terça-feira, 28 de agosto de 2012

Luiz Antônio Pagot depõe na CPI do Cachoeira; Olhar Direto acompanha em tempo real do Senado Federal


De Brasília - Vinícius Tavares
Foto: Reprodução
Luiz Antônio Pagot depõe na CPI do Cachoeira; Olhar Direto acompanha em tempo real do Senado Federal
Luiz Antônio Pagot começa a depor na CPI Mista do Cachoeira do Congresso Nacional. Sem advogado, ele chegou cedo à CPI e foi conduzido por seguranças até uma sala reservada onde aguardou ser chamado para o início da sessão, que começou às 10h30 (horário de Brasília). O Olhar Direto acompanha em tempo real todos os detalhes desta sessão direto do Senado Federal.

Pagot é alvo de 4 requerimentos apresentados à CPMI do Cachoeira
Pagot revela ter sido vítima de "ação palaciana" para desligá-lo do DNIT

O ex-diretor do Dnit responde questões sobre os contratos assinados pelo Dnit durante a sua gestão com a empresa Delta, do empresário Fernando Cavendish.

Acompanhe a cobertura em tempo real:

14:37 - O presidente interino faz uma pausa de cinco miutos na sessão da CPI.

14:34 - Denúncia - Pagot diz que não foi somente Ideli Salvatti que pediu dinheiro. O ex-ministro das Comunicações Hélio Corsta também o procurou para ter acesso a doações de empresas para financiar sua campanha ao governo de Minas Gerais. Pagot revela ainda que, diante da sua negativa, Hélio Costa disse que se elegeria governador de Minas Gerais e que a primeira medida seria tirá-lo do Dnit. O vitorioso na eleição acabou sendo Antônio Anastasia (PSDB).

14:28 - Cansaço na CPI - É visível o cansaço dos participantes da sessão. A câmera não mostra, mas o presidente interino da sessão, deputado Paulo Teixeira (PT-SP) bocejou solenemente. Muitos parlamentares retornam de uma pequena pausa para um lanche ou almoço enquanto a sessão continua.

14:25 - E acrescenta que os aditivos eram assinados por Mirian Belchior pois a ministra comanda o Comitê Gestor do PAC. E as mudanças no projeto são naturais, argumento que não convence Álvaro Dias.

14:19 - O ex-diretor do Dnit esbanja conhecimento técnico a respeito da gestão pública dos contratos. Ele justifica a existência de inúmeras circunstancias que interferem na formação do preço de um empreendimento. 

14:11 - Pagot nega ter conhecimento dos encontros e afirma que a preocupação dos órgão do governo e do TCU e da CGU era para aprimorar o processo licitatório e evitar o sobrepreço.

14:10 - O parlamentar tucano aprofunda os questionamentos e indaga se Pagot tinha conhecimento de reuniões entre a Associação Nacional de Empresas de Transporte Rodoviário, a Delta e o Dnit para definir valores para licitação em obras a serem executadas.

14:07 - Dias questiona Pagot sobre se a responsabilidade de assinatura de aditivos dentro do Dnit era da presidente Dilma Rousseff e da ministra do Planejamento Mirian Belchior.

14:04 - O senador Álvaro Dias (PSDB-PR), conterrâneo de Pagot, aborda os aditivos que a Delta obteve junto ao Dnit. E reconhece que os aditivos expressivos foram concedidos antes de posse no Dnit e que Pagot reduziu significativamente os aditivos.

14:00 - Divergência - O relator Odair Cinha pede explicações sobre a forma de Pagot ter aproximado o tesoureiro do PT das empresas. Pagot aproveita para esclarecer que apenas fez as indicações.

13:59 - O ex-diretor admite ter encontrado com tesoureiro do PT duas vezes, uma vez no primeiro turno, quando Pagot selecionou 30 ou 40 empresas que doaram recursos, e outra depois da eleição. Pagot confirma ter indicado empresas que fariam doações de dinheiro para campanhas eleitorais.

 13:54 - Como fez em 2011 quando estava prestes a ser demitido, Luiz Antônio Pagot apresenta tranquilidade e não aumenta o tom de voz ao responder os questionamentos. Ele disse não reconhecer ser sua a autoria de declarações sobre medo do governo federal com seu depoimento.

