjas, sendo 119 próprias e 61 integradas, localizadas na região de Buriti Alegre.

Para o presidente do conselho da BRF, Abílio Diniz, essa é mais uma parceria de sucesso com o grupo mato-grossense. “Escolhemos a União Avícola devido à parceria que possuímos há tantos anos. Além disso, os resultados que a empresa vem conseguindo, em termos de rendimento, também surpreendem. É uma empresa que trabalha com seriedade e ética sempre pautada no respeito aos seus colaboradores, parceiros e fornecedores".

A União Avícola faz parte do grupo MC Participações e Empreendimentos que também atua no ramo de fábrica de rações, indústria de biodiesel e agropecuária.

Hoje a União Avícola emprega 1.464 colaboradores na Região do Médio Norte sendo eles oriundos dos municípios de Nova Marilândia, Arenápolis, Nortelândia e Santo Afonso. Com a parceria estabelecida com a BRF na nova unidade de Goiás a empresa terá mais 950 pessoas em seu quadro de colaboradores.
Fonte: Olhar Direto

Prefeito Otaviano Pivetta decreta ponto facultativo na terça-feira (11)

Prefeito Otaviano Pivetta decreta ponto facultativo na terça-feira (11)
T+ T-

O prefeito de Lucas do Rio Verde, Otaviano Pivetta assinou hoje (07) o decreto nº 2.630, que determina ponto facultativo no dia 11 de fevereiro, no período da manhã.


A medida tem como objetivo dar liberdade as instituições e aos empresários quanto ao funcionamento dos estabelecimentos e incentivar a população a prestigiar a vinda da Presidente da República, Dilma Rousseff, ao município.


Esta será a primeira vez que a presidente vem a Lucas do Rio Verde. A vinda está marcada para a próxima terça-feira (11), com chegada prevista para às 9h30, na Fundação Rio Verde. Dilma vem ao município para a abertura da colheita de grãos e o lançamento da safra 2013/2014.
FONTE; LEIA LUCAS

Fórum Agro MT apresenta pauta de reivindicações à presidente Dilma

Fórum Agro MT apresenta pauta de reivindicações à presidente Dilma

EM 07 DE FEVEREIRO DE 2014 AS 16H19
Dois mil produtores rurais são esperados em Lucas do Rio Verde
Fonte: Assessoria
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Crédito: Elza Fiúza/ABr
As entidades que compõem o Fórum Agro MT reuniram-se com o secretário de Política Agrícola, Neri Geller, para alinhar como será a visita da presidente Dilma Rousseff ao município de Lucas do Rio Verde-MT, na próxima terça (11). O setor pretende reunir 2 mil produtores rurais para apresentar sua pauta de reivindicações.

Entre os principais gargalos estruturais estão obras de logística em rodovias, hidrovias e ferrovias há muito tempo necessárias para desafogar o escoamento da produção e dar mais competitividade aos produtores de Mato Grosso.

Outras pautas emergenciais são os conflitos fundiários relacionados à ampliação de terras indígenas, e o apoio à comercialização de milho no estado.

O Fórum Agro MT é comprometido com o desenvolvimento de Mato Grosso e do Brasil, através da busca de soluções para o fortalecimento do maior segmento econômico de Mato Grosso. O Fórum é formado pela Famato, Aprosoja, Acrimat, Ampa e Aprosmat.

Agenda – Durante o evento que ocorre na Fundação Rio Verde, a presidente irá fazer um lançamento simbólico da colheita da safra de soja 2013/2014, que deve ultrapassar 90 milhões de toneladas no Brasil. A expectativa é que o evento inicie às 09h30. O ministro da Agricultura, Antônio Andrade, e o secretário de Política Agrícola, Neri Geller, farão parte da comitiva presidencial. Esta é a primeira vez que Lucas do Rio Verde recebe um presidente da República.