13:48 - O parlamentar paranaense questiona Pagot sobre informação a respeito de doações feitas à campanha de DIlma Rousseff por diversas empresas indicadas por Pagot, entre elas a Concremat e a Triunfo, ambas de Mato Grosso.

13:40 - O deputado Rubens Bueno é o próximo parlamentar inscrito. Ele comenta declarações de Cachoeira de que a ocnvocação de Pagot seria um tipo no pé do governo. E cita declaração de Pagot de que a "Casa Grande", palavra usada para representar o Palácio do Planalto, iria se arrepender de ouvir o depoimento do ex-diretor do Dnit.

13:34 - Pagot nega ter contato com Cachoeria, a quem conheceu apenas após a revelação do complô de que ele e Cavendish comemoraram a sua queda o Dnit.

13:30 - Pagot admite ter recebido pressão de diversas empresas com contratos com o Dnit para assinatura de aditivos. Neste momento, Pagot esclarece a Randolphe a denúncia de recebimento de propina de 5% supostamente pagos pela Dersa, para obras do rodoanel em São Paulo.

13:27 - O senador Randolphe Rodrigues (PSOL-AP) questiona Pagot sobre a existência do DeltaDuto em Goiás. Pagot afirma que recebeu documento apócrifo em seu escritório em Cuiabá e suspeita que as informações sejam oriundas de um funcionário do Dnit em Goiás.

13:22 - Sobre Ideli Salvatti, ele confirmou ter sido procurado pela então candidata para conseguir recursos oriundos de empresas.

13:20 - Pagot denuncia disparate entre estrutura de recursos humanos do Dnit com o "aparato" para realização de escutas e arapongagem.

13:16 - "Fui defenestrado do Dnit. Fui transformado como um verdadeiro fantasma. Isso fez muito mal a mim." 
13:15 - Sampaio questiona porque José de Flipe, tesourreiro da campanha de Dilma, e suspeito de ter pedido dinheiro de empreiteira a Pagot não foi convocado pela CPI, enquanto o Paulo Souza, do PSDB, teve a convocação aprovada depois de uma "conversa de bêbado", segundo as palavras de Pagot.

13:10 - Sampaio questiona Pagot denúncia de que a ministra das relações institucionais Ideli Salvatti, quando candidata ao governo de Santa Catarina, queria que o então diretor buscasse dinheiro de empreiteira para a campanha eleitoral da petista.

13:02 - Pagot pede permissão para se retirar para ir ao banheiro e a sessão é suspensa por três minutos. O segundo a falar é o deputado federal Carlos Sampaio (PSDB-SP).

Em 2011, antes de ser demitido, Pagot falou durante 8 horas em depoimento na Câmara dos Deputados.Veja como foi.

12:59 - E justifica que a BR-101 no trecho catarinense passa por inúmeros balneários que cresceram ao longo dos anos e que foi necessário mudar projetos para uma adaptação às comunidades.

12:54 - Pagot destaca a importância do trabalho do engenheiro Hideraldo Caron, que respondia por 90% das obras do Dnit. Mas Pagot diz que não existe um indício que mostra que o engenheiro fizesse qualquer gestão para interferir na execução das obras. Sobre a duplicação da BR 101 no RS e a elevação em mais de 80% no preço, o ex-diretor diz que muitas mudanças ao projeto, superando R$ 1 bi, tiveram que ser executadas.

12:48 - "Quando fui gestor, paguei R$ 26,7 bi em obras. Licitei mais de R$ 30 bi. Todas as empresas cresceram. Mas as dez grandes empresas não se adapraram à nova sistemática de licitação. Uma quantidade razoável de empresas que não trabalhava com o Dnit passaram a atuar. Outras se desinteressaram, com preço apertado, fiscalização constante. A Delta e outras aproveitaram o vácuo, reduziram o preço e conseguiram uma carteira maior de obras".

"Sou defensor número um da CPI do Dnit", diz Pagot sobre investigações

12:44 - Tranquilo, Pagot não entra em polêmica e revela que não existe como o Dnit fazer aditivos superiores superiores a 25% da obra. "Não consigo interpretar os papéis que o senhor tem. Mas posso assegurar que os aditivos não passam de 25%".

12:39 - Lorenzoni cita ainda declaração do próprio Pagot de que Ideraldo Caron, do PT, interferia diretamente nas questões ligadas ao Dnit. Ele também questiona manutenção de Paulo Sérgio Passos no Ministério dos Transportes sendo que Passos era quem assinava os aditivos.

12:35 - Esquenta a CPI. De forma tranquila, o ex-diretor nega que haja aditivo superior a 25% da obra. Mas Lorenzoni intervém e pede objetividade de Pagot para responder a questão. Ele passa a formular nova pergunta, sobre a BR 101 no Rio Grande do Sul, cujo custo da obra teve aumento de 88%.

12:33 - O autor do requerimento disse que foram assinados 368 contratos pelo Dnit. Sendo que 18% dos aditivos foram feitos para recuperação de rodovias e 8% para contrução de estradas. Onix sustenta que mais de 90% das obras da Delta receberam atividos. Para o deputado gaúcho do DEM, fica claro que a Delta foi beneficiada durante a gestão de Pagot no Dnit. "O senhor foi um Papai Noel para a Delta", provoca o parlamentar.

12:25 - Pagot revelou ainda ter sido procurado pelo tesoureiro de DIlma Rousseff para pedir ajuda à campanha petista no transcurso do primeiro turno. O então diretor então mostrou o roll de empresas que poderiam ser procuradas pelo tesoureiro do PT e acrescentou que não encontrou nenhuma irregularidade quanto ao atendimento da demanda.

12:26 - Questionado sobre o uso dos aditivos para formação de caixa dois para campanhas eleitorais, Pagot revelou ter sido comunicado por um amigo empresário que os aditivos seriam iusados para campanhas de Gilberto Kassab (PT) à prefeitura de São Paulo e Geraldo Alckmin (PSDB) ao governo.

12:23 - Pagot alega ter sido contrário à assinatura de um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) para repasse de outros valores à Dersa. "Nenhum aditivo foi assinado".

12:15 - Neste momento, ele esclarece problemas envolvendo aditivos para obras executadas pela empresa Dersa em São Paulo. Pagot afirma que a discussão sobre este empreendimento chegou ao TCU e revelou o interesse da Dersa em tocar estas obras, orçadas em R$ 3,6 bilhões.

12:10 - Revelou ter havido breve encontro com o deputado federal Waldemar da Costa Neto (PR-SP) mas que não houve pedido de propina, como denunciado em reportagem da revista Veja.

12:05 - Pagot nega que tenha sido pedido propina de 5% de empresas que executavam obras do Dnit. Sobre denúncia pedido, ele lembra de reunião da diretoria colegiada, que são reuniões públicas. Informou que os projetos em apresentados com muitos problemas. Projetos prioritários dentro do PAC. As empresas eram mal habilitadas e ficavam sem condições de executar os projetos que o Dnit licitava.

11:58 - Luiz Antônio Pagot revela ter sido chamado em uma sala reservada por Demóstenes Torres, que estava em dívida com a Delta e por isso pediu ajuda de Pagot para conseguir ser o "padrinho" de obras da Delta, inclusive duas em Mato Grosso.

11:56 - O ex- diretor acredita que o jantar foi para fazer as pazes. O outro jantar, em fevereiro de 2011, contou com a presença de Demóstenes, Fernando Cavendish, Cláudio Abreu e outros diretores. Conversaram, segundo Pagot, sobre vinhos e desenvolvimento do Brasil.

11:54 - Pagot lembra de episódio em que era o primeiro suplente do senador Jaime Campos e que fora convidado a substituir Campos. Ele disse que preferiu permanecer no Dnit e que Demóstenes "esculhembou ele no Senado".

11:50 - Admitiu ter jantado com Demóstenes Torres em duas ocasiões, Uma no final de 2010 em que ele foi convidado para jantar com o senador e sua esposa. Conversaram sobre pescaria em Mato Grosso. Demóstenes teria revelado que queria passar para o PMDB e comentou sua predileção sobre vinhos.

11:45 - O ex-diretor é questionado sobre a assinatura de termos aditivos pelo Dnit para obras executadas pela Delta. Ele cita que os aditivos para obras de manutenção rodoviária é de 18% em média. Já para construção e implantação de rodovias, a média é de 8%. Já a média dos atividos da Delta deu 11%.

11:40 - A obra da BR 364, na Serra de São Vicente, em MT, também foi citada. Segundo ele, placas de concreto estavam com especificação com concreto aquém do exigido. Pagot diz que foi exigida recomposição de acordo com o laudo do TCU. Segundo ele, o Dnit causou dissabor a Claudio Abreu na realização destes trabalhos. "Isso motivou a realização da matéria plantada com o contraventor para me tirar do Dnit."