EXPRESSOMT

terça-feira, 4 de fevereiro de 2014

Recordar é viver:Gilmar Mendes é acusado de sonegação fiscal e desfalque milionário





Recordar é viver:Gilmar Mendes é acusado de sonegação fiscal e desfalque milionário



Gilmar Mendes, na maior cara de pau, sugeriu hoje que a PGR investiggue as doações a Delúbio e Genuíno.Eu me seguro, mas não posso aceitar uma coisas dessas. Um escroque que recebeu recursos do Caixa dois de Azeredo, um sujeito que sonega imposto não tem moral para pedir investigação de ninguém.Se a PGR fosse isenta teria que investigar os malfeitos de Gilmala Mendes.Vai sifu, Mendes!


Revista revela a batalha judicial travada entre ministro do STF e seu ex-professor de graduação na UnB; extravagâncias e desmandos praticados por Gilmar Mendes, diz ex-procurador-geral da República, levaram instituto privado à situação de pré-falência

Segundo o ex-procurador-geral da República Inocêncio Mártires Coelho, o ministro Gilmar Mendes é o responsável pela situação de pré-falência do IDP – que, criado em 1998 na casa do próprio Inocêncio, faturou mais de R$ 2,4 milhões, entre 2000 e 2008, com contratos firmados sem licitação com órgãos do governo federal. Em acusação formalizada na Justiça em 12 de agosto de 2010 – e que passou a tramitar em segredo de Justiça em abril de 2011 –, Inocêncio demonstra que Gilmar fez retiradas ilegais e desfalcou o caixa do IDP, sonegou impostos e exigiu “‘pedágio dos outros sócios para servir, como ministro do STF, de ‘garoto propaganda’ da instituição educacional. Tudo ao arrepio da Lei Orgânica da Magistratura, que veda aos juízes o exercício de outra atividade a não ser a de professor”.
Lembrando que Inocêncio, sócio-fundador do instituto, foi professor de pós-graduação de Gilmar Mendes na Universidade de Brasília, a reportagem de CartaCapital diz que o ministro agora quer atribuir ao ex-orientador a derrocada financeira do IDP, cujas contas apresentaram maus resultados em 2010. Antes da querela judicial, destaca a revista, o sócio-fundador era tratado por Gilmar nos anos 1990 como o “querido, respeitável e generoso professor Inocêncio”, como registra trecho da ação.
“Contra ele [Inocêncio] se uniram Mendes e o terceiro sócio, Paulo Gustavo Gonet Branco, procurador-regional da República. Formalmente, o ministro encabeçou o movimento para afastar o procurador aposentado da função [de sócio-administrador, cargo exercido desde a fundação do IDP], porque pretendia levar a cabo uma ‘reformulação empresarial’ no IDP após a instituição apresentar maus resultados financeiros em 2010. Na última década, o IDP havia se transformado em uma máquina de arrecadar dinheiro, beneficiado em boa medida por convênios com órgãos públicos”, diz trecho da reportagem.
A revista, que registra cópias de trechos do processo e de uma auditoria nas contas do IDP, destaca textualmente as acusações de Inocêncio. “‘Nalgumas (sic) vezes, quando alegava estar precisando de dinheiro para custear festas familiares cujas despesas excediam as forças do seu erário particular, o sócio Gilmar Mendes fazia retiradas mais significativas, na expectativa de acertos futuros, que, efetivamente, jamais ocorreram’. Em outras palavras, o ministro é acusado de dar desfalques na sociedade”, diz a revista, acrescentando que o ex-procurador-geral também acusa Gilmar Mendes de montar um esquema de cobrança de comissões sobre patrocínios e eventos fechados com o IDP.
“Quadro desolador”
Sobre a auditoria, concluída em 18 de outubro de 2010 por uma consultoria do Rio de Janeiro, a matéria registra que revelou-se “um quadro desolador nas contas do instituto, ao contrário daquilo que o ministro costuma propagandear entre seus pares e pela pena de jornalistas amigos. Em 2008, Mendes havia colocado no cargo de diretor-geral um coronel da Aeronáutica, Luiz Fernandes, que se mostrou um desastre administrativo. Quando descobriu o tamanho do buraco deixado pelo auxiliar, jogou a responsabilidade no colo de Coelho”.
A auditoria foi contratada pelo próprio Gilmar, e depois anexada por Inocêncio aos autos do processo – ou seja, apensada como peça documental contrária ao próprio cliente. “De acordo com a auditoria, o que de mais grave ocorria eram as ‘remunerações extras’, eufemismo usado pelos auditores para as retiradas ilegais, conforme denunciou Coelho. [...] o valor pago como ‘remuneração bruta’ chegava a 14% da folha do instituto, e era feita ‘por fora’, ou seja, de forma criminosa, por meio da sonegação de impostos”, diz outro trecho da reportagem – cuja ilustração de capa, embora sob o gracejo do título alusivo à Escolinha do Professor Raimundo, do saudoso Chico Anysio, mostra um concentrado ministro Gilmar lendo algo no Plenário do STF, com a montagem de um capelo (chapéu de acadêmico) na cabeça.
Silêncio caro
Por fim, a revista revela que o ministro e o terceiro sócio do instituto, Paulo Gustavo Gonet, pagaram “exatos 8 milhões e 1 reais” para comprar as cotas de Inocêncio no comando societário do IDP, como forma de “sepultar o processo” e viabilizar a substituição de Inocêncio por uma administradora não sócia do instituto – possibilidade contestada pelo ex-sócio, mas em parecer defendida (encomendado como “peça de encomenda”, segundo a defesa de Inocêncio) pela Advocacia-Geral da União. Com o pagamento, acreditavam as bancas de advogados envolvidas na disputa judicial, o imbróglio seria abafado e o “silêncio” do ex-procurador-geral, assegurado.
CartaCapital diz ter procurado Gilmar Mendes para comentar o assunto, mas recebeu uma “nota lacônica” em nome da assessoria do IDP. Na resposta, diz-se que “irregularidades detectadas” pela auditoria foram devidamente “sanadas”. “[A assessoria] afirma ainda que os 8 milhões de reais pagos ao ex-sócio foram levantadas graças a um empréstimo bancário”, diz a revista, mencionando ainda que o empréstimo de R$ 3 milhões conseguido pelo ministro junto ao Banco do Brasil, em 2005, para construir o prédio do IDP veio de um fundo “destinado a estimular a produção de alimentos em zonas rurais”.

Com Fonte: O Terror do Nordeste

Mandato Popular Vereadora Professora Cleusa: Vereadora Cleusa, em seu primeiro discurso de 2014...

Mandato Popular Vereadora Professora Cleusa: Vereadora Cleusa, em seu primeiro discurso de 2014...: A vereadora do Partido dos Trabalhadores de Lucas do Rio Verde (PT/LRV), Cleusa Marchezan De Marco, 1ª secretária da Câmara Municipal de ...

sexta-feira, 31 de janeiro de 2014

Câmara Municipal volta às Sessões após o recesso parlamentar


A câmara municipal inicia os trabalhos de 2014 com a Sessão Solene marcada para esta segunda-feira, dia 03 de fevereiro as 19h, no plenário da Câmara Municipal. O recesso foi iniciado no dia 23 de dezembro de 2013. Durante esse período, as Sessões Ordinárias ficaram suspensas, havendo somente protocolo de proposituras e atendimento ao público. 

Considerando a importância da participação do cidadão na vida pública, os Vereadores convidam todos a participarem da Sessão, pois não há gestão eficiente sem a participação da população. O cidadão precisa estar ciente dos acontecimentos políticos de nossa cidade, bem como fazer um chamamento à responsabilidade de todos para que assumam de fato, e de direito, o seu lugar na sociedade, a fim de que estejam constantemente inteirados dos acontecimentos políticos que tanto interferem no desenvolvimento do nosso município.

As demais Sessões serão realizadas semanalmente nas segundas-feiras, as 08 horas, na Câmara Municipal ou ainda podem ser acompanhadas pelo site: www.camaralucasdorioverde.mt.gov.br.
Fonte: Expressomt


POLÍTICA - A dupla Lula e Dilma só perde no tapetão.

POLÍTICA - A dupla Lula e Dilma só perde no tapetão.


Uma dupla forte que encara um ano chave

A dupla Lula e Dilma aparece como imbatível nas eleições de 5 de outubro, já que praticamente todas as pesquisas indicam o ex-presidente como favorito.


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@DarioPignotti
Ricardo Stuckert/Instituto Lula

Lula por inteiro. Faltandopouco mais de quatro meses para o início da Copa do Mundo e quase oito para as eleições presidenciais, os dois momentos excludentes do ano político brasileiro, Luiz Inácio Lula da Silva apareceu em público com barba pela primeira vez desde as sessões de quimioterapia às quais foi submetido em outubro de 2011, quando foi diagnosticado com um câncer na laringe, do qual já está curado. Animal político absoluto, escolheu exibir sua novidade capilar no Palácio da Alvorada, a residência presidencial em Brasília, junto a uma Dilma Rousseff tão sorridente quanto ele.

Espera-se que o ex-presidente e líder do Partido dos Trabalhadores (PT) percorra o país fazendo propaganda da candidatura da “companheira Dilma” enquanto ela cumpre com a agenda de governo, e está previsto um ato com a participação de ambos, possivelmente em 1º de abril, em memória dos 50 anos de golpe militar que derrubou o presidente João Goulart.

Lula é caso para um livro: trata-se do único ex-presidente brasileiro vivo cuja liderança e popularidade o passar do tempo não destruiu – liderança e popularidade graças às quais, em 2010, foi eleita presidente a poucos meses antes a desconhecida Dilma. E, em 2012, aconteceu o mesmo com o pouco conhecido Fernando Haddad, que graças ao ex-presidente ganhou a prefeitura deSão Paulo.

Em termos de mercado eleitoral, a dupla Lula-Dilma aparece como imbatível nas eleições de 5 de outubro, já que praticamente todas as pesquisas indicam o ex-presidente como favorito se fosse candidato (apesar de os jornais conservadores esconderem essas pesquisas), e Dilma como a segunda personalidade com maior apoio, graças a uma aprovação situada em torno de 47% em dezembro do ano passado, quando recuperou os 20 pontos perdidos durante as manifestações de junho.

Apesar de Lula ter vantagem sobre sua companheira nas pesquisas, é certo que ela será a candidata do PT e ele atuará como o grande timoneiro de uma campanha que se mostra anômala. Isso porque a direita partidária, com o ex-presidente presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB) como seu maior oráculo, aparece cansada e quebrada depois de três derrotas consecutivas nas mãos do PT: em 2002, 2006 (vitórias de Lula) e 2010 (Dilma venceu). E duvida de sua capacidade de sobreviver a outro revés em outubro, o que a leva a apostar no aventureirismo.

Vinte executivos de grandes bancos consultados pelo bem informado jornal Valor Econômico coincidiram, em suas reservas, diante daquilo que consideram um “intervencionismo excessivo” de Dilma e reconheceram, sob a condição de anonimato, que nenhum deles votará nela. Traduzindo: os banqueiros entendem que chegou a hora de fechar o ciclo petista no governo, um parecer ao qual se somaria a assim chamada comunidade financeira internacional que, por meio das agências de risco, poderia baixar o rating da dívida externa brasileira em março.

O bloco conservador (partidário, econômico e midiático) reconhece que, ainda que Dilma seguramente seja a mais votada no primeiro turno em outubro, se não for eleita nessa etapa, poderia ser derrotada nas urnas nas mãos de uma eventual aliança de todo o setor antipetista formado por Aécio Neves (PSDB), Marina Silva (PSB) – por quem parte do establishment financeiro suspira – e Eduardo Campos (PSB).

A partir dessa análise realista, as direitas deduzem que é necessário conseguir, seja como for, levar a disputa para o segundo turno, e para isso não descartam lançar mão de táticas sujas similares às de seus congêneres sul-americanos, como fomentar uma convulsão social regressiva.

Como na Argentina (2013) e no Equador (2010), para citar somente dois exemplos de insubordinações relativamente recentes, polícias de 27 estados brasileiros não acatam as políticas de segurança recomendadas pelo governo federal e reprimem igualmente estudantes, movimentos de pessoas sem teto, manifestantes contra a realização da Copa ou os neonatos rolezinhos, nos quais adolescentes negros inundam shoppings alvoroçadamente despertando reações racistas dos consumidores brancos.

Os formuladores da estratégia eleitoral direitista sabem que as máfias policiais são funcionais ao seu propósito de estremecer o ambiente.

Lembrem-se de que a violenta agitação de junho de 2013, que chegou a eclipsar a Copa das Confederações, começou com as minúsculas manifestações pelo passe livre em São Paulo, que só tomaram dimensões nacionais quando milhares de pessoas ocuparam as ruas em repúdio à repressão policial contra aquele punhado de militantes. Depois, disseminou-se uma atmosfera de viral de descontentamento, em que se misturavam aqueles que marchavam por mais investimento em educação e saúde, em vez de construir estádios com conforto sem limites para permitir os negócios da FIFA, com os partidários da pena de morte, defensores da redução da maioridade penal, oposicionistas ao casamento homossexual e outros desorientados.

O antipetismo sonha em reproduzir essa combustão social amorfa em 13 de julho, durante a final da Copa do Mundo, no Maracanã.

É dessas usinas de pensamento, apoiadas organicamente pela empresa de (des)informação e entretenimento Globo, que se demanda a participação das forças armadas na repressão de protestos civis, violando o que está estabelecido pela Constituição, e seguindo a tese segundo a qual “a ordem é um requisito prévio para a democracia”, citada frequentemente pelo cientista político Bolivar Lamounier e insinuada por Fernando Henrique Cardoso.

Curiosamente, um documento elaborado pelo Ministério da Defesa, sob suposta pressão militar, prevê que se atue contra os “movimentos organizados” (leia-se movimentos sociais), se isso for necessário para reestabelecer a ordem.

O caso é que a segurança durante a Copa foi um tema recorrente das reuniões de Dilma e seus ministros no decorrer do ano, e é certo que os funcionários do Planalto analisaram com lupa as manifestações violentas, porém pouco numerosas, do sábado (25/01) em São Paulo, às quais se somaram outras pouco concorridas e pacíficas em dezenas de cidades, onde se ouviam bordões como “fora, FIFA!”, “Dilma, vê se me escuta, na Copa vai ter luta”.

O governo está avisado de que as Copas recentes (2002, 2006 e 2010) não prejudicaram o humor eleitoral dos brasileiros. Esta, por acontecer em casa, é diferente: o oficialismo pode perder votos se houver protestos nas ruas, repressão, e se a Seleção não conquistar seu sexto título. E aí vale a máxima de Felipão Scolari: “O único resultado possível é sermos campeões”.

A entrada de Lula em campo, tão conhecedor do futebol como da política, garantirá ao governo e à candidatura de Dilma o diálogo com os movimentos sociais, como já aconteceu no ano passado nos momentos de maior tensão, permitindo reestabelecer uma certa racionalidade política em relação aos protestos e evitar que sejam massa de manobra de oportunistas.

Com a barba um pouco rala e a voz menos potente que outrora, Lula está de volta para trabalhar em tempo integral pelo segundo mandato de sua companheira Dilma, o quarto consecutivo do PT. Contando com um jogador como ele, qualquer time se sentiria vencedor.

Tradução: Daniella Cambaúva
 Fonte: Blog de Um sem Mídia 

sexta-feira, 17 de janeiro de 2014

Resolução TSE Entidades representativas do MP divulgam nota contra resolução do TSE

Cinco entidades representativas de classe do MP emitiram nota conjunta de repúdio à resolução 23.396/13 do TSE, que proíbe o órgão ministerial de requisitar à PF instauração de inquérito policial contra crimes eleitorais.
Editada pelo TSE no final do ano passado, a norma estabelece que promotores e procuradores terão de pedir autorização à Justiça para instaurar os inquéritos. Até a eleição de 2012, a requisição também podia ser realizada pelo MP.
Na nota as entidades afirmam que a omissão da legitimidade do órgão para a requisição destes inquéritos é "inconstitucional, exótica, opaca em seus propósitos, imprevisível em suas consequências e atentatória à transparência do pleito e à própria Democracia".
"A tentativa da aposição de obstáculos pretensamente normativos à atuação do Ministério Público no processo eleitoral constitui inequívoco estímulo a crimes como a corrupção eleitoral, o uso indevido da máquina administrativa, fraudes no alistamento eleitoral e outros delitos", asseveram.
Confira a íntegra da nota.
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Nota de repúdio
A Associação Nacional dos Procuradores da República (ANPR), a Associação Nacional dos Membros do Ministério Público (CONAMP), a Associação Nacional do Ministério Público Militar (ANMPM), a Associação Nacional dos Procuradores do Trabalho (ANPT) e a Associação do Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (AMPDFT) vêm a público repudiar a Resolução do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) nº 23.396/2013, dada sua ostensiva inconstitucionalidade, ao proibir o Ministério Público de requisitar a instauração de inquéritos policiais para apurar crimes eleitorais no pleito de outubro deste ano.
A Constituição Federal, em seu artigo 129-VIII, diz ser função institucional do Ministério Público "requisitar diligências investigatórias e a instauração de inquérito policial, indicados os fundamentos jurídicos de suas manifestações processuais". Além da inteira abstração deste poder-dever do Ministério Público, a resolução afronta também os princípios constitucionais da moralidade e da eficiência.
A omissão da legitimidade do Ministério Público para a requisição destes inquéritos é inconstitucional, exótica, opaca em seus propósitos, imprevisível em suas consequências e atentatória à transparência do pleito e à própria Democracia.
Da forma como perpetrada, a exclusão propicia um duplo casuísmo, tendente a retirar do Ministério Público este tipo de requisição apenas para os crimes eleitorais e, não bastasse isso, circunscrevendo-se às eleições de 2014.
O protagonismo da instituição na apuração de delitos contra o sistema eleitoral brasileiro é imprescindível à consecução de eleições idôneas e pautadas pela transparência, como o exigem a sociedade e os eleitores. A tentativa da aposição de obstáculos pretensamente normativos à atuação do Ministério Público no processo eleitoral constitui inequívoco estímulo a crimes como a corrupção eleitoral, o uso indevido da máquina administrativa, fraudes no alistamento eleitoral e outros delitos.
As entidades representativas do Ministério Público estimam que, por constituir uma desenganada ofensa ao sistema acusatório consagrado na Constituição de 1988, sequer uma emenda à Constituição poderia fazer o que agora tenciona a mencionada resolução, como, de resto, já intentou, sem sucesso, a famigerada Proposta de Emenda à Constituição (PEC) nº 37/2011. Assim, a eventual subsistência da aludida resolução apenas traria de volta a sombra da impunidade sobre os direitos e garantias do povo brasileiro.
Confiantes na Justiça Eleitoral, as entidades representativas do Ministério Público Brasileiro aguardam a revisão da resolução pelo Tribunal Superior Eleitoral, a pedido do Procurador-Geral Eleitoral, sob pena do inexorável questionamento de sua constitucionalidade no Supremo Tribunal Federal e sem prejuízo da continuidade do combate aos crimes eleitorais exercido pelos membros do Ministério Público, em prol da sociedade brasileira.

Brasília, 14 de janeiro de 2014.
 Fonte: Migalhas Quente 

quinta-feira, 16 de janeiro de 2014

Prefeito anuncia fim da Expolucas e diz que Prefeitura não realizará Carnaval Popular

Prefeito anuncia fim da Expolucas e diz que Prefeitura não realizará Carnaval Popular
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Foto por: Reprodução

Durante a abertura da Capacitação para Novos Gestores das Escolas Municipais, o Prefeito Otaviano Pivetta anunciou a mudança. A Expolucas como aconteceu em 25 oportunidades, com shows, palestras, entretenimento e negócios, servindo de pano de fundo para a comemoração de aniversario do município, não vai mais acontecer.


Pivetta falou em atualizar o modelo da festa, que deve se tornar mais popular, como uma manifestação cultural. A idéia do Prefeito seria utilizar a estrutura do Estádio Passo das Emas, cuja ampliação foi anunciada esta semana, para a realização da festa.  Segundo o prefeito a festa terá shows musicais e o publico, terá maior oportunidade de participar.


A feira de negócios deverá ser organizada pela Fundação Rio Verde de Pesquisas, junto com o Show Safra, previsto para o final do mês de março. O formato da festa pode até ser novo, mas uma Comissão Organizadora, como na Expolucas, deverá coordenar os trabalhos.


Esse modelo de gestão da festa, com responsabilidades compartilhadas, foi apontado como ideal para que não dê prejuízos ao erário. Na oportunidade, Otaviano disse que o município também deixará de promover o carnaval popular, mas se comprometeu em apoiar, citando uma reunião com os blocos no ano passado, onde o poder executivo pediu para que tomassem a iniciativa
 Fonte Leia Lucas


 

Mico do dia: Aécio Neves quer a cassação do mandato da presidente Dilma

Mico do dia: Aécio Neves quer a cassação do mandato da presidente Dilma



O candidato do PSDB à presidência Aécio Neves não sabe mais o que fazer para estar na mídia. Por ter espaço nos jornais cada vez que fala uma das suas muitas besteiras, agora o tucano acha que pode cassar o mandato da presidente 

Em representação encaminhada ao TSE (Tribunal Superior Eleitoral), o PSDB  ele acusa a presidente Dilma  de fazer propaganda eleitoral antecipada e praticar abuso do poder econômico e de autoridade.

Segundo matéria do jornal Folha de São Paulo o  PSDB pediu  ao tribunal a cassação do mandato de Dilma e, também, que ela fique inelegível por oito anos. Segundo o PSDB, Dilma adotou as condutas mencionadas na representação duas vezes em 2013: quando enviou mensagem de fim de ano a servidores públicos federais, em 23 de dezembro, e quando fez um pronunciamento em rede nacional de rádio e televisão em 29 de dezembro.

A representação dos tucanos também tem como alvo a ministra do Planejamento, Miriam Belchior, a secretária de Gestão Pública Ministério do Planejamento, Lúcia Amorim de Brito, e a ministra-chefe da Secretaria de Comunicação Social, Helena Chagas.

Para os tucanos, Dilma usou o pretexto de desejar Feliz Natal e próspero Ano Novo para fazer promoção pessoal. Segundo a assessoria do TSE, na representação o PSDB diz que a mensagem de Dilma foi um evidente ato de promoção pessoal e claro veículo de propaganda eleitoral com o objetivo de colher benefícios eleitorais para o pleito de 2014.

Segundo Aécio o  pronunciamento do dia 29 também teria servido para realizar verdadeiro ato de campanha eleitoral com vistas à reeleição ao cargo que ocupa. O abuso de poder econômico e de autoridade teria acontecido, segundo o PSDB, porque Dilma levantou dados pessoais dos servidores em um banco de dados administrado pelo Ministério do Planejamento. Helena Chagas foi incluída porque os tucanos dizem que ela foi a responsável por convocar o pronunciamento em cadeia nacional.

Aécio está dando um tiro nos dois pés.  Se a Dilma ficar inelegível, Lula vence e no primeiro turno!

Fonte: Amigos do Prescindente Lula