11:38 - O ex-diretor revela que começou a ter problemas com a Delta a partir de 2010, como nos casos da BR 116, no Ceará, em que a Delta subcontratou uma empreiteira sem consentimento do Dnit. Na BR 104, em Pernambuco, a Delta pediu aditivo de preços não aceito pelo Dnit. A BR 101, no Rio de Janeiro, também teve problemas por não executar atividades previstas.

11:37 - Ele credita sua demissão à sua atuação séria, em que não dava "moleza" para nenhuma empresa.

11:36 - Disse que a demissão do Dnit foi um episódio amargo na sua vida. E revela que se sentia um morto vivo e ficou estarrecido com o fato de ter sido derrubado a mando de Carlinhos Cachoeira e Fernando Cavendish.

11:34 - Pagot revela ter conhecido Acácio Rosendo em 2004, quando Rosendo era um cabo eleitoral da campanha de Blairo Maggi. Mas nega que Acácio tenha lhe procurado para evitar questionamentos sobre as denúncias contra o senador Demóstenes Torres.

11:30 - Questionado por Odair Cunha, Pagot nega conhecer Carlinhos Cachoeira. Mas admite conhecer Fernando Cavendish, Cláudio Abreu, presidente da Delta e coordenador da empresa no Centro-Oeste, respectivamente.

11:28 - Economista formado pela Universidade Federal do Paraná, Pagot repete seu currículo e destaca o trabalha atual na infraestrutura fluvial nas regiões centro-oeste e norte.

11:27 - O relator da CPI, deputado Odair Cunha (PT-MG), o primeiro a fazer questões, pede a Pagot que narre sua trajetória profissional, sua formação, seus principais cargos nos governos estadual e federal.

11:25 - Ao final de sua participação, Pagot afirma o desejo que teve de instituir a CPI do Dnit e disse que se coloca à inteira disposição para prestar os esclarecimentos.

11:23 - Ele destaca a apresentação em 2008 de programa de reestruturação do Dnit que ainda está sob a análise do Ministério do Planejamento. Mostrando que é um bom gestor, ele afirma que é possível demonstrar um grande número de obras executadas pelo Dnit. "No período que fui gestor, nós contribuímos com a nação brasileira com uma série de obras importantes".

11:20 - "O diretor geral só pode firmar contratos e executar qualquer ato administrativo após aprovação da diretoria colegiada". Ele destaca ainda que qualquer decisão tem parecer jurídico da diretoria colegiada. A auditoria interna é exercida pela equipe de auditores da CGU que atuam dentro do Dnit. O controle externo também é feito pela CGU.

11:17 - Ele lembra ainda que o Dnit possuia uma diretoria colegiada, com que Pagot dividia as decisões a serem tomadas pelo órgãos.

11: 14 - O ex-diretor traz a importância da atação doa órgãos de controle, como CGU e TCU. Em 2010, nenhuma obra do Dnit foi incluída no anexo 6 das obras que não podem receber recursos. Destacando a gestão, disse que o órgão pagou mais de R$ 1 bi por mês para obras em estradas, que receberam avaliações positivas: 64% de bom, 25% de satisfatório e 25% de ruim.

11:12 - Ele agradece o convite recebido por Lula para assumir o Dnit e o apoio que teve do governo. Pagot revela ter tido dificuldade com a gestão pública, a burocracia e a falta de estrutura. Lembrou artigo 47 da constituição que rata da eficiência da gestão. Comentou também a falta de funcionários no Dnit e reclamou das inúmeras amarras sócio-ambientais.

11:08 - Citou o trabalho do senador Jonas Pinheiro, com quem atuou. Citou participação no núcleo duro do governo Blairo Maggi como secretário da Casa Civil, secretário de infraesrrutura e dos Transportes. Valdir Teis e Cloves Vetoratto ( Falecido). Segundo Maggi, foram mais de 600 obras executadas. Ele destacou a PPP caipira e as obras de pavimentação em MT.

11:06 - Pagot começa dizendo que ele é um "é um fazedor, cumpridor de suas responsabilidades". Ele destaca sua trajetória na área de infraestrutura, sua atuação no Paraná e no Estado de Amazonas.

11:01 - Pagot é chamado a compor a mesa da CPI. Ele é alvo de "bombardeio" de flashes das câmeras. Ele se senta ao lado do deputado Paulo Teixeira (PT-SP), vice-presidente da CPI.

10:49 - BASTIDORES - Questionado sobre o conteúdo da conversa com Pagot antes da sessão, o senador Cidinho Santos afirmou que o ex-diretor do Dnit vai falar tudo o que sabe doa a quem doer. Para Cidinho, Pagot não adotará postura defensiva diante dos parlamentares. Mesmo não sendo membro da CPI, Cidinho Santos representa Blairo Maggi, maior aliado de Pagot.

10:43 - Pedro Taques acrescenta pedido de urgência na quebra de sigilos bancários, fiscais e telefônicos de pessoas jurídicas ligadas à Adir Assad, considerado dono de empresas laranjas ligados à Delta. Segundo denúncia recebida pela CPI, muitas destas empresas foram criadas no mesmo dia, na mesma cidade e por pessoas sem capital de gito comprovado para assumir as responsabilidades financeiras.

10:40 - O deputado Onix Lorenzoni (DEM-RS), autor do requerimento para ouvir Pagot, pede aprovação de requerimento que determina a quebra do sigilo fiscal e telefônico da Delta Construções.

10:35 - Vital do Rego informou que os depoimentos e dados enviados à CPI é composto de 280 midias magnéticas em formatos de DVDs, CDs e Blu Ray, contendo documentação digitalizada, relatório de análise, laudos periciais e cópias das mídias sobre cumprimernto de mandados de busca de apreensão feitos pela Polícia Federal. O conteúdo ocupa 1,4 terabites (mais de mil gigabites de dados).

10: 29 - O presidente da CPI , senador Vital do Rego Filho, inicia a sessão.

10:23 - BASTIDORES Sala cheia na CPI. Parlamentares, jornalistas e assessores conversam enquanto aguardam o início dos trabalhos. A reportagem do OD está localizada ao lado da porta de onde Pagot sairá para depor. Mas ele só deverá conversar com a imprensa ao final do seu depoimento.

10:15 - Segundo apurou o OD, Pagot deverá enfrentar questões que envolvem a indicação de um ex-funcionário da Delta para trabalhar no Dnit.

Deputado diz que Pagot era íntimo da Delta e até indicava diretores

10:07 - Jaime Campos chega à CPI. Para o senador, Pagot tem condições de revelar o que ele sabe sobre os fatos apurados pela CPMI. Segundo o parlamentar, este é um "momento impar" e uma espécie de tira-teima, considerando que há várias acusações envolvendo o Dnit.

10:02 - Pedro Taques chega à sessão da CPI preparado com uma lista de questões preparadas para Pagot. Segundo informou à reportagem, ele quer saber sobre os contratos firmados com a Delta durante sua gestão no Dnit.

09: 55 - Já o senador Pedro Taques se prepara em seu gabinete para uma das mais importantes sessões da CPI do Cachoeira. Neste momento ele elabora uma série de perguntas que fará ao ex-diretor do Dnit.

09:45 - O senador Jaime Campos chega em instantes na sala da CPI. Segundo informou a sua assessoria, ele deve comparecer antes à Comissão de Assuntos Econômicos e depois à CPI do Cachoeira.

09:40 - O senador Cidinho Santos é o primeiro parlamentar de Mato Grosso a chegar à CPI. Em entrevista exclusiva ao OD, ele confidenciou ter conversado com Pagot antes da sessão e revelou que o ex- diretor está tranquilo e trará a verdade dos fatos.

09:30 - BASTIDORES - Pagot chegou tranquilo ao Senado. Demonstrava estar sereno, apesar da abordagem da imprensa. O ex-diretor evitou dar declarações mas prometeu conversar com a imprensa ao final do depoimento.

09:22 - Pagot chega sozinho, sem advogado, ao plenário dois da CPI. Ele se dirige a uma sala reservada onde deve aguardar o início da sessão, prevista para começar às 10h (horário de Brasília).

 09:10 - É grande o número de profissionais envolvidos nesta cobertura. Jornalistas de todo o Brasil acertam os últimos preparativos. Assessores parlamentares começam a tomar seus lugares. A segurança está reforçada.

09:00 - Bom dia, começa mais uma cobertura em tempo real do Olhar Direto. A reportagem está instalada dentro do plenário dois do Senado Federal.
fonte: Olhar Direto

